Obrigado Tubarão!
Por proporcionar aos seus torcedores um dia e uma semana de muita alegria. Sou torcedor do Palmeiras por tradição de família. Flamenguista e Corintiano, times pelos quais meus filhos torcem. Torcedor da seleção brasileira por amar este país que está sendo roubado e destruído pelos nossos políticos, mas em primeiro lugar sou torcedor do nosso querido Tubarão. Desde a segunda metade da segunda década de 60 sou torcedor do Londrina. Viajei por todo esse Paraná. Bati meu carro duas vezes em viagens para assistir jogos em Curitiba. Saí do Estádio Meneghel, em Bandeirantes, cantando o hino do União Bandeirante para não apanhar. Fui apedrejado num jogo noturno em Maringá. Assisti no Mineirão em 77 o jogo contra o Galo Mineiro, que teve 92 mil pagantes. Assisti jogos de vitórias fantásticas e de derrotas sofríveis, entretanto, as minhas recordações são do título da taça de Prata em 1980 (atual Série B), campeão paranaense em 1992 e 2014, e a vitória de domingo diante do famoso Cruzeiro alcançada em cobranças de pênaltis depois de um empate de 2 a 2, conseguido nos acréscimos da partida. Parabéns jogadores, Tencati, torcida, Sérgio Malucelli, imprensa e diretoria!
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

Guerra de gangue
O comandante-mor da nossa pobre República, que mais parece uma republiqueta de estudantes e uma desorganização total, está cercado de cobras das mais venenosas que se conhece e que se dizem aliados. Com o firme propósito de formatar uma reforma política, de acordo com seus pensamentos diabólicos, ou seja, doações ocultas e desvios de toda ordem. Quando o povo se mostra pacato e cordeiro, os vivaldinos nadam de braçadas! As sessões, tanto nas assembleias quanto no Congresso Nacional, mais parecem praças de leilão, onde os representantes de partidos batem o martelo, dependendo das vantagens ofertadas, é claro. Como se não bastasse essa orgia toda, ainda querem aumentar o número de vereadores e de partidos políticos. Não querem nem saber se os referidos tesouros estaduais e federal estão ou não no vermelho, se a arrecadação cobre ou não as despesas. Estão dando uma banana para a situação do País! Cabe a nós, brasileiros, mudar essa situação catastrófica. Vamos reagir, antes que não dê mais tempo!
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em Direito) – Londrina

Lição
Espero que sirva de lição esse estado de coisas, roubalheira, corrupção, má gestão do dinheiro público, decadência total dos políticos, no conceito da dona de casa, do trabalhador, do aposentado, enfim, do cidadão pagador de impostos. Elegemos políticos profissionais que promovem conchavos, distribuição de cargos e deixam deficit para o povo pagar com aumento de impostos, pode? Somos bancos? Quem irá auxiliar as pessoas em dificuldades até para comer ou comprar remédios? Não existe a menor esperança de melhorar, pois são todos iguais e negligentes. A única certeza que temos é que, ao término do mandato, poderão não ser reeleitos e esquecidos, como merecem. Aguardem as urnas! Aliás, a frase histórica de Pelé está mais viva que nunca: o brasileiro não sabe votar!
MOISÉS DOS SANTOS (entregador de gás) – Londrina

Penúria do Brasil
Diz o velho ditado da plebe que muitos choram de barriga cheia. Acredito ser este o caso do nosso Brasil. O governo reclama de desajuste nas contas, mas a meu ver existe muitos lugares onde ele, governo, poderia e pode cortar e com esse corte reaver um montão de dinheiro. Se não, vejamos: para que 513 deputados federais e 81 senadores? Cem deputados e 26 senadores já estaria de excelente tamanho. Certa feita, Lula disse que na Câmara existiam 300 picaretas. Então, para que 513? Cem picaretas está bom demais. Se o senador representa o estado, então, para que 81 se só temos 26? Cortem também as verbas de penduricalhos tais como: verba de gabinete, ajuda disso e daquilo e verão quanto dinheiro seria economizado. E essa economia não só diminuiria as contas do governo como poderia ser utilizada em prol de nossas combalidas educação, saúde e segurança. Acredito, no entanto, que para que isso possa acontecer a população precisa dar seu grito e sair às ruas.
EDMILSON ASSIS DOS REIS (autônomo) – Londrina

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