OPINIÃO DO LEITOR
Ocupação/invasão de escolas
Isso é apenas o começo da desgraça advinda de um movimento insuflado por pseudos professores, integrantes da CUT e da esquerda retrógrada do Brasil, admiradores de Fidel Castro, Hugo Chávez, Nicolás Maduro e outras escórias com pensamentos semelhantes. Certamente, outras notícias negativas surgirão em breve, advindas da irresponsabilidade de quem deveria primar pela ordem e bons costumes na sociedade. Essa ocupação é um campo fértil para a garotada experimentar drogas ilícitas e álcool (aqueles que ainda não experimentaram), bem como ter a oportunidade de iniciar a vida sexual mais cedo. Tudo com o beneplácito de quem efetivamente deveria zelar pela ordem e bons costumes nesses ambientes invadidos, ou ocupados como tentam classificar os adeptos do movimento. Todavia, para o grupo que tem como objetivo primordial atingir seus objetivos politiqueiros, os fins justificam os meios. Não faltaram incendiários com ligações umbilicais com a esquerda retrógrada, composta majoritariamente pela CUT/PT, despendendo esforço descomunal no sentido de tentar convencer a opinião pública que a paternidade dos filhos da invasão/ocupação é dos governos Beto Richa e Michel Temer.
LOURIVAL BARBOSA (advogado) - Londrina
Escolas ocupadas
Se perguntarmos aos alunos que estão ocupando as escolas, o que é uma PEC, a quase totalidade dirá tratar-se de alguma guloseima, modalidade esportiva, banda de música ou outro absurdo qualquer.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé
Baderna de mimadinhos
A fraqueza de nossas autoridades ultrapassou o fundo do poço e parece que não tem limite de queda. Meia dúzia de alunos toma conta de uma escola com mais de 2.000 estudantes que querem estudar e os bananas de pijamas, que deveriam ter pulso firme, simplesmente ficam observando e fazendo orações para que o anjo do Senhor toque os coraçõezinhos deles e que uma luz venha iluminar seus caminhos. Onde estão autoridades deste Estado?
MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo) - Alvorada do Sul
Escolha do secretário de Educação
O prefeito eleito de Londrina, Marcelo Belinati, está inovando na administração pública com um concurso público nacional para preencher o cargo de secretário municipal da Educação. É uma tentativa sem qualquer proveito, visto que ninguém atuando no segmento da Educação na Bahia ou em Pernambuco irá concorrer a essa vaga para ganhar menos de R$ 15 mil brutos tendo que arcar com encargos de moradia e outros atinentes a sua atual posição em sua cidade de origem. Além do mais, o que poderia gerar de benefício a Londrina um secretário da Educação que tem origem em outro estado? E os custos desse concurso? Será que em Londrina não teríamos pessoas competentes para preencher esse encargo? Se a resposta for negativa, também teremos que fazer concurso nacional para secretário da Fazenda, do Planejamento, de Obras, e assim por diante. Ficaremos atentos com os candidatos que irão prestar esse concurso e tomará que não seja um "tiro no pé", visto que se for pífio o número de interessados, nosso prefeito estará iniciando sua administração de forma lesiva ao erário público.
CARLOS HENRIQUE SCHIEFER (advogado) Londrina
Concurso para secretário
Ao contrário do que diz a leitora Nina Cardoso (Opinião, 25/10), o prefeito eleito Marcelo Belinati acredita e muito nos profissionais de Londrina. Tanto é verdade, que por respeitar e valorizar os talentos da cidade na área da Educação e que talvez tenham vontade de dar a sua contribuição, mas nunca tiveram a oportunidade, é que lançou essa seleção para o novo secretário de Educação. Essa é justamente uma maneira de oportunizar que todos os educadores de Londrina que tenham vontade de ser secretária(o) da Educação possam efetivamente participar. O conhecimento da rede municipal e os seus desafios será um dos critérios a ser analisado para a escolha do secretário. Isso é uma forma de evitar a indicação política, como tem sido feito ao longo dos anos, sem sequer ouvir os educadores de Londrina. Aliás, buscar elementos de fora, totalmente desconhecedores de nossa realidade, como diz a leitora, aconteceu no caso recente da atual secretária de Educação que ficou muitos anos longe de Londrina, não era da rede pública, foi secretária em um município de 15 mil habitantes (Querência-MT) e candidata a vereadora lá pelo partido do prefeito, o PSD. Quanto ao custo, não será gasto nenhum centavo de recursos públicos no concurso. Todo o processo será feito pelo Instituto Vetor - Fundação Lemann, que é uma das maiores e mais respeitadas instituições do Brasil que apoia a educação sem qualquer custo. Depois, a Fundação Lemann fará o acompanhamento e dará todo apoio à Secretaria Municipal de Educação.
CLAUDIO ESPIGA (engenheiro civil) Londrina
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