Liberdade religiosa e intolerância
O Brasil é marcado pela diversidade cultural bem como de religiões diante dos processos imigratórios constituindo um país laico. E sua Constituição garante a liberdade do culto religioso e a separação entre Estado e Igreja. O Brasil é uma nação predominantemente católica em 64,6% da população, porém infelizmente o brasileiro não respeita essa liberdade, pouco importa se rezamos mil aves marias ou oramos gritando dentro das igrejas evangélicas, bem como acreditamos em reencarnação ou se oferecemos oferendas à Iemanjá, o nosso objetivo é um só, o bem. O Alan Kardecismo é atacado com veemência dentro das igrejas católicas e evangélicas em um preconceito enraizado desde os primórdios, taxando o povo espírita como endemoniados, necromantes, feiticeiros e coisas do mesmo teor, ou melhor, no jargão popular, como "macumbeiros", isso se chama intolerância religiosa. O Espiritismo, ao contrário do que muitos pensam, também acredita em Jesus, no amor, na paz, além de propagar a caridade por todos os cantos. Não estamos aqui para condenar a religião do outro, mas sim para transformar nosso mundo em algo melhor. É preciso acabar com o preconceito!
TATIANA GONÇALVES ANDRÉ (advogada) – Londrina

Ocupa Paraná e PEC 241
As certezas de hoje serão as dúvidas de amanhã para os mais inteligentes, e os que perderem o caráter no caminho se aproveitarão das ilusões alheias. Sou contra a reforma do ensino médio da maneira como foi decidida e da forma que tenho conhecimento. Acho que estão prevendo a aprovação da PEC 241 e a dificuldade de redução de gastos mantendo a educação como é. Não sei se o governo tem alternativa. Sei que o real que paga a educação é o mesmo que paga a saúde. Será que tenho coragem para ir a um posto de saúde escolher um doente para sofrer, morrer e assim sobrar dinheiro para a educação? Educação de qualidade é desejável, mas a que preço? O melhor não é o ideal, é o possível!
ILDO YUKIO MARUBAYASHI (agricultor) - Londrina

Estudantes: mudem o foco!
Sobre a mobilização pela educação, faço um alerta aos estudantes: façam uma avaliação no verdadeiro foco de suas reivindicações para não serem prejudicados. Poderão ser reprovados pelo pouco aproveitamento das aulas, privarem-se das férias, viagens, passeios lazer com familiares. Não sejam massa de manobra de oportunistas, não é justo. Tratando-se de menores, seus pais responderão por atos impensados, universitários, poderão comprometer seu futuro. Para quê? Invadir uma Câmara de Vereadores contra atos do governo federal é de uma pobreza, despreparo total. Mudem o foco: exijam a saída de secretários da Educação, ministros, mudem o quadro político, banindo os deputados que efetivamente não nos representam, sendo apenas gastadores do dinheiro público.
MOISÉS DOS SANTOS (entregador de gás) – Londrina

Reeleição e obrigatoriedade do voto
Concordo plenamente com o professor Lidmar José Araujo (Opinião, 7/11). Também sou contra a reeleição e o voto obrigatório. Que democracia é essa que nos obriga a votar? É por isso e pela reeleição que nas últimas eleições votei em branco. No próximo ano, completarei 70 anos de idade. Daí, não irei votar mesmo. Chega! Não perderei mais tempo com o que não nos dá retorno.
JOSÉ ANISIO ZANETTI (aposentado) - Santo Antônio da Platina

Solução para o ensino médio
A solução para o ensino médio passa pela mudança no sistema de acesso ao ensino superior que, de multidisciplinar, deveria passar a específico.
JOSÉ CARANI (professor aposentado) – Cambé

Senadora Gleisi, peça perdão!
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) ficou 13 anos no poder e nunca se lembrou em perguntar para o povo se concordava ou não com o dinheiro que o PT jogou fora, mandando para Cuba, Venezuela e outros países, como também fazer acerto com a Petrobras na Argentina, na Bolívia, como o terminal marítimo em Cuba, etc. Não perguntou ao povo se é normal um ex-presidente da Petrobras receber R$ 123 mil por mês sem fazer nada, não perguntou também se é normal os ex-ministros de Dilma, depois que ela foi afastada do poder, poderem gastar R$ 7,2 milhões engajados nas boquinhas se aproveitando das falhas do sistema que eles mesmos criaram. Não perguntou aos aposentados se eles aceitavam ter descontado em seus empréstimos, uma pequena comissão que somou R$ 100 milhões tirados dos bolsos dos necessitados. Nada disso a fez acordar para salvar o povo. Pois muito bem, sra. Gleisi vê se coloca a sua mente para ajudar a encontrar soluções e trazer de volta, pelo menos parte, do dinheiro que foi desviado, isso sim justificaria o amor que a senadora diz ter pelo povo e não continuar mentindo, dizendo que não precisa diminuir os gastos do governo.
SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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