Educação
Todos os países que foram arrasados no pós-guerra ou passaram por catástrofes naturais e/ou provocadas, que resultaram em grandes prejuízos de ordem econômica e também à formação educacional e cultural da população, demoraram gerações para se recuperar. E os anais da história nos mostram claramente o caminho: investimento maciço em educação. Veremos que, em menos de meio século, estas nações recuperaram suas economias, que hoje despontam como ponto de referência mundial. Já o Brasil é uma lástima: recursos são disponibilizados na quantia necessária para uma educação de qualidade, mas vislumbramos a queda significativa a cada ano nos níveis de ensino, sendo mais acentuada nas escolas públicas, cuja responsabilidade é do governo. O MEC, guardião-mor da educação no País, deveria ser em tese e obrigatoriamente composto pelas mais brilhantes mentes de educadores deste país, deveria somente traçar as diretrizes de uma boa escola e de um bom aprendizado do aluno, mas tornou-se uma máquina administrativa monstruosa de nomeação política, e aí, temos o resultado! Avaliações que não melhoram, indo contra a evolução de nosso país, atrasando culturalmente gerações de promissores sábios. Sequer fiscalizar conseguem com eficiência. Veja os dados do Enade de 2015, que deveriam ser de 2016. Pergunto, qual a dificuldade neste país, onde a informática é global, dos dados serem computados em tempo real? Resposta: é gente sem capacidade de gerenciamento, sem compromisso com a formação de um povo, uma nação, culpa principalmente das pessoas que decidem e mandam. Por outro lado, em toda regra há exceções. Mas este cidadãos de bem dificilmente serão ministros da pasta.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) – Itambaracá

Reforma da Previdência
A reforma previdenciária proposta pelo governo é algo que vai contra as diretrizes de acesso a benefícios e garantias sociais para os cidadãos trabalhadores de nosso país. Muitos políticos se aposentam após um mandato de quatro anos, como governador, por exemplo, e com supersalários extensivos às esposas, caso faleça o titular do superbenefício. Isso é fato! Por que não reformam este tipo de vergonha nacional?
O governo Temer vai entrar para a história como um governo tampão que destituiu direitos e fez reformas que pioraram a vida do brasileiro!
CÉLIO BORBA (aposentado) – Curitiba

Reforma trabalhista
De forma nenhuma nossas autoridades políticas podem querer transferir para a Justiça trabalhista brasileira a responsabilidade pela crise no mercado do trabalho e muito menos pela crise financeira em que nosso país está atolado. Vejo nossos líderes políticos, em suas entrevistas, enfatizando que a Justiça trabalhista tem que ser reformada em sua totalidade ou ser extinta, como se fosse ela responsável pelas malfadadas e equivocadas políticas de reestruturação econômica e financeira que atormentam nossa economia desde os governos pós-Juscelino Kubitschek. A reforma que está por vir não pode e não deve de maneira nenhuma interferir nos direitos trabalhistas. Qualquer interferência será um mau agouro às conquistas trabalhistas que têm na Justiça do Trabalho o único e eficaz meio de correção numa relação que deveria ser de reciprocidade, a relação contratante-contratado. Sendo assim, não acredito que a Justiça do Trabalho seja responsável pela falta de mão de obra na indústria, no comércio ou nos serviços. O verdadeiro responsável é a nossa máquina pública, ineficaz e corrupta.
LUIZ FURTADO (vendedor) – Londrina

Obrigações
No trânsito, você já deu preferência para coletivos e vans escolares? Já ajudou um idoso, uma criança, uma pessoa com deficiência a atravessar a rua? Nos estacionamentos públicos, de supermercados e outros, você respeita as vagas destinadas para idosos e pessoa com deficiência? Nos supermercados, você respeita o direito de ir e vir dos outros, deixando seu carrinho de compras próximo das prateleiras? Na hora de pagar a compra, se acha "espertinho", fazendo o próximo de idiota ao utilizar quem está com você para ficarem em duas filas? Após colocar as compras no veículo, devolve os carrinhos ao seu lugar de origem? No seu condomínio, você cumprimenta os outros moradores, respeita e cumpre o regulamento interno? Respeita, em especial, o morador de baixo, não fazendo barulho, caso more em prédios? Nos passeios com o seu cachorrinho, você não permite que ele faça o "número 1" e o "número 2" nos jardins de outros? Você recolhe os dejetos? Parabéns para você, que cumpre com as obrigações de um cidadão! Você, que ainda não faz isso, reflita sobre essa necessidade tão importante para um convívio saudável com o próximo.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (administrador de empresas e contabilista) – Londrina

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