Destino do Estado Islâmico
A coalizão de países que combatem o Estado Islâmico na Síria e no Iraque anunciou que a primeira geração dos seus líderes está dizimada. Abu Musab Al-Zarqawi (responsável pela radicalização do conflito); Abu Omar Al-Baghdadi e Abu Ayyub Al-Masri (precursores do EI); Abu Omar Al-Shishani (o ministro da guerra) e Abu Muhammad Al-Adnani (o porta-voz do califado, o recrutador e o mentor intelectual dos ataques no Ocidente) foram todos mortos. O vazio no comando coincide com um período de perdas territoriais, onde a coalização está avançando, tomando áreas de fronteira e cortando as rotas de suprimento da milícia. Nos últimos tempos, muitos inocentes já foram vítimas desses radicais porque eles acreditam numa profecia islâmica que trata de uma batalha decisiva entre muçulmanos e cristãos. Como nós sabemos, Jesus de Nazareth (pai do Cristianismo) é da descendência de Davi - rei de Israel. E, segundo a profecia de Ezequiel (37: 24-25): "Veio a mão do senhor sobre mim e disse: meu servo Davi reinará sobre eles e todos eles terão um pastor; e andarão nos meus juízos e guardarão os meus estatutos. E habitarão na terra que dei a meu servo Jacó, na qual habitaram vossos pais; e habitarão nela, eles e seus filhos, e os filhos de seus filhos, para sempre, e Davi, meu servo, será seu príncipe eternamente". De fato, os terroristas do Estado Islâmico descuidaram da advertência constante no quinto livro do Pentateuco (Deuteronômio 32: 35): "Minha é a vingança e a recompensa, ao tempo que resvalar o seu pé; porque o dia da sua ruína está próximo e as coisas que lhes hão de suceder se apressam a chegar".
RICARDO LAFFRANCHI (advogado) - Londrina

Viver no paraíso
Pelo que se vê no horário político, a partir de janeiro iremos viver no paraíso. As promessas são muitas, dos candidatos novos e até de quem ficou lá na cadeira sentado 4 anos e se levantou só agora na eleição. Quero ver se vai ter um candidato que consiga fazer o governo estadual concluir a duplicação da PR-445. Aguardaremos os próximos capítulos.
DJALMA SANTOS GOMES (relações públicas) - Londrina

Planejamento viário
Impressionante a resposta do Ippul ao sr. Marcos Massaro (Opinião, 13/9) tentando passar a impressão que que Londrina tem planejamento viário. O Ippul é muito ágil em planejar instalação de semáforo em rotatória, quebra-molas (que é proibido pelo CTB de 1998) e ciclovia onde não há demanda. A Rua Guaporé, com um trânsito intenso, não conta com nenhuma faixa de pedestres, sendo que os comerciantes da região protocolaram o pedido há mais de 1 ano. Cidades menores como Arapongas ou Poços de Caldas-MG contam com semáforos com temporizador, enquanto que em Londrina ainda usamos os semáforos comuns, sem a mínima sincronização, que travam o trânsito até mesmo fora do horário de rush. Quanto às ciclovias, elas são implantadas em avenidas como Madre Leônia ou em volta do Lago Igapó para atender aos usuários mais abastados, enquanto que avenidas como 10 de Dezembro ou Tiradentes, onde muitos usam a bicicleta para irem ao trabalho, foram esquecidas. Vocês do Ippul tem mesmo certeza que Londrina tem planejamento viário?
RUBENS BARBOSA JÚNIOR (gestor de RH) - Londrina

Codel esclarece
Sobre a reportagem "Os gargalos da infraestrutura" (Especial Eleições, 12/9), ao contrário do que afirma o economista e professor da Faculdade Paranaense (Faccar), Marcos Massaro, o município vem colocando em prática uma série de medidas que tornaram Londrina mais atraente à industrialização e investimentos empresariais. Nos últimos três anos, instalaram-se na cidade, por exemplo, a Wittur, Ágile, Athos, Limagrain e a fábrica de ração da Cooperativa Integrada. Outras onze empresas foram beneficiadas com doações de áreas em locais com infraestrutura. Além disso, seis novas empresas estão em processo de instalação no Parque Tecnológico, onde também está sendo concluída a reforma do Tecnocentro. O espaço abrigará um laboratório de pesquisa, fomento e serviços de tecnologia. Destacamos também, entre outras ações, a aprovação do Plano Diretor, a implantação da Cidade Industrial de Londrina (Cilon), a instalação do gasoduto, a criação de zonas industriais e a municipalização das licenças ambientais.
NÚCLEO DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE LONDRINA

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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