Boas lembranças
Na administração do saudoso ex-prefeito Wilson Moreira, a Prefeitura de Londrina contratou projeto estrutural para os diversos vãos usuais em pontes da cidade. Nos dias de chuva, em que o trabalho externo era impraticável, os operários eram deslocados para executar serviços de armação e concretagem de vigas de pontes no pátio do Depósito Três Marcos. Os operários do Departamento de Obras e Viação faziam substituição das vigas de madeira que apresentavam problemas por novas vigas de concreto e tudo era feito no seu tempo e sem necessidades de contratações e dependência de verbas externas. O dr. Wilson dizia que não era preciso reinventar a roda, mas seguir as boas práticas existentes. Fica a sugestão para o prefeito Marcelo Belinati repensar a volta do uso dos projetos daquela época e a prefeitura deixar de depender de terceiros para resolver de imediato os problemas da zona rural.
VIRGILIO MOREIRA (engenheiro civil) – Londrina

Água salgada!
Recebi minha fatura da conta da água com as atualizações da Sanepar. Pelos meus cálculos, estamos pagando um reajuste de 95,02% e não de 8,65% como eles disseram (inclusive isso seria anual). Vamos à matemática: antes, por 10 metros cúbicos (de consumo mínimo) cobravam R$ 33,74 (se dividir por dez) R$ 3,74 o m3. Agora, a fatura veio com um valor de R$ 32,90 para consumo mínimo de 5 m3 (divide por cinco) sai a R$ 6,58, e mais um adicional para cada um metro cúbico consumido a maior. Isso é um verdadeiro absurdo! Que cálculo é esse? E não vem com história de ficar alegando que o aumento é por causa de melhorias, pois está sempre a mesma coisa - inclusive aqueles quando a Sanepar faz as famosas melhorias deixando uma bagunça para trás: buracos, terra e os transtornos! Outra coisa: a Sanepar tem por obrigação informar no rodapé da fatura o valor dos reajustes, e por que não o faz? Queremos explicações o mais breve possível! Não aguentamos mais!
MARIA REGINA MINTO REYES (assistente administrativo) – Londrina

Buracos em rodovias
Como pode haver uma divisão tão malfeita numa das rodovias que mais têm aumentado o fluxo de cargas rumo ao porto de Paranaguá e ser tão mal cuidada pelos nossos governantes? A demanda aumenta a cada dia no trecho Cruzeiro do Oeste a Pitanga, centro do Paraná. Há 33 anos, quando fui morar em Pitanga, a BR-487 era uma beleza de asfalto. Agora, vejam o que acontece: está pronta a "Estrada da Boiadeira" que a ex-presidente Dilma prometeu e terminou até a BR-323, trevo de Cruzeiro do Oeste: estrada de primeiro mundo, recuperada pelo DNIT, de Campo Mourão ao Rio Muquilão. Dali, separa a jurisdição BR/DNIT, e do Rio Muquilão até Pitanga fica a cargo do DER. Passando por esse trecho dias atrás, vi trabalhadores em cima de um caminhão caçamba jogando com pás material para tapar os buracos no asfalto. É mais um atraso do governo estadual, pois em dezembro/2016 estava estabelecido que quem cuidaria das rodovias federais era o Estado. O governo federal se esqueceu de avisar o sr. Beto Richa que esta rodovia tem aumentado o transporte de cargas de nossas riquezas rumo à exportação e que a Boiadeira está pronta e que cuidar não é jogar asfalto de cima das caçambas. Isso acontece nas pequenas cidades do interior. Tinha que fazer um recape como o DNIT faz. O IPVA é estadual, fica 50% para as cidades do emplacamento dos carros e 50% para o Estado. Com o crescimento das cooperativas e dos carros emplacados, será que não sobra um pouco para recapear as cidades e as rodovias que transitamos? Tenhas dó, senhor governador, criticar o PT é fácil, difícil é recuperar essas rodovias tão antigas e mal cuidadas com desleixos pelo Estado. Já estourei pneus, quebrei rodas, pergunto: somos nós que ficamos sempre com o ônus do prejuízo?
ANCILON DE SÁ NETO (empresário) - Campo Mourão

Verba para escolas de samba
Se o prefeito do Rio de Janeiro cortar mesmo as doações para as escolas de samba, será uma atitude louvável, pois o dinheiro público é para ser usado em prioridades como saúde e educação e não em incentivo a festas mundanas. Se alguém tem que investir em carnaval, são as redes de televisão e o comércio que lucram com isto. Como pode um órgão público de um estado falido que não paga o básico aos seus servidores doar dinheiro para festa pagã? Quando o dinheiro for aplicado no que realmente é preciso e sobrar, aí sim que se doe umas migalhas para algo que nada acrescenta espiritualmente. Querem o dinheiro de todos para fazer a festa de meia dúzia.
MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo) - Alvorada do Sul

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG,
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