Expulsão de estrangeiros nos EUA
O futuro presidente dos EUA, Donald Trump, pretende expulsar todos trabalhadores estrangeiros ilegais no seu país. Será que isso é bom para economia norte-americana? Pelo meu ponto de vista, a resposta é negativa. Tudo que não é bom para economia, não é benévolo também para sociabilidade. Se o trabalhador estrangeiro é bom para o Japão, então por que não é interessante para os EUA? Em 2006, havia no Japão um milhão de trabalhadores chineses, 500 mil coreanos e 300 mil latino-americanos. Os salários dos estrangeiros servem para flexibilizar os salários dos japoneses. Se levar em conta a globalização da economia, nenhuma fábrica japonesa de veículos sobrevive se pagar ao empregado um salário superior a US$ 5 mil, como já aconteceu no final da década de 1980. O povo japonês, que é ordeiro, sabe disso. Foi o então presidente dos EUA, Ricardo Nixon, que assinou a paz com a China e convidou-a a compartilhar com a economia mundial. Nesse cenário internacional da maratona econômica, a cada vez que a distância se encurta entre chineses e japoneses ou norte-americanos, o salário e a economia do Japão e dos EUA tendem a depreciar. E para que essa depreciação seja mais lenta, o melhor remédio é aumentar os trabalhadores estrangeiros "de baixo salário" nas fábricas. Em suma, a proposição do futuro presidente dos EUA não tem sido boa.
OSAMU ARAZAWA (contador) – Londrina

ConCidade
A Folha de Londrina elencou alguns dos temas debatidos no evento organizado pelo Conselho Municipal de Transparência e Controle Social (CMTCS), em virtude da abertura da 3ª Semana de Transparência, Cidadania e Controle Social. Mereceu destaque nesse bate papo, o Plano Diretor (?) e a criação do ConCidade. Bom, o ConCidade já foi criado, resolveram dar uma escanteada no conselho com a argumentação de que os "especialistas" é que dominam o assunto e que a população nada entende de urbanização. A sementinha da meritocracia! Londrina está com um atraso nessa matéria de 10 anos. Por conta disso, há um favorecimento a determinados grupos e o acentuar das desigualdades e, consequentemente, queda nos indicadores. Daí, ficamos botando a culpa nesse ou naquele, mas não reconhecemos nossos erros. Uma década de atraso! O Plano Diretor não caminha sozinho, a Lei de Zoneamento o acompanha, no entanto, uma decisão da Câmara de vereadores pode jogar por terra todo um trabalho, mais um motivo para termos um ConCidade forte. Mas o que vemos hoje é uma cidade com um Conselho Municipal da Cidade (CMC) fraco e criado só para impedir a participação da população, em detrimento de um ConCidade democrático, proativo na sua composição. Vamos lá Londrina!
LIDMAR JOSÉ ARAUJO (professor) – Londrina

Semântica
Mais uma vez nossos ilustres deputados conseguiram frustrar nossa expectativa, acrescentando ao decálogo assinado por mais de 2 milhões de brasileiros e que corresponde ao anseio de toda a população brasileira. Mas analisando friamente a questão podemos ver que foi só uma questão de interpretação, ou seja, fatiaram o termo decálogo, como está na moda, e inseriram no espirito da lei o "de" - "cá" - "logo", ou seja, passem a parte deles rapidamente. Questão de semântica!.
EDSON MEDARDO SCARCHCDTTI (bacharel em Teologia) - Figueiró dos Vinhos (Portugal)

Cartel nos postos de combustível
Um crime contra a economia popular e contra quem não pode se defender. Não há defesa para quem precisa e tem de colocar gasolina ou diesel nos postos, sei que o preço nas cidades vizinhas a Londrina é menor. Pior é em cidades menores onde os cartéis são menores e de bem mais fácil controle entre os participantes. Engraçado que os representantes dos postos, o popular "sindicato", repudia a criação dos cartéis. Difícil acreditar na veracidade das palavras porque o que interessa aos empresários é o lucro, mesmo impondo o terror a quem pode ou não pagar.
MARCIO DICESAR BENASSI (aposentado) – Sertanópolis

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG,
en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal.
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