OPINIÃO DO LEITOR
Caminhar na cota zero do Lago Igapó
Hoje quem vem caminhando da barragem do Lago Igapó I e quer ter acesso ao Igapó II tem que ir da foz do Córrego do Leme, seguir o canal, subir uma escada de acesso ao Zerão, subir pela Avenida Amintas de Barros e descer a Avenida Higienópolis. Nossa sugestão é fazer uma passarela de madeira ligando a foz do Córrego do Leme à Avenida Higienópolis e com traçado equidistante das margens do terreno do Iate Clube. A passarela integraria os lagos Igapó I,II,III e IV, possibilitando um caminho linear até a pista de caminhada do Vale do Rubi. Passei a ideia para um vereador na legislatura passada, mas por falta de verba não foi viabilizada. Penso que vale a pena pensar no assunto, porque beneficiaria muitos frequentadores do local, inclusive as pessoas com mobilidade reduzida.
VIRGILIO MOREIRA (engenheiro civil) Londrina
Pela autonomia da UEL
Não há dúvida que Londrina e o Norte do Paraná cresceram juntos com a UEL. Além de construir conhecimento, a universidade gera um ciclo econômico que beneficia toda a região. O que nos causa espanto são as recentes informações de cortes nos orçamentos das universidades estaduais. Tais cortes ferem a previsão do Art. 207 da Constituição Federal segundo o qual "As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão". A limitação na contratação de colaboradores, por exemplo, gera forte impacto em todas as atividades acadêmicas e, por consequência, o próprio funcionamento da UEL. Tenho certeza de que o governador pode priorizar a educação e reduzir o número de cargos comissionados do governo para garantir o funcionamento da UEL.
ANDRÉ TRINDADE (advogado) Londrina
Reforma da Previdência
O governo está lutando para conseguir aprovar a reforma previdenciária. O governo afirma que se não houver essa mudança, a Previdência se tornará inviável em poucos anos. Mas considerando somente os 500 maiores devedores do INSS temos uma dívida no valor de R$ 426 bilhões. Por que nenhum político fala em cobrar os grandes devedores? Esse valor é três vezes maior que o deficit da Previdência. São grandes empresas públicas, privadas, fundações, governos estatuais e prefeituras. O governo deveria se esforçar mais na cobrança e fiscalização desses débitos.
TOCHITANE MITSI (gerente de restaurante) Londrina
Bons exemplos na saúde pública
Volto hoje a um tema a que já me referi anteriormente e que preocupa muito a população: a saúde pública. Sempre lemos comentários desabonadores a respeito. Pois mais uma vez sou obrigado a elogiar o atendimento recebido por minha esposa que foi acometida de um mal súbito à noite. Corremos para a UPA, da Avenida Arthur Tomas: em 20 minutos fizeram a triagem e, em seguida, o médico atendeu (por sinal um jovem médico, meu xará), mandou fazer os procedimentos necessários, foi muito atencioso e, só para não me alongar, tomou as providências que resolveram a situação. Da mesma forma já me referi anteriormente ao atendimento na UBS do Jardim Alvorada. Ali também nunca vi ou ouvi qualquer reclamação. Todos sabemos das dificuldades com que trabalham esses profissionais de saúde! Mas existem esses bons exemplos e sugiro que os responsáveis busquem se espelhar neles e assim ajudar para que o dever de Estado no atendimento da saúde seja melhor.
EDGAR BAER (advogado) Londrina
Comentário infeliz
O apresentador Fausto Silva foi muito infeliz durante o final do programa de domingo. Ao comentar sobre a corrupção, disse que o "Brasil é um esgoto". Não sr. Fausto, o nosso país e o povo são maravilhosos, quem é esgoto são sim os políticos corruptos que estão infestados na política nacional.
CÉLIO BORBA (aposentado) - Curitiba
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