Cerveja nos estádios é legislar contra a família
Enquanto a maioria das pessoas trabalha no sentido de levar as famílias aos estádios de futebol nos finais de semana para se divertir, aparece o deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli (PSB) e apresenta um projeto para liberar a venda de cerveja nos dias de jogos! Ele diz também que os torcedores ficam fora dos estádios até o último minuto antes de iniciar a partida (quer dizer bebendo) e que poderia impedi-los de entrar para evitar confusões e brigas. Ele mesmo se contradiz com o que está falando. Será que não aprendeu nem a matemática simples e que em 90 minutos dá para ficar bêbado dentro do estádio? Ou esse projeto vai também impedir que os que beberam não poderão ir embora enquanto não acabar o "fogo"? Cita também sobre o livre arbítrio, ora sr. Romanelli, os presídios e as delegacias estão lotadas de pessoas que burlaram o livre arbítrio! Mas que bagunça, hein deputado? Faça projetos sérios como impedir a entrada dos bêbados nos jogos. Há quanto tempo deveria ter regulamentado tantas outras coisas nos campos em dias de jogos, agora vem com essa? Será que a ganância das cervejarias não acaba nunca? E chega ao ponto de convencer deputados a votar em um projeto como esse? Um projeto para acabar com as falcatruas dentro da própria Casa ninguém faz, e muito menos devolver o que já foi gasto inadequadamente também não. Isso tudo está fora de cogitação. Agora, embriagar os torcedores aí é normal! Será que ele não sabe que a maior parte das brigas em família nas festas são por conta das bebidas? Senhor deputado, os estádios ficam mais bonitos e alegres quando as famílias vão e levam suas crianças do que com um bando de idiotas brigando pelo seu time. Os briguentos precisam de um ou dois copos (de cerveja) para começar a brigar e apavorar as famílias. Faça isso senhor deputado e verá o fim da beleza do esporte, assim o senhor estará ajudando a acabar com a alegria do povo que espera projetos mais inteligentes, como por exemplo, o funcionamento dos computadores nos pedágios do Paraná para saber quantos carros passam e pagam. Ah, por isso o senhor não se interessa! É só isso que o povo espera de uma Assembleia que custa uma fortuna de nossos impostos. Acorde para a vida deputado!
SEBASTIAO CALMEZINI (comerciante) – Londrina

Distribuição de aulas
No meu entendimento, a Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed) está mais que correta nos critérios estabelecidos para distribuição de aulas extraordinárias. Com as devidas exceções, existem professores que, além da carga horária normal, escolhem o maior número possível de aulas extraordinárias e, nem bem começa o ano letivo, é aquela enxurrada de atestados médicos que mais parecem advindos das geleiras da Antártida e quase nunca contestados pela perícia médica, bastando apenas o CID e o carimbo/assinatura do profissional da área médica. Muito se esbraveja que essa resolução da Seed comete injustiça, mas, pelo menos, ela retira muitas coisas injustas dos critérios anteriormente adotados.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

Dúvida cruel
Vejo na mídia que Eike Batista estava tentando negociar uma prisão especial, pois como não tem diploma de curso superior ficaria na cela comum junto com os mais desqualificados meliantes. Uma pergunta que não quer calar. O nosso ex-presidente Luiz Inácio, se for preso nos próximos 30 ou 60 dias, conforme nos adiantou um alto membro da Operação Lava Jato, ficará em prisão especial por que já foi presidente da República ou na cela comum, uma vez que não tem diploma de curso superior?
EDSON MEDARDO SCARCHETTI (bacharel em Teologia) - Figueiró dos Vinhos (Portugal)

Correção
■ Diferentemente do informado no editorial "Primeiro mês" (Opinião, 28-29/1), a secretária de Assistência Social, Nádia Moura, também acumula as secretarias de Políticas para as Mulheres e a do Idoso.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

mockup