Escuridão
A incapacidade da Sercomtel Iluminação não tem limites. Não bastasse o fato de demorarem mais de duas semanas para a troca de uma lâmpada, agora eles colocam no aplicativo o status "atendida" em chamados não atendidos. Claramente um caso clássico de desvio e mal uso do dinheiro público, no caso, um dinheiro carimbado que nos é cobrado como taxa de iluminação pública e que não sabemos onde está sendo empregado, pois Londrina está às escuras. Usam a mesma desculpa de que a fiação e luminárias estão deterioradas ou que são antigas, mesma desculpa há anos para justificarem a incompetência. Façam o básico e depois pensem em outros projetos e prioridades. Saiam a campo, uma região por vez, façam vistorias in loco, pois a escura Londrina está com saudades dos tempos da Copel, quando demoravam no máximo 3 dias para atenderem um chamado. Os protocolos 72730/10 e 68216/18 constam como atendidos, sendo que não é verdade. E nossos vereadores? Estão mais preocupados em processar o Boca Aberta. Temos uma Câmara com 19 vereadores sendo que apenas um deles fiscaliza a cidade.
RUBENS BARBOSA JUNIOR (gestor de RH) – Londrina

Boca Aberta
Acompanhei na mídia a repercussão do depoimento do vereador Boca Aberta. Inclusive, um repórter enfatizou a maneira do parlamentar se comportar, andando para lá e para cá, gesticulando, etc. E qual é o problema? Este é o jeitão dele, e os políticos em geral quando estão em campanhas políticas sobem em seus palanques, gesticulam, gritam e bradam aos quatro cantos que suas "prioridades" são saúde, educação e segurança? Prometem e nada fazem! Pelo menos esse aí é um dos poucos que estou vendo trabalhar em prol da população. Os demais, em vez de ficar criticando, que levantem o "popô" de suas confortáveis poltronas, recuperem no "arquivo morto" tantas promessas e coloquem mãos à obra! Afinal, os salários são astronômicos e as verbas de gabinete uma "afronta" aos nossos impostos! Ah, uma perguntinha: estão fiscalizando se os médicos estão realmente comparecendo no trabalho? E a enfermeira que está licenciada há três anos (diga-se de passagem bastante tempo já né)?
MARIA REGINA MINTO REYES (assistente administrativo) – Londrina

Os cem dias da "nova" Câmara
Em resposta ao leitor Ludinei Picelli, que se manifestou neste espaço na edição da última sexta-feira (21), informo que os problemas da cidade estão, sim, sendo tratados com seriedade pela Câmara de Vereadores de Londrina. Respeitando a opinião do leitor sobre o conteúdo das propostas em discussão no Legislativo, é importante lembrar que a apresentação de projetos de lei representa apenas uma parcela do trabalho dos vereadores. Nos primeiros 100 dias deste ano, a nova Câmara realizou cinco audiências públicas para tratar do IPTU Progressivo, da construção do Contorno Norte, do Analfabetismo em Londrina, da criação do Dia do Nascituro e da alteração do zoneamento do parque industrial da empresa Adama. Promoveu ainda dezenas de reuniões públicas, debateu questões relacionadas à saúde e à segurança. Na ação fiscalizadora, os vereadores apresentaram mais de 90 Pedidos de Informações ao Executivo. Neste mesmo período e paralelamente às atividades da Comissão de Ética, foram criadas duas comissões: Comissão Especial de Desburocratização - que tem como meta revogar as leis que comprometem o crescimento da cidade -, e a Comissão Especial da Sercomtel Iluminação - com o objetivo de avaliar a qualidade dos serviços prestados à população pela empesa pública. Há muito o que fazer ainda, mas a Câmara de Vereadores tem se mostrado o espaço de cidadãos e cidadãs londrinenses de diferentes segmentos, que querem discutir uma nova cidade. Por isso é preciso acompanhar de perto o trabalho dos vereadores para uma análise crítica que contribua com a atividade parlamentar, respeite as diferenças e valorize a pluralidade de ideias.
Mario Takahashi, vereador e presidente da Câmara Municipal de Londrina

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