Receptadores!
São os grandes responsáveis pela maioria dos furtos e roubos. Se não houvesse os receptadores (compradores de produtos furtados/ roubados), esse tipo de crime seria diminuto, visto que poucos usufruem diretamente dos produtos furtados/roubados. Eles realizam esses furtos/crimes para transformar os valores dos produtos em cash. A venda desses produtos é rápida em função dos valores insignificativos dos mesmos em relação ao valor praticado no mercado comercial. Importante dizer que boa parte da população desconhece os males desse tipo de compra e também as consequências judiciais advindas ao indivíduo que compra produtos roubados (receptador). Diante disso, entendo que o município deveria fazer uma divulgação em todos os órgãos de comunicação despertando e orientando as pessoas para não adquirirem produtos de particulares que tenham um valor muito diferente daqueles praticados pelas lojas. Importante que tenhamos a consciência que a compra de produtos roubados/furtados incentiva a continuidade desses crimes. Com isso, poderemos ser os próximos a serem atingidos. Vamos fazer a nossa parte para que o bandido ao ouvir o nome Londrina sinta arrepios.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

Violência
Para resolver o problema do crime em nosso país, eu acredito que devemos observar dois principais pontos. Primeiro, incluir no currículo escolar do ensino fundamental aulas de cidadania, preparar e valorizar os professores para ensinar as crianças a obedecer às leis, respeitar os mais velhos e o próximo, não se apropriar do bem alheio. Em segundo lugar, uma reforma total na legislação penal, introduzindo uma punição mais severa para os criminosos e acabar com privilégios aos presos (indultos e progressão penal). O criminoso deve ser tratado como criminoso. Sabendo das consequências, o criminoso vai pensar duas vezes antes de praticar o crime. Hoje, o indivíduo que comete um crime tem tantos privilégios que podemos chegar à conclusão que o crime compensa. Se forem implantadas essas mudanças, veremos a longo prazo os resultados e teremos um novo país.
TOCHITANE MITSI (gerente de restaurante) – Londrina

Profissões em evidência
De uns anos para cá, essas duas profissões do mundo corporativo vêm se destacando: o laranja como pessoa física e o fantasma como pessoa jurídica. São duas alternativas que o mundo do crime têm usado desde sempre, mas ultimamente perderam a vergonha. Tem gente usando pessoas da própria família como "laranja" para despistar a polícia e o Fisco. Já a empresa "fantasma" é muito usada no mundo político: criam e documentam o laranja, abrem uma firma fantasma em nome (do laranja) para sonegar impostos e se esconder do imposto de renda. No mundo do crime, os marginais usam suas mulheres/namoradas e até mães desesperadas pela situação financeira no tráfico de drogas como mulas. E essas mulheres têm pagado por isso. O que dá mais prejuízo para a nação são os crimes do colarinho branco, ou seja, políticos que sonegam, desviam, roubam sempre usando o laranja e o fantasma como ferramentas de negócios. Com isso, a sociedade do baixo clero vem pagando a conta há anos tendo que construir presídios e educandários.
SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) – Londrina

Política retrógrada
Quando candidato a prefeito de Curitiba, Rafael Greca prometeu muita coisa. Após dez meses de mandato, não está cumprindo quase nada. Como o valor da refeição no restaurante popular, por exemplo, que iria, se fosse eleito, reduzir a R$ 1. O pior mesmo é ver na Câmara Municipal um bando de vereadores que sustentam sua base de governo, devido ao famigerado toma lá, dá cá, em cargos comissionados nas regionais e secretarias municipais. Vereadores que apoiaram outro candidato agora estão todos com a situação. Esquisito aos olhos dos leigos cidadãos curitibanos, mas muito normal diante da cobiça de maus servidores públicos que deveriam ser os vereadores, que agem e legislam a contento de seus particulares e familiares!
CÉLIO BORBA (autônomo) - Curitiba

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