OPINIÃO DO LEITOR
Ainda o fanatismo
Apenas complementando a carta do sr. Ludinei Picelli (Opinião, 22/08), os fanáticos, os idólatras, como ele os chamou, sejam da Venezuela sejam do Brasil, todos aqueles que sonham com uma América totalmente submetida ao Foro de São Paulo nunca viverão as consequências infernais das ações de seus ídolos. Eles estão bem resguardados com todos os cargos e benesses que estes desgovernos primam por distribuir às mãos cheias. Os que não se enquadram nestas categorias e que ainda votam neles (graças a Deus, cada vez em menor número) é porque continuam acreditando que chegarão ao mesmo nível daqueles que os aliciam com bolsas e migalhas. Eleições com menos de 20% da população nunca poderão ser consideradas legítimas, mas servem de trincheira para quem luta apenas pelo seu próprio bem. No Brasil, ainda temos a oportunidade de não deixar que isto aconteça. Precisamos falar cada vez mais sobre isso, para que todas as mentes se abram e compreendam. Sou grata à mídia que nos permite isso.
NINA CARDOSO (psicóloga) Londrina
Paulo Briguet
Parabéns ao grande jornalista e escritor Paulo Briguet pelo merecido título de Cidadão Honorário de Londrina, que receberá nesta sexta-feira. Sou um dos seus "sete leitores" e toda vez que pego a FOLHA confiro sua coluna Avenida Paraná(Cidades). É lindo este paralelo entre a religião e os fatos cotidianos. Poucos colunistas têm esta coragem. Fiquei emocionado quando trouxe notícias de Atibaia, minha cidade da infância, juntamente com uma foto.
ROGÉRIO DE SOUZA PIRES (acadêmico de Psicologia) - Umuarama
Planta de Valores
Com relação ao comentário do leitor Theophilo P. Coutinho Gomes (Opinião, 22/08), a Prefeitura de Londrina explica que a revisão da Planta Genérica de Valores é uma obrigação de todo administrador municipal e que ela está sendo realizada após 16 anos sem atualização. E que, para deixar claro aos munícipes qual será o IPTU previsto para 2018, seguindo orientação da Procuradoria-Geral do Município (PGM), está disponibilizando as informações para quem solicitar formalmente, mediante a identificação do proprietário do imóvel. Esta medida segue o artigo 198 do Código Tributário Nacional (CNT), sobre o sigilo fiscal. Segundo a legislação, os servidores municipais e a prefeitura são guardiãs de informações sobre a situação econômica ou financeira do contribuinte, devendo manter o mais absoluto sigilo destes dados, sob pena de responsabilização administrativa, cível e criminal. Além disso, ao disponibilizar as informações em outros meios, como a internet, não há a garantia que a pessoa que estiver consultando as informações é realmente o proprietário do imóvel. Para quem desejar esta consulta, além da Praça de Atendimento do prédio da prefeitura, o munícipe também pode procurar de segunda a sexta-feira, das 12 às 17h50, os seguintes pontos de atendimento: Centro Cultural Lupércio Luppi (Avenida Saul Elkind, 790); Biblioteca da Praça da Juventude da Região Sul (Avenida Guilherme de Almeida); também de segunda a sexta-feira, das 11 às 17h, a Agência do Trabalhador (Rua Pernambuco, 162); e de segunda a sábado, das 10 às 22h, no Boulevard Londrina Shopping.
NÚCLEO DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA DE LONDRINA
Crime hediondo
Quanto ao assassinato cometido em um açougue em Maringá, se tivéssemos uma lei séria nesse País, o assassino que matou um pai de sete filhos, que comprava um frango para o sustento da família, deveria passar o resto da vida na cadeia e ainda pagar pensão à esposa e aos filhos do trabalhador assassinado! Nada justifica tamanha barbaridade!
ANTÔNIO CARLOS PESCADOR (autônomo) - Londrina
Leitura
Hoje, as pessoas não se interessam mais pela leitura, muitas vezes preferem passar horas nas redes sociais e acabam esquecendo dos livros. A leitura é um hábito fundamental para uma boa compreensão do mundo. Os brasileiros não costumam ler muito. Dedicam, em média, apenas seis minutos do seu dia à leitura. As escolas, geralmente, pedem e exigem que seus alunos leiam, mas na maioria das vezes não despertam o interesse dos alunos. Diante desse quadro, muitos adolescentes estão tendo dificuldade em interpretar um simples texto, porque não leem, consequentemente, não desenvolvem um bom vocabulário. A leitura é muito importante, pois além de aumentar o vocabulário e estimular a criatividade, melhora também a comunicação e facilita o sucesso profissional. Por isso, precisamos desenvolver esse hábito se quisermos um bom futuro.
MARINA WALTHER CARDOSO (estudante) Londrina
Abandono do Parque Olímpico
Os brasileiros acreditavam que teriam um legado em função das construções para as Olimpíadas do Rio. Lamentavelmente, o legado não foi positivo, restaram-nos contas a pagar e prédios abandonados. Devido à falta de planejamento e intenções duvidosas, nada disso aconteceu. Hoje, eles estão abandonados e sem a manutenção necessária. Para piorar, a falta de recursos do estado do Rio de Janeiro impede que haja a conservação adequada. Seria bom se o governo aproveitasse mais o dinheiro arrecadado para investir em construções públicas. E usasse o dinheiro mais apropriadamente para melhorar a educação, saúde e segurança da população.
MATHEUS DOS SANTOS DE MORAIS (estudante) Londrina
Vícios eletrônicos
São muitas as tentações virtuais que existem, como televisão, computador, tablete, celular, videogame, dentre outros, que fazem as pessoas ficarem muito tempo diante de tais recursos. Infelizmente, grande parte das pessoas não faz uso consciente e moderado para se comunicar e entreter, já que ficam horas e horas no status on-line e não conseguem desconectar das ferramentas. O vício tecnológico vem se tornando um grande problema para crianças e adolescentes de todo mundo e um enorme desafio a ser enfrentado pelos pais. Atualmente, o público jovem não brinca mais na rua como antigamente devido à violência urbana e fica dentro de casa assistindo TV, jogando no computador ou navegando em aplicativos no celular. Pesquisas indicam que o vício em internet e eletrônicos podem ser tão forte quanto à dependência química. Uma das primeiras consequências do uso excessivo destes recursos em crianças e adolescentes é a queda no rendimento escolar. Estas ferramentas são excelentes para a comunicação e entretenimento, porém, o tempo diante delas deve ser mediado e controlado pelos pais ou responsáveis pela criança e adolescente para que não se torne um problema à família.
YASMIN ELIZABETH VEQUE IRIAS (estudante) Londrina
Educação no Brasil
A educação no Brasil engloba os processos de ensinar e aprender. No meu ponto de vista, a educação serve para dar um bom futuro ao ser humano. O Brasil está em 53 lugar na educação, o que é alarmante e muito triste para o futuro das crianças. O Brasil possui escolas e faculdades que não têm condições de dar uma boa educação aos estudantes. Há mais alunos esperando por vagas para estudar, muita criança nas ruas e muitos adolescentes sem fazer nada, matando, roubando, e se drogando. Se estivessem estudando, talvez, as coisas não estariam tão ruim. E, é claro, que existem adolescentes que não dão valor, pois seus pais trabalham horas por dia para dar-lhes uma boa educação aos e eles não dão o devido valor. Preferem matar aula, a fazer o que é certo. Se com estudo já está difícil, imagina se não houvesse escolas, professores, amigos, disciplina? Tudo já estaria perdido! Eu escuto meus pais comentarem sobre isto. Muitas vezes, as crianças e adolescentes têm que deixar de estudar para trabalhar e ajudar nas despesas da casa, passando a contribuir em alguma coisa, mas também boa parte daqueles que param de estudar algum dia pensa em voltar (assim esperamos). As consequências do abandono dos estudos estamos vendo hoje no Brasil, uma total bagunça.
NICOLLAS POLLAQUINE (estudante) Londrina
Mortalidade acidental infantil
"O número de mortes de crianças e adolescentes por motivos acidentais caiu 33% no Brasil nos últimos 10 anos." A informação não quer dizer que agora o nosso país já é seguro. Infelizmente, ainda há muitos casos de mortes acidentais, cujas vítimas somos nós crianças e adolescentes; como em acidentes no trânsito, por afogamento, sufocamento, queimaduras, trotes, quedas, entre outros. Porém, não quero destacar aqui tragédias, mas antes fazer um grande apelo a todos para mudarmos radicalmente tal realidade. Está em nossas mãos, depende de cada um de nós! Campanhas de prevenção e medidas eficazes de segurança por meio das mídias, escolas, empresas, postos de saúde, estradas, transportes coletivos, aeroportos, rodoviárias e tantos outros locais quanto possíveis, fará a diferença. E quando a conscientização por parte de toda a população tornar-se hábito, tenho certeza de que cada vez muito menos crianças e adolescentes pagarão com suas vidas pela consequência da imprudência.
GABRIELA RIBEIRO DEODATO (estudante) - estudante
■ As cartas devem ter no máximo 700 caracteres e vir acompanhadas de nome completo, RG, endereço, cidade, telefone e profissão ou ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: opiniao@folhadelondrina.com.br





