OPINIÃO DO LEITOR
Pedágio de Jataizinho
É lamentável e chegam a ser estarrecedores os valores cobrados para se trafegar em uma rodovia de pista simples até a divisa de São Paulo. Observem o tamanho do despropósito: de Londrina até o pedágio de Jataizinho são 25 km, ida e volta 50km, desses apenas 20km em pista dupla; seguindo até Assaí mais 45 km em pista simples. Em resumo, paguei R$ 42 até o pedágio, gastando de petróleo R$ 26, o qual me permitiu ir e voltar de Londrina a Assaí. Isso está correto? Isso é justo ao cidadão trabalhador e pagador de inúmeros impostos? Quer mais despropósito? Um caminhoneiro, pai de família que vive nas estradas para sustentar seus filhos, pagando prestação do seu caminhão, mais esses pedágios absurdos, imaginem com uma carreta com 6/8 eixos o quanto que ele desembolsa principalmente para esse pedágio que é o segundo mais caro do Brasil (perde apenas para o de São Paulo/Santos)? Políticos preocupados com a vida do tralhador? Você acredita? Como diz um outro colega missivista, o povo do Paraná é mesmo uma piada.
PEDRO VICCI (comerciante aposentado) Londrina
Direitos iguais onde?
O artigo 5º de nossa Constituição Federal reza que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza.....Observamos também no artigo 3º, inciso ll, do Código Civil, que são absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil os que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem discernimento para a prática desses atos. Poderíamos incluir neste rol dos (absolutamente) incapazes os ladrões do erário, os corruptos, os sedentos de poder, os desprovidos de caráter, etc. Baseado no artigo 5º mencionado acima, não deveria existir o deplorável foro privilegiado, retrato fiel do "aberratio legis". Fere o princípio de igualdade, mesmo que direcionado à função pública e ao cargo exercido. Quem está por trás do cargo é uma pessoa, a qual deve ser tratada, processada e, se couber punição, que seja punida como qualquer pessoa. Só não pode ser julgada pelos seus pares que também têm culpa no cartório!
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em Direito) - Londrina
Shows da Expô
Em um passado não muito distante, íamos à Exposição Agropecuária de Londrina e assistíamos a shows com Roberto Carlos, Sérgio Reais, Benito de Paula, Milionário e José Rico, dentre outros artistas. Com o devido respeito aos admiradores e raríssimas as exceções, de uns tempos para cá os artistas que se apresentam mais se assemelham a um suco de isopor e sem açúcar!
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé
Pesquisa eleitoral: doença crônica
Sobre a reforma política em curso no Congresso Nacional, é lamentável que os nobres congressistas insistam em fazer uma reforma que apenas oferece conquistas para os mesmos. A sociedade não é consultada, não é vista como o pedaço de um todo, mas sim considerada como massa de manobra. Eles insistem em aprovar pesquisas na semana que antecede as eleições. É uma aberração e uma constatação de manobra. Todo tipo de pesquisa eleitoral é um cancro, considerando que ainda não possuímos maioridade para escolha. Todavia, as mais perigosas e que influenciam o eleitor são as primeiras pesquisas, pois contribuem para a formação de uma má escolha. Outra coisa que nos chama atenção é a veracidade das mesmas e até concluímos que "quem dá mais" sempre chega primeiro. Em resumo: as pesquisas eleitorais deveriam ser banidas por completo.
WELLINGTON AMARAL SAMPAIO (administrador aposentado) Londrina
Tempo de Quaresma, tempo de peixe
Reportagem da FOLHA ("Fome de peixe", Economia&Negócios, 21/03) abordou a
produção de peixes no Norte do Paraná. É possível perceber que não foi só por causa da Quaresma que começou a aumentar a venda de carne de peixe, mas sim sobre a notícia da "carne podre". O aumento no consumo de peixe ocorreu por que começaram a dizer que as carnes de frango, porco e a bovina não estavam sendo muito confiáveis. Então, se nenhuma dessas carnes presta não tinha outra a não ser do peixe. O Brasil é um país extenso e onde existem vários biomas, no entanto, podemos perceber que quando vamos para supermercados diferentes sempre há os mesmos produtos para vender.
RAFAELA SCHOMOELLER SOETHE (estudante) Arapuã
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