OPINIÃO DO LEITOR
IPTU: base injusta
O governo não é mais uma instituição que cuida dos bens e do interesse público e passou a ser um sócio ganancioso. Vejam o que está acontecendo com o IPTU em Londrina: você compra um terreno em um bairro um pouco mais caro e paga mais taxas e impostos em reais ao governo por esta compra; se você constrói uma casa com acabamento melhor, maior e mais cara também paga mais taxas e impostos por esta construção; terrenos mais caros, casas maiores e com melhor acabamento criam bairros mais caros, quando você vender sua casa irá gerar mais uma vez taxas e impostos maiores para este mesmo governo. O valor do IPTU tem que incidir sobre o metro quadrado do terreno não sobre o valor venal dos imóveis, o imposto é territorial urbano (origem em território = terra), e não imobiliário urbano. As despesas que um imóvel ou cidadão geram ao Estado nada têm a ver com o valor deste imóvel e sim com os metros de ruas, calçadas, coleta de lixo, iluminação pública e disponibilidade de serviços. Um estado que condena e pune monetariamente seus cidadãos mais bem-sucedidos está castrando o empreendedorismo e incentivando o fracasso e a sonegação das riquezas conquistadas. Uma pessoa que ganha e gasta mais dinheiro já recolhe mais impostos, pois a base de cálculo é maior.
PAULO MAURÍCIO ACQUAROLE (aposentado) Londrina
Dengue
Escrevo para conscientizar os leitores da Folha de Londrina sobre a dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Não é porque estamos no inverno e ouvimos falar menos dos casos que vamos nos descuidar. Não é necessário fazer coisas grandiosas, porém se cada um fizer a sua parte, por exemplo, evitando água parada, usar repelente, usar camisetas de manga comprida e outros cuidados já tão falados, evitaremos muitos problemas, pois em alguns casos as doenças transmitidas por esse mosquito podem levar à morte. Além da dengue, o mosquito pode transmitir febre amarela urbana, zika vírus e chikungunya. No bairro onde moro já começamos a nos prevenir e tomarmos os cuidados necessários. Agora é a sua vez, faça a diferença dentro da sua própria casa.
LAURA OLIVEIRA ROLIM DE MOURA (estudante) Londrina
Reconhecimento merecido
Sempre fui favorável ao reconhecimento pelo que fazemos em nossas vidas que venham proporcionar conhecimento, auxílio, prazer, esperança, satisfação, etc., às pessoas. O jornalista Paulo Briguet o faz cotidianamente por meio da coluna "Avenida Paraná", dentre inúmeras outras formas. O título de Cidadão Honorário de Londrina é incontestável e merecido. Parabéns, Paulo Briguet.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina
Gestão Temer
Desse jeito fica fácil fazer as reformas que tanto interessam às multinacionais no Brasil. Alguns estão empolgados com a administração Temer. Só que se esquecem que para fazer essas reformas, Temer teve que promover jantares e gastou mais de R$ 13 bilhões em emendas parlamentares. Na era do PT, Dilma não conseguia fazer reformas porque os congressistas boicotavam sua administração, pois a presidente não promovia jantares e nem comprava os votos dos deputados. Quando FHC deixou o governo, fez uma reserva internacional para o Brasil de R$ 100 bilhões. Quando Lula saiu do poder em 2010, essa reserva já era de R$ 280 bilhões. Quando cassaram Dilma, a reserva estava em R$ 340 bilhões e ela não precisou abrir mão desta reserva. Cadê este dinheiro que o governo Temer tem e não fala mais nada? Só sabe aumentar impostos para cobrir o rombo dos cofres públicos. Não fala mais em crescimento; cortou os créditos das empresas e, consequentemente, ninguém investe no país. Temer quer aprovar tudo e com pressa. Por que será? Primeiro, liberou os contas inativas do FGTS, sendo que antes eram intocáveis. Ninguém percebeu que estes R$ 44 bilhões são para o povo pagar as dívidas dos banqueiros de cartões de créditos? E a economia continua patinando. O governo alegra o povo, diz que está tudo bem só para terminar as reformas sem ninguém ir às ruas reclamar e bater panelas.
ANCILON DE SÁ NETO (empresário) - Campo Mourão
Bancos & dinheiro
Nem tudo se perde nos bancos. O mesmo dinheiro, quando alguma vez se perde, muda apenas de dono. Ditas frases constam no livro "Memorial de Aires", do escritor Machado de Assis. Ora, se todos políticos fossem sisudos, o Brasil estava em harmonia com as palavras do escritor. Tudo aconteceu com o governo militar. Para fiscalizar os sonegadores, inventou CPF e começou fiscalizar as contas bancárias. Então, sabe o que aconteceu? Os sonegadores e corruptos começaram esconder "nosso dinheiro" no exterior, principalmente em bancos da Suíça. Falta de dinheiro reduz combustível na economia, uma das piores doenças financeiras do mundo.
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OSAMU ARAZAWA (contador) Londrina





