Como encontrar a indignação e a ousadia?
A indignação está estampada no rosto da grande maioria dos brasileiros. Os banqueiros e a elite brasileira tentam salvar os anéis sem nenhuma preocupação com os dedos ao cobrarem juros mensais superiores a 10% ao mês. O povo já não consegue sobreviver com a remuneração de seu trabalho diante do alto custo dos serviços essenciais. Deixam de construir estações de tratamento de água e esgoto que poderiam diminuir o custo com a saúde para construir novos "pombais" para quem não pode pagar as prestações. O povo contrata empréstimos consignados para pagar contas de luz e água atrasadas, mas o governo não demite os"comissionados e ainda autoriza a agiotagem oficial. E assim a ousadia desistiu de auxiliar as pessoas de bem e optou em residir com as de má índole.
ANTONIO CARLOS CANTONI (advogado) - Londrina

Ouro Verde
Neste momento tão importante para a cultura de nossa região, quero compartilhar com os londrinenses a alegria pela reabertura do majestoso Teatro Ouro Verde, que faz parte da história de Londrina. No auge do progresso e desenvolvimento desta cidade, provocado pelos ricos cafezais, surge o imponente Cine Ouro Verde dotado de um projeto arquitetônico arrojado e ultramoderno na época, constituindo cartão de visita da cidade. Fico feliz, pois era estudante e o Cine Ouro Verde era o encontro da "patotada" para assistir aos bons filmes bem como bater um bom papo sobre os acontecimentos da época. Quero externar os agradecimentos à sociedade londrinense que se mobilizou em todos sentidos pela recuperação deste patrimônio cultural que tem tamanha relevância a nossa gente no que tange ao campo cultural. Parabéns Londrina!
EDUARDO ZANIN (professor) - Arapongas

Paulo Briguet
Escritor e jornalista dos mais renomados, Paulo Briguet sempre diz ter 7 leitores. Realmente, ele tem 7 leitores e mais uma dezena de milhares. Ao receber a Folha de Londrina vou direto no caderno "Cidades" para ler a coluna Avenida Paraná. Por inúmeras vezes, em rodas de bate papos com amigos comentamos sobre o homem, o escritor e o jornalista Paulo Briguet e as avaliações sempre foram sempre as mesmas: homem família, escritor e jornalista íntegro, ético e moral que transmite com muita capacidade informações que nos mostram caminhos que muitas vezes não trilhamos. As suas valorizações sobre a família deixam a maioria de nós no primeiro degrau da escada enquanto ele está no último. Parabéns por todos os ensinamentos que temos recebido por meio da sua coluna. Que Deus te ilumine cada vez mais para que você continue nos repassando informações que possam nos ajudar a ser mais cristãos e solidários com o próximo.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

MST no Terminal Urbano
Respondendo ao leitor Carlos H. Schiefer (Opinião, 01/07), provavelmente as pessoas que estavam impedindo a saída dos ônibus no Terminal Urbano, na sexta-feira (30/06) pela manhã, não faziam parte do MST, apenas usavam o boné, a camiseta e as bandeiras do dito movimento. Acontece que havia sido divulgado na mídia, no dia anterior, que o sindicato da categoria dos motoristas e cobradores não iria aderir à "greve geral" do dia 30/06 e que o transporte funcionaria normalmente. A partir daí, qualquer ação da parte deles poderia gerar questionamento judicial com cobrança de multas. Entra em cena, então, o MST - um movimento sem CNPJ, sem estatuto, sem regimento interno ou regulamento e até sem lideranças específicas, como disse um "manifestante" à reportagem de uma TV: "Nós somos um coletivo, não há líderes". Como judicializar esta situação? Impossível, a menos que se conseguisse o CPF de cada um deles - o que eles não informariam, claro. Isolados? Nem um pouco, pois logo depois estavam no Calçadão junto com todos os demais "trabalhadores insatisfeitos". Rotulá-los? O senhor já o fez. Atividade, justificativa de ausência, empregador? Não fazem a mínima ideia do que isso queira dizer. Tudo, na realidade, não passou de uma manobra. Mas os reais trabalhadores acabaram conseguindo seguir para cumprir suas jornadas, porque aquele grupelho não representa ninguém.
NINA CARDOSO (psicóloga) – Londrina

STF, uma marmelada
Não me entra no miolo que esses ministros do Supremo Tribunal Federal apenas cumprem as leis e não punem políticos e empresários ladrões. No meu entender, tem gato nesse balaio!
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) – Cambé

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