Invasão de escolas
Audiência pública na sexta-feira (21/10) na Câmara de Vereadores de Londrina, segundo reportagem desta FOLHA, contou com a presença do Conselho Tutelar, Defensoria Pública, Centro de Direitos Humanos, Conselho Municipal da Juventude, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Alunos e Pais de alunos. Todos esses órgãos e essas pessoas apoiando maciçamente a vergonhosa e politiqueira invasão de escolas, atitude criminosa que desrespeita o direito constitucional de quem tem opinião diferente, e que pode ser enquadrado como crime, bastando para isso que as autoridades de bom senso se envolvam nessa causa. Essa é a maior prova do aparelhamento partidário de treze anos de governo da esquerda irresponsável, que destruiu as instituições que trabalham para o desenvolvimento da sociedade de forma coerente e, por consequência o desenvolvimento do país. Alguém, em bom senso, consegue destacar alguma finalidade nobre dessas entidades, que não raro tem significativo custo financeiro para a sociedade? Será que essas pessoas, e aí se inclui parte dos professores, sabem o significado de cidadania? Começa a tomar corpo no Estado um movimento que visa exatamente o contrário: a luta dos próprios país e cidadãos de bem para desocupar e manter a liberdade de frequência nas escolas, logo esse lugar de insubstituível nobreza na formação de cidadãos dignos.
JOÃO CATARIN (economiário) – Londrina

Concurso para escolher secretário
No jornal do final de semana foi publicada uma notícia em que o prefeito eleito de Londrina declara que irá contratar uma ONG paulista para que realize um concurso nacional para definir quem será o seu secretário de Educação. Questionado se fará o mesmo para outros cargos do Executivo, deu uma resposta genérica, o que pode significar que haverá um processo uniforme de escolha do secretariado, todo ele baseado em "concursos nacionais". Duas questões se apresentam: 1 - o prefeito eleito considera que não existem, em Londrina, profissionais capacitados para assumirem as secretarias e autarquias sob sua responsabilidade, necessitando, para tanto, buscar elementos de fora, totalmente desconhecedores de nossa realidade? 2 - como será pago o custo desse (ou desses) concurso nacional, visto que costuma ter um elevado valor e não poderá ser utilizado dinheiro público, da prefeitura, por não se tratar de concurso para funcionários e, sim, para comissionados, pessoas que podem ficar 4 anos em seus postos, mas também podem ser removidos em 4 meses, pois não possuem vínculo empregatício com o Poder Executivo? No aguardo dos esclarecimentos.
NINA CARDOSO (psicóloga especialista em RH) – Londrina

Direito de ser
O nobre vereador londrinense Roberto Fú está corretíssimo em questionar a Sercomtel Iluminação na prestação de serviços na iluminação pública, que jamais terá a competência e estrutura da Copel. Por que pagarmos mais caro pelo mesmo serviço? Sou testemunha. Em 9 meses (janeiro a outubro) trocaram 8 lâmpadas no mesmo poste, no final da Rua Tremembés, em frente ao número 1.791 (tenho os números dos protocolos). Qual foi o custo? Quantos mais absurdos iguais aconteceram? Sem contar que, nesse mesmo local, faz 4 anos que a Secretaria de Obras não faz o trivial tapa buracos, nossa UBS está um caos, quase desabando. Cadê os outros vereadores? Honestamente, os moradores do Jardim Ideal não sentirão saudades dessa administração. Marcelo Belinati, estaremos de olho no senhor também.
MOISÉS DOS SANTOS (entregador de gás) – Londrina

De novo, não!
Mais uma vez nossos congressistas estão preocupados em entregar ao povo brasileiro aquilo que não precisamos ou pedimos. Conforme reportado na FOLHA os nobres "representantes" (?) do povo estão debatendo a reforma política e entre as medidas está a volta do financiamento de campanha pelas empresas. A Lava Jato nem está no meio ainda. O povo quer redução de cadeira nas casas de leis deste país, fim das mordomias e privilégios inclusive no Judiciário, mais dias de trabalho na semana e menos recessos, vamos acabar com o fórum especial quando se tratar de crime comum, redução imediata do número de partidos. O partido que defende a democracia como forma de governo seria um só, se ele é cristão, evangélico, social ou outra ideologia, tudo mais seria questão interna do partido e não da população. A palavra-chave do sucesso é produtividade meus caros, essa perda de tempo que vocês impõem aos brasileiros precisa acabar definitivamente.
PAULO MAURICIO ACQUAROLE (aposentado) – Londrina

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