Brasil pós-impeachment
Aconteceu o impeachment que todos esperavam e ainda bem que os ideais democráticos permaneceram. Então, é chegado o momento de colocar a locomotiva Brasil a funcionar a todo vapor para aceleração da retomada da economia que se encontra na UTI há muito tempo. Essa locomotiva tem um novo comandante que está conduzindo as esperanças do povo que deseja tão-somente fontes de trabalho e geração de empregos. É preciso, com urgência, que os poderes Executivo e Legislativo apresentem novas diretrizes e projetos de ordem econômica para amenizar essa crise provocada pelo setor político deste País. Então, homens públicos, a discussão agora é outra, mãos à obra que a nossa locomotiva Brasil não pode parar, tem que continuar seu caminho em busca de novos horizontes. Só assim o País retomará seu crescimento em todos os setores, é isto que o povo brasileiro deseja.
EDUARDO ZANIN (professor) – Arapongas

Por uma UEL melhor
Enquanto a sociedade clama pela escola sem partido e por um estado mais eficiente e de resultados, duas matérias na edição de sábado (10/9) da Folha de Londrina me chamaram a atenção. No debate dos prefeituráveis na UEL, se sobressaíram os candidatos do Psol e do PT que trouxeram para o encontro um tema alheio ao motivo principal da reunião (Fora Temer) e na Folha Rural um colaborador da mesma UEL apresenta um estudo sobre o estímulo ao consumo de produtos locais comparando Cantuquiriguaçu no Paraná, Pontal do Paranapanema em São Paulo e Vancouver no Canadá, regiões intimamente ligadas. Nossa UEL não consegue internamente se organizar como unidade tanto que lá existem três ou mais associações de pessoal (Assuel, Afuel, Aduel). As matérias são repletas de cobranças do que se espera do Estado e pedem incentivos para que segmentos se desenvolvam a contento e não mostram em nenhum momento como os acadêmicos formados por ela podem empreender nestes negócios que só precisam de liderança. O Estado é incompetente e muito caro em todas as atividades onde ele está presente, precisamos tratar nossos cidadãos como pessoas capazes e não como crianças que não largam das mãos dos pais para aprender a andar sozinhas. Todos podem ter sonhos, mas precisam realizá-los a suas próprias custas.
PAULO MAURICIO ACQUAROLE (aposentado) - Londrina

Daniel Dias, um vencedor na vida
Com muito orgulho e alegria, Daniel Dias já ganhou duas medalhas de ouro na natação da Paralimpíada. Ele nasceu com problemas congênitos e nem por isso desistiu de seus sonhos. Guerreou, lutou contra seus medos e dificuldades e hoje é motivo de orgulho para todo Brasil. Quando subiu ao pódio para receber as medalhas, as pessoas no Estádio Olímpico de Natação aplaudiram muito e ficaram emocionadas. Ele já é o maior medalhista brasileiro em esportes paralímpicos. Isso mostra que além de serem vencedores no esporte, os atletas paralímpicos são vencedores na vida.
CAROLINA VILLAS BÔAS DE CAMPOS LEITE (estudante) – Londrina

Reflexão
De volta a 1986: uma geração para quem viveu de verdade onde não existia maldade e sim ingenuidade. Para ser feliz, bastava pouco, uma simples brincadeira de roda, de rua (bets, queimada, rollers, patins, bicicleta, esconde-esconde, pega-pega, balança caixão) já alegrava nosso coração. Até mesmo ir à tarde ao clube de campo era divertido. Uma geração em que a escola era encontro de aprendizado, desafios e amizades. Era muito gostoso ir à escola porque havia apresentações de fanfarras, bandas, desfiles, concursos, etc. Meu Deus! Nos divertíamos com pouca coisa. Quem nunca ouviu Sandy e Júnior, Chiquititas, Mamonas Assassinas? Quem não se emocionou com "Malhação" ou teve caderno de confidências só para aquele paquera assinar e dizer quem ele levaria para uma ilha deserta? E tinha aquelas que sempre queriam ser a noivinha da quadrilha, enquanto outras brigavam para segurar a bandeira nacional durante o hino; de participar das interséries; ou ser a número 1 da classe. O que tenho a dizer hoje é que fizemos história. E o que dizer a essa geração que está vindo? Infelizmente o que prevalece é a mídia, a internet, as redes sociais, jogos, aplicativos. Uma era em que caçar pokemón é muito mais interessante do que visitar um amigo ou parente. E nós? Na nossa época tinha bichinho virtual, alguém se lembra? Estamos velhos? Não! Experientes. Foi muito boa nossa infância, juventude e adolescência. Hoje só fica a lembrança e a saudade daqueles que já se foram e a única certeza: fomos felizes e não sabíamos.
ANA PATRÍCIA MISAEL (comerciante) - Bandeirantes

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