OPINIÃO DO LEITOR
A esperança diante da crise
Nosso País passou por momentos que ficarão na história. Não é possível apagar tanta notícia ruim que gerou a instabilidade do governo, demissões, falências de empresas renomadas e desesperança. Apesar dos pesadelos, precisamos nos manter otimistas e desenhar um novo cenário para o ano vindouro. As faxinas estão sendo feitas e, aos poucos, vemos o nosso Brasil esboçar uma retomada de tudo o que perdeu nos últimos anos. Sabemos que ainda há muito o que limpar, mas, pelo menos, a Justiça parece estar atenta em alguns casos. Temos aí a Operação Lava Jato com muitos êxitos e confiança da opinião pública e esperamos que continue assim. Como tudo tem seu lado positivo, é possível perceber que o brasileiro amadureceu com a crise. Temos uma sociedade mais atenta politicamente, que cobra mais dos seus governantes, que vai para as ruas gritar pelo que acredita. Temos também um povo ainda mais solidário. Uma prova é que o Brasil subiu 37 posições no ranking mundial de solidariedade deste ano, atingindo seu melhor resultado desde 2009. O levantamento mostra que tem mais gente doando dinheiro e mais gente fazendo trabalhos voluntários. Isso é crescimento humano! Combustível para ajudar a sairmos mais uma vez de uma crise. Para 2017, é importante ficarmos atentos aos novos representantes do Executivo e Legislativo e acompanhar o seu trabalho de perto. No agronegócio, são muitas as reivindicações para que o segmento seja respeitado como merece. Neste sentido, o Sindicato Rural Patronal de Londrina já deu um passo importante, convocando alguns representantes políticos eleitos para cobrar melhores estradas rurais, segurança no campo e mais diálogo com a classe produtora. Enquanto entidade, sabemos que a mobilização move montanhas. Acreditamos na nossa força! Acreditamos no Brasil!
NARCISO PISSINATI (presidente do Sindicato Rural Patronal de Londrina)
Londrina
Viva a burocracia!
Nove mil tijolos, seis caminhões de areia e quatro de pedra, 180 sacos de cimento e 80 de cal, portas, janelas, canos de esgoto e água, soleiras, pisos e revestimentos. Terraplanagem, brocas, baldrames, emparedamento, fossas, lajes, concreto, reboco, argamassa, assentamento, fiação elétrica e pintura. Tudo isso foi concluído em 100 dias corridos. Alvará de licença, habite-se e registro em cartório: 90 dias. Se for vendido com financiamento, mais 60 dias. Resumindo, o que se leva 100 dias para construir com mão de obra manual demora 150 dias para se organizar os documentos que hoje em dia são totalmente informatizados. Tem que estar acontecendo alguma coisa muito errada para um país que quer retomar o crescimento.
PAULO MAURICIO ACQUAROLE (aposentado) Londrina
Irresponsabilidade
Solicitei a transferência de uma moto via 69ª Ciretran de Sertanópolis que, prontamente, executou os trâmites e remeteu ao Detran em Curitiba no dia 24/11, com saída, via malote, em 1/12 e com a chegada em 2/12. Até hoje tal malote não chegou! Foi extraviado pelo Correio. Nele contém 26 documentos de Sertanópolis e Primeiro de Maio. Em que pese todo o empenho da Ciretran, a Empresa Brasileira de Correios não deu a mínima. Situação essa já acontecida anteriormente. Viva a incompetência, o desleixo, a cumplicidade e a irresponsabilidade, palavras tão bem defendidas por nossos Três Poderes.
GILSON CESAR DE OLIVEIRA (aposentado) Sertanópolis
Calçadas em Londrina
Não é possível que Londrina continue com a má conservação de suas calçadas. Em toda parte da cidade, as calçadas estão péssimas, chegando ao ponto em que o cidadão sofrer acidente destroncando os pés, como aconteceu com o meu assistente técnico de eletrônica no centro da cidade, ao lado do Colégio Hugo Simas. Sem contar que a Sanepar também deixa muito a desejar nos serviços que presta no atendimento de consertos de vazamentos dágua. Acho que a prefeitura e a Sanepar deveriam ter mais cuidado quando prestam um serviço à comunidade londrinense, já que é obrigação de ambas prestar bons serviços aos munícipes.
ADERALDO INÁCIO RIBEIRO (contabilista) Londrina
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