Adrenalina na ciclovia do Igapó
Se você procura adrenalina com a família aos domingos, basta ir passear na ciclovia que margeia o Lago Igapó. Não sei por que, mas resolveram liberar o fluxo de veículos na Rua Bento Munhoz da Rocha, embora a placa na rotatória indique que a mesma permanecerá interditada nos domingos e feriados. É muito arriscado passear com idosos e crianças naquela região quando o fluxo dos veículos está liberado, especialmente porque muitos motoristas não respeitam a velocidade do local. Por que, então, não liberar somente meia pista dessa rua? Isto já aumentaria em muito a proteção às famílias. Para piorar a situação, agora a ciclovia também acolheu uma frota de triciclos de aluguel. Não tenho nada contra este meio de locomoção, que por sinal também agrega as famílias, mas a estrutura lá oferecida é muito estreita e precária, com reduzida sinalização. Os triciclos se arriscam também na calçada da rotatória com a Avenida Ayrton Senna, dificultando a passagem dos pedestres. Talvez, a solução seja limitar os triciclos somente no trecho protegido, ou seja, onde existe ciclovia, ou mesmo colocar cones na rotatória da Ayrton Senna, deixando somente uma pista para os veículos e a outra liberada para a continuidade da ciclovia, aos domingos e feriados. No entanto, é preciso reconhecer que a prefeitura vem mantendo este ambiente limpo, bem arborizado, com replantio de mudas e adição de orquídeas nas árvores e policiamento frequente.
AMARILDO PASINI (professor) – Londrina

Sercomtel
Afinal, quem está certo sobre a situação econômico-financeira do Sercomtel? Em princípio, os auditores fiscais sempre afirmam que situação econômica é uma coisa e a financeira outra. No entanto, para o cidadão comum, (estando aí inclusos os políticos), trata-se do mesmo fato. Dias atrás, a nova administração do Sercomtel divulgou uma realidade que assustou toda a comunidade londrinense. Ou seja, a existência atual de uma situação praticamente falimentar. Diante disso, o próprio ex-presidente desse órgão vem a público e desdiz a atual administração ao afirmar que a dívida foi inflada e, para tanto, faz um arrazoado justificativo. Por outro lado, a atual administração vem novamente a público afirmando que os números do balanço foram confirmados por uma auditoria externa e que os dados financeiros foram revelados por uma decisão do Conselho de Administração e podem ser checados. No entanto, a comunidade londrinense está careca de constatar, ao final dessas administrações, o enorme sucesso das mesmas. Principalmente, quando elas mesmas divulgam o estado calamitoso que encontraram quando assumiram o órgão e como estão deixando. Morando em Londrina desde 1940, não me é difícil saber quem é quem na comunidade londrinense bem como suas atividades, qualificações e aptidões. Tanto no aspecto político como no gerencial propriamente dito. Quanto a este último (sem ofender a quem quer que seja), geralmente homens comuns e, na maioria, sem nenhuma pertinência anterior com o órgão que se propuseram a administrar ou até mesmo com o próprio exercício de uma administração profissional propriamente dita nas suas atividades particulares. Afinal, de onde vem tantos sucessos ou insucessos?
JOSÉ PEDRO DA ROCHA NETO (engenheiro civil) – Londrina

‘Sede de mudança’
Fiquei emocionada com o texto impactante, primoroso, objetivo, lúcido e realista, publicado na nossa "Folha de Londrina" assinado pela jovem estudante Laura Diehl Barbosa (Opinião, 27/04) sobre a triste e vergonhosa realidade política que estamos vivenciando. Suas palavras e preocupações com o Brasil me calaram fundo. Assim é que, peço-lhe que não desanime e que sua "sede de mudança" seja, também, a de muitos jovens idealistas que, como você, certamente, ajudarão e incentivarão outras pessoas de bem a reerguer nosso país sob a égide da ética e da moralidade.
MARIA APARECIDA ZANONI CEMBRANELI (advogada) - Ibiporã

PR-445: corredor da morte!
Quando o nosso governador Beto Richa vai tomar providência e olhar um pouco para nossa região (essa mesma que o elegeu)? Todo santo dia temos notícias desagradáveis de acidentes e mortes que continuam ocorrendo nesse trecho chamado de "Corredor da Morte" nossa perigosa rodovia PR-445. Já não basta o trecho urbano que corta os municípios de Cambé e Londrina com viadutos e trincheiras malfeitos e até condenados a desabar a qualquer momento? Estamos pedindo socorro há muito tempo. Seria mesmo falta de verbas ou de vontade política?
NATHANAEL DA SILVA (projetista) - Londrina

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