VGD
O LEC está em ascensão. Porque o seu futuro é animador, o VGD, patrimônio da cidade, que deveria ser tombado, poderia ser transformado numa confortável arena dotada de todos os recursos para possibilitar, inclusive, apresentação de eventos de natureza cívica, artística e cultural. Considerando tratar-se de um empreendimento de fôlego, a obra poderia ser encampada por um consórcio de empresas que exploraria o espaço para se ressarcir do investimento. A duplicação ou triplicação da capacidade estaria condicionada à extensão das arquibancadas, em sentido vertical, até o limite dos meios fios em todo o entorno do estádio. A ideia pode ser meio fantasiosa, mas real. Depende apenas de dinheiro e vontade.
ANTÔNIO SCARPARI DAMETTO (aposentado) – Londrina

Lixo e som alto
Todos temos direito de ir e vir desde que respeitemos, no mínimo, o espaço do outro. Em Londrina, a coisa parece ser bem diferente disso tudo, onde falta mesmo é muita falta de educação, consideração, respeito dos sem noção. No verão que se aproxima (e será bem quente segundo especialistas) é muito gratificante pegar a família e fazer passeios em parques e, por que não, fazer um gostoso piquenique embaixo de uma sombra, num local limpo e gramado estender a toalha xadrez com direito a formigas, etc. E, claro, não esquecer de levar o cachorro, papagaio, periquito muitos lanches, sucos e água gelada e um colchonete para tirar uma soneca. Pois bem, tudo bonito, tudo agradável não fosse os sem noção, carros com porta-malas abertos e cada um tocando um som diferente, ou seja, um pior que o outro numa altura de fazer quem mora nas proximidades, seja à beiras dos lagos como em outros parques públicos da cidade, conviver com esse barulho nos finais de semana. Sem contar a sujeirada que deixam para trás, um absurdo: até fraldas descartáveis (sujas, claro) são jogadas nestes locais, misturadas a latinhas, copinhos, papelões e muito mais lixo. Agora, com a nova lei do som alto nos carros, pode ser que melhore, se tiver fiscalização e multar esses barulhentos e porcalhões, dando mais seguranças e sossego a muitos outros que fazem totalmente o contrário.
NATHANAEL DA SILVA (projetista) - Londrina

A educação em nosso país
Educação escolar é fraca em nosso País. O aluno não tem o hábito da leitura nem da escrita. Mas a culpa não é do professor. A falha está no sistema e na metodologia, bem como na aplicação dessa metodologia. A Lei de Diretrizes e Bases do Ensino Escolar não é convincente. Desde que derrubaram a lei 4.024 , esta sim, quase perfeita, o ensino deixou a desejar. Essa lei levava o aluno a aprender ler e escrever corretamente. Dominava as 4 operações, a numeração até 1.000, a tabuada se estudava como se fosse uma poesia, sabendo discernir o que aprendia, isso na 1° série durante um ano. Estava preparado para seguir em frente. Mas a família também é responsável por esse fracasso. Não estou generalizando, apenas advertindo, pois certos pais hoje não tomam conhecimento de como seu filho está diante do aprendizado, se ótimo ou péssimo, não dá a mínima. O professor está de mãos atadas e sem voz na multidão. As autoridades sabem disso, mas parece que tudo está normal. Com isso, o estudante, uma joia valiosa no seio da sociedade, está sendo mal lapidado e segue para o ensino médio e para universidades de muleta. Senhores pais, professores e autoridades responsáveis pelo ensino em nosso país, vamos procurar soluções para resolver os problemas. Tudo se resolve a contento quando há esperança, basta ir à luta. Sabemos da dura realidade porque a mídia nos informa dia a dia. O Brasil poderá, num futuro não muito distante, ser uma potência mundial. Senhores secretários da Educação e senhor ministro da Educação, acordem, ainda há tempo!
WANDA DAVANZO GNANN (professora aposentada) - Ibiporã

Olho em Brasília
Mais do que nunca o cidadão comum, que paga impostos, não tem privilégios e carrega esse País nas costas, tem que estar de olho em seus representantes em Brasília e acompanhar passo a passo as decisões de nossos legisladores, uma vez que vai ser apreciada e votada as 10 medidas contra a corrupção. A votação deve ser em aberta e indicar claramente a posição de cada deputado ou senador, a fim de que o povo saiba o que fazer com eles nas próximas eleições. A mídia tem que dar ampla cobertura, pois trata-se de medidas que há muito já deveriam estar funcionando. Nós (povo) temos que ampliar nosso interesse nas ações políticas e não continuar a assinar uma carta em branco a quem foi eleito e alimentar a ilusão de que temos no poder fiéis e leais representantes a cuidar dos interesses maior da nação. O fim da corrupção e dos desmandos só vai acontecer quando pusermos um fim na ingenuidade e desinteresse do cidadão comum.
SILVÉRIO DA SILVA (aposentado) - Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

mockup