Joesley Batista e Eike Batista
Era uma vez lá, nas terras do novo mundo, duas famílias muito ambiciosas em conquistar poder. Uma no ramo combustível; outra com proteína animal para seres humanos. Muita coincidência os sobrenomes Batista! Muitos espertos, convenceram e envolveram governantes nos seus negócios achando que corrompendo teriam o poder supremo, bem supremo como diz o ministro Gilmar Mendes. Eike Batista tinha mais de um milhão de empregados, hoje todos desempregados, e enganou milhares de acionistas nos seus negócios e empréstimos do BNDES, Caixa, Banco do Brasil. Joesley Batista movimenta uma cadeia de mais 10 milhões de trabalhadores e um comércio de carne invejável (pecuária, frigoríficos, transporte, armazenamento, supermercado, exportação) e também empréstimos do BNDES, Caixa, Banco do Brasil e envolveu acionistas nos seus negócios. Devido à ambição destes dois Batista, o Brasil está passando por um crise internacional vergonhosa! Estamos pagando o combustível mais caro do mundo e vamos ter outro problema sério na pecuária.
OSMAR CARVALHO (contador) – Londrina

Bala perdida
Respeito a opinião do advogado Ricardo Laffranchi (Opinião, 09/09) sobre o ministro Gilmar Mendes, mas pelas decisões que temos visto desse ministro não concordo (e milhões de brasileiros também não concordam). Pelo que li em vários livros de psicologia, a erudição não muda índole e o caráter essencial de uma pessoa. Alguém pode ser um "devorador" de livros e chegar à condição de super instruído e gênio pela erudição, mas poderá usar esse conhecimento para o mal. Quantas vezes já ouvimos a expressão "gênio do mal", "advogado do diabo"? Mas se o nobre ministro do Supremo não é mal-intencionado, ele pode estar caquético ou gagá e, nesse caso, faria um grande serviço à nação pedindo a aposentadoria. Quanto à separação e independência dos poderes, na teoria é uma beleza, mas na prática é uma balela. Se os ministros do Supremo são indicados politicamente, eles dependem dos políticos para estar lá, então como falar que o Judiciário é essencialmente independente de outros poderes ou do poder político? Como a operação Lava Jato está nos mostrando que a maioria dos políticos da alta cúpula estão envolvidos em corrupção, para a cúpula do STF ser forte e independente, moralmente falando, os ministros teriam que chegar aos cargos por outro tipo de escolha que indicasse o mérito deles e não depender de indicação de políticos sem moral. O povo não tem sede de vingança e sim de Justiça para com os usurpadores da pátria.
SWAMI VERONESI (músico) – Santo Antônio da Platina

Sede de justiça!
Concordo com a elucidativa explanação do advogado Ricardo Laffranchi (Opinião, 09/09), elencando e defendendo os trâmites dos processos no Supremo Tribunal Federal envolvendo os ladrões do erário. Cabe-me apenas divergir do nobre causídico que, o povo não tem sede de vingança, conforme deixa transparecer, mas, simplesmente, sede de justiça e, no nosso País, a Justiça não tem vendas nos olhos.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

Censura de ocasião
Como leitor da FOLHA, gostaria de discordar do "Ponto de vista – Censura de ocasião" (Folha 2, 13/09). O Banco Santander patrocinou com dinheiro público uma exposição que de arte só tem o nome: cenas de pedofilia, zoofilia e erotização infantil. Para completar, um desrespeito aos 95% de brasileiros cristãos e aos católicos quando debocha de nossas crenças. Nos seus argumentos usa a velha cantilena da censura e pessoas ligadas a movimentos sociais conservadores. Ora, censura quer dizer classificação e proibição de obras pelo poder constituído especialmente nas ditaduras. No caso ora mencionado, o banco suspendeu por iniciativa própria a exposição. Segundo, milhares de pessoas se insurgiram contra tamanha violência em especial pais que viram seus filhos levados por educadores para o evento, cristãos indignados pelo ataque à sua crença e milhares de cidadãos por todo o Brasil. Não devemos confundir liberdade com libertinagem.
CÁSSIO JOSÉ DE ABREU (médico) - Londrina

Buracos nas ruas
Diariamente, as atividades industriais, o comércio e a prestação de serviços dependem do transporte, porém, os buracos e desníveis no asfalto só pioram a situação. As deficiências do asfalto, além de aumentarem as chances de acidentes, também podem danificar os veículos. A responsabilidade de executar os serviços de pavimentação urbana (e outros serviços de consertos de danos) é da Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação. Para mim, a secretaria inicia as obras para acalmar a população e logo deixa o serviço incompleto. Poderíamos ter um melhor atendimento à população, pois parte do imposto que damos ao Estado deveria ser investido na manutenção das cidades, ruas, entre outros.
JOÃO PEDRO PINHEIRO (estudante) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

mockup