Que país é esse?
Aparentemente, um simples título de uma música de protesto de Renato Russo: "Na favela ou no Senado, sujeira pra todo lado!". E o povo canta como se fosse algo lúdico, sem qualquer viés de malícia ou maldade. Entretanto, o povo canta para não chorar, diante de tamanha safadeza e escárnio. Em São Paulo, por exemplo, a maioria dos réus do Mensalão, foram eleitos; "procurador" se torna procurado. Punição aos autores de crimes de responsabilidade é um verdadeiro faz de conta. Em um país onde a marca registrada dos seus governantes é o abuso de autoridade, distorções absurdas, privilégios aos executivos, legislativos e até mesmo ao Judiciário; debitando a conta final nos ombros dos trabalhadores, que acabam pagando o pato. O foro privilegiado é tão contra a noção de República e democracia que deveria se chamar "desaforo privilegiado". É um desaforo para com sociedade brasileira. Doa a quem doer, esses facínoras, de toda ordem, precisam morar "ad eternum" atrás das grades; para que possam rever suas deploráveis atitudes. Quem sabe, um banho de ética e, automaticamente, vislumbrar algo positivo, em todos os sentidos, para um Brasil melhor a todos os brasileiros de boa vontade.
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em Direito) – Londrina

Obrigado Tubarão!
Obrigado Sérgio Malucelli, Tencatti, presidente e jogadores do Londrina. O dia 04/10/2017 será uma data inesquecível. Fomos campeões da Primeira Liga derrotando, dentre outros, Fluminense, Cruzeiro e na final o Atlético Mineiro, um dos times que mais investiu em 2017. Essa vitória colocou mais uma vez a cidade de Londrina na mídia nacional e até internacional. O esporte, em especial, o futebol é a forma mais rápida e econômica de se divulgar uma cidade. Contamos com o apoio e a participação do nosso prefeito em busca de ajuda indireta ao LEC. No jogo de quarta-feira percebemos que a Fundação de Esportes de Londrina tem se empenhado na manutenção e apresentação do Estádio do Café. O gramado está bonito, os banheiros, as cadeiras e as arquibancadas estavam limpos. Não vamos falar do placar da época do guaraná com rolha para não tirar o brilho dessa maravilhosa vitória. Parabéns também pela performance da torcida que cantou e incentivou os nossos jogadores durante todo o espetáculo.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

Despesas eleitorais
Em nosso País, para ser um servidor público (por exemplo: delegado, promotor, juiz, etc.) é preciso estudar, ter curso superior e prestar concurso público; disputando a vaga com milhares de candidatos. Tudo pago com recurso próprio, então, por que nós temos que pagar as despesas eleitorais, que custam bilhões? Enfim, esses políticos também não são servidores públicos?
TOCHITANE MITSI (gerente de restaurante) – Londrina

Consequências de governos populistas
O sistema do quanto pior melhor tem efeito devastador na sociedade, mesmo quando o governante termina seu mandato. Mas a praga semeada dura anos. É como uma propriedade agrícola, se o seu dono for preguiçoso e descuidar da roça, o mato se multiplica centena de vezes e pragueja a lavoura, causando grandes prejuízos. Quando um prefeito tem cultura populista, ele permite que uma parte das pessoas dessa sociedade se encoste em programas assistenciais, sem um rigoroso controle, e ali ficam por anos. Nesse assistencialismo sem controle, onde tudo vem de graça, quando seus filhos chegam a 10 ou 12 anos de idade não vão mais aprender a criar valores éticos sobre nada. É assim que se atrasa o desenvolvimento do país. É preciso mudar a cultura do assistencialismo. Os políticos responsáveis por isso só sabem aumentar os impostos. Eles inverteram o processo correto de administrar: o certo é arrecadar para gastar, mas fazem ao contrário, gastam primeiro para depois arrecadar. É o famoso jeitinho de quanto pior melhor para eles.
SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

mockup