Violência nos estados
A violência alarmante que está eclodindo em todos os estados tem uma simples e corriqueira explicação. A brutal desigualdade que sempre existiu, mas que com os últimos governos tomou um tamanho descomunal, tornou-se a mãe, a madrasta e a causadora de toda essa balbúrdia. A ganância por riqueza fácil e a luta desenfreada pelo poder tomaram conta da nossa sociedade. A desigualdade é facilmente constatada pelos números. Temos nos dias atuais uma grande maioria de desempregados, uma maior quantia de miseráveis e um número razoável de ricos (ricos por mérito e ricos por apadrinhamento). Como a lei da sobrevivência fala mais alto, esta maioria sai pelas ruas em busca de seu direito e em busca da sobrevivência. Com os governos equivocados da era PT e com a criação de bolsas dirigidas, esta desigualdade ficou patenteada e de difícil erradicação. Para conter esta avalanche de violência que está tomando conta do País, só existe uma solução: reforma na Constituição, de forma que esta desigualdade obedeça a critérios percentuais aceitáveis. Outra solução seria o MP, através da Lava Jato, bloquear as montanhas de propinas, frutos da corrupção avassaladora, e continuar colocando na cadeia os ladrões colarinhos brancos.
WELLINGTON AMARAL SAMPAIO (administrador) – Londrina

É de Temer!
Ter um presidente que transferiu residência para o Palácio da Alvorada após altos custos patrocinados por nós, brasileiros, para atender a exigência da família presidencial e uma semana depois retorna para o Palácio Jaburu é um absurdo. É inaceitável. Não podemos aceitar que ele diga que não gostou do Palácio da Alvorada, que lá é muito frio, que tudo é muito distante de lá. Será que ele nunca havia ido ao Palácio da Alvorada? Faltou planejamento? Faltou falar com a primeira-dama, com o filho? O que esperar de um presidente desse? Um homem que não consegue administrar aspectos particulares e familiares não tem condições de administrar o nosso país.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

Cotas
As cotas causam grandes debates no Brasil. Agora uma pesquisa diz que o desempenho se equipara; mas é claro que sim, a diferença é que os sem-cotas têm um preparo muito melhor em escolas privadas. Daí, se vê que se os cotistas tivessem se preparado em escolas melhores, o desempenho seria melhor. Para quem não sabe, a disputa entre os cotistas é maior que entre os não cotistas, mas eles disputam entre eles e não em uma disputa desigual com os mais bem estudados, o que não quer dizer "superiores", como muitos querem tentar fazer acreditar. Quantos gênios não estão perdidos por aí sem sequer saber ler? Assim caminha este país. Nas redes sociais, a classe média que ganha bem em estatais continua gritando que estão roubando as vagas de nossos filhos. Eu debati com um por isso e na hora que ele viu que não tinha como sustentar o argumento dele, concordou comigo.
MARCIO DICESAR BENASSI (aposentado) – Sertanópolis

Falta roçada
O bairro Tatuquara, desde o começo do ano, está sofrendo com a falta de serviços de roçadas nas principais ruas de acesso à região. Na Rua Presidente João Goulart, onde passam três linhas de ônibus e que tem grande concentração de comércio, escola, creche e moradias, o mato toma conta da marginal. Já na Rua Odir Gomes da Rocha, o mesmo acontece no canteiro central da via, onde tem calçada/ciclovia, a falta de poda e serviço de roçada acaba incomodando os moradores, porque além de ser uma situação de desleixo por parte da municipalidade, representa acúmulo de lixo, insetos e bichos peçonhentos. Até mesmo na Reserva do Bugio - área de preservação ambiental e aberta ao público para visitação - o problema é o mesmo, na passarela de madeira que dá acesso ao mirante, no final da Rua João Enéas Ramos de Sá, o matagal invade a estrutura. Cansado de reclamar na Central 156, desde o começo de janeiro passado, fico frustrado como cidadão ao observar tais serviços básicos de limpeza pública serem tratados com total desprezo e irresponsabilidade social! Vereadores que se dizem do bairro após a eleição dão as costas aos moradores, e os cidadãos que se virem reclamando para a Regional (156), ou mesmo recorrendo aos veículos de comunicação, infelizmente!
CÉLIO BORBA (aposentado) – Curitiba

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG,
en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

mockup