‘Filhos rebeldes da UEL’
Com o perdão da palavra, Paulo Briguet, mas vimos na última quinta-feira (17) que a UEL tem mais filhos do que nós, ditos jornalistas e interpretadores da realidade, podemos contar. Quando você escreveu na sua coluna sobre os "Filhos da UEL, nossos irmãos" (Cidades, 15/11), aqueles que a mando do grande paternalismo institucional-familiar limpavam a sujeira da sala e nem questionavam o motivo de estar sujo, esqueceu-se de mencionar nós. Os filhos rebeldes. Claro, sempre fomos intitulados de "sem causa" pelos nossos irmãos, estes últimos que tanto amamos, mas discordamos. A assembleia provou isso caro Briguet, com uma votação apertada decidida por um caçula ou dois, provou-se que nós (irmãos) estamos muitos insatisfeitos com essa baderna da grande líder de nossa família, a UEL, sentar à mesa com pessoas que nem conhecemos. Não queremos as sobras desse jantar realizado na calada da noite, enquanto nos era ordenado ir para o quarto, digo, sala de aula. Queremos, meu irmão, participar do jantar, este que nem a própria UEL se serve devidamente. Após vários jantares suspeitos com os nossos parentes Beto Richa e Michel Temer, provamos que queremos sentar à mesa, queremos a refeição que nos é de direito, queremos ter voz no jantar. Queremos, Briguet, mas queremos também que nossos irmãos e "filhos da UEL" participem também dessa cadeira chamada movimento estudantil.
MARCOS GICA (jornalista) - Londrina

‘Filhos da UEL’
Considero todos vocês como tendo o respeito e filhos de pessoas de caráter, e assim foram criados, pois tiveram a atitude de se revoltar contra uma minoria barulhenta e intimidatória que prejudicou a maioria dos estudantes e até mesmo o patrimônio da UEL, que não só é dela, é de uma sociedade que a construiu por muitos anos. Vamos deixar de hipocrisia: ocupar é quando se ocupa algo que é inútil, que não produz para sociedade, mas invadir é ocupar um espaço que é produtivo, que produz educação, que produz liberdade e que não é interessante para os querem um país de analfabetos, iletrados e que podem ser conduzidos como "gado". A UEL não é improdutiva, apesar de alguns trabalharem e torcerem para isso, muito menos inútil; inúteis são aqueles que a querem destruir. Mas o filhos da UEL saberão de forma fortalecida crescer contra eles. Obrigado por vocês serem nossa voz. Gritem cada vez mais alto e não se intimidem pelo grito dos inconsequentes.
ANTONIO BENEDITO ALMEIDA CAMARGO (engenheiro agrônomo) – Cornélio Procópio

Bate-boca no STF
Confesso que fiquei constrangido com o bate-boca protagonizado entre os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes em sessão do STF, na tarde da última quarta-feira (16/11). Em meio a uma discussão desproporcional e injustificada, nossos inscientes ministros acabaram ridicularizando publicamente todo o Poder Judiciário por meio dessa "lavação de roupa suja". Atitude insensata de ambos que, infelizmente, não agrega nada positivo ao atual momento de instabilidade política e econômica pelo qual passamos, onde se busca o fortalecimento de nossas instituições na tentativa de recuperar a confiança e credibilidade dos brasileiros. Mas, novamente, o Poder Judiciário deverá ter sua imagem arranhada graças ao papelão cometido por Vossas Excelências.
MATHEUS AUGUSTO DA SILVA MACHADO (estudante de Direito) – Arapongas

Pedintes e artistas nos semáforos
Praticamente em todos os semáforos movimentados de Londrina, sempre tem alguém para pedir dinheiro. São artistas circenses, índios, surdos, pedintes, vendedores de todo tipo de mercadorias, onde se vê claramente pessoas trabalhando em nome de ONGs. Se é que essas ONGs realmente existem. Creio que tenha pessoas por trás levando vantagem, usando idosos e crianças na venda de produtos e pedindo dinheiro e levando perigo aos motoristas. Não sabemos se pode ser um bandido, pois quando percebemos já estão com a cabeça dentro de nossos veículos. Será que não tem nenhuma autoridade para tomar providências?
WAGNER COSTA (empresário) – Londrina

Dom Orlando Brandes
Meus cumprimentos sinceros ao dr. Ronaldo Ss. Paiva pela profundidade religiosa e beleza literária sobre o arcebispo de Londrina, dom Orlando Brandes (Opinião, 19/11). Realmente, dom Orlando é uma figura exponencial que encanta a todos. Londrina sempre foi celeiro de almas iluminadas para nos dirigir espiritualmente, como foi dom Geraldo Fernandes, dom Albano Cavalim e esta figura impar, tão bem retratada pelo dr. Ronaldo, os quais tive a oportunidade de conhecer pessoalmente. Dr. Ronaldo, que Deus continue lhe iluminando para que possa sempre retratar a beleza da nossa igreja.
EDSON MEDARDO SCARCHETTI (bacharel em Teologia) - Figueiró dos Vinhos (Portugal)

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