Já vai tarde!
Adorei a declaração do senador petista Linderbergh Farias, antes da defesa de Dilma no dia 29: "Dilma fará um discurso para a história; o País vai parar para ouvi-la". Acorda senador, o país está parado já faz tempo graças a um governo incompetente, corrupto e inapto. Em seu discurso de defesa, Dilma falou muito, não foi clara, aliás repetiu seguidamente a mesma desculpa de golpe! Se coisa estava ruim para ela, ficou pior! A ex-presidenta deve se dar por satisfeita se for condenada apenas pelas pedaladas fiscais. Vai sair barato, mesmo por que ela deixa atrás de si um rastro de destruição, muita corrupção e quase 12 milhões de desempregados, sem contar com o caos na saúde, na segurança, na educação, ou seja, um país à deriva, desgovernado. Dona Dilma, Lula e o PT deixam um triste legado. Demorou muito (13 anos) para cair a ficha!
ODIVAL BENEDITO DE MATOS (empresário) – Londrina

Chico Buarque no Senado
O que fazia Chico Buarque no Senado? Alguns alegam que ele "estava à toa na vida". Outros comentam que foi à procura de elementos inspiradores para novas composições ou mesmo para repaginar algumas obras famosas. Por exemplo, a letra da música "Construção", agora em parceria com o Trio Plex, ficaria : "Armou daquela vez como se fosse a última..." Talvez, Chico, com certa idade, tenha saudades do "Grande circo místico" e o Senado, como seu espetáculo de palhaços, malabaristas e pedaladas, tenha resgatado a nostalgia de outros tempos. Só não entendi por que nosso querido compositor foi de óculos escuros. Possivelmente, para não macular seus olhos verdejantes. No final, ele resumiu assim aos repórteres: "Achei tudo muito chato". Eu imagino que ele tenha saído do recinto cantarolando: "A gente vai contra a corrente até não poder resistir, na volta do barco é que sente, o quanto deixou de cumprir" (Roda Viva).
AMARILDO PASINI (professor) – Londrina

‘100% Jesus’
Nem tive coragem de assistir ao jogo do Brasil com a Alemanha na final olímpica. Só apareci na sala de TV quando terminou o jogo e vi o Neymar andando pelo gramado. Rezei muito durante toda a Olimpíada, pedindo a Deus que nada de mal acontecesse. Deus nos deu mais que do que eu pedi. Por isso, fiquei feliz com o agradecimento do Neymar. Publicamente, ele fez o que eu fiz sozinha em meu quarto, na segunda-feira, quando os atletas foram embora.
ARACY TURCI SIDNEY (professora aposentada) - Londrina

Pichação: falta punição
O secretário municipal de Defesa Social, coronel Rubens Guimarães de Souza, responsabilizou a falta de adesão da população pelo fracasso do combate à pichação (Cidades, 18/8). Sem ampla divulgação do combate à pichação, das prisões, do Disque Denúncia e sem a Guarda Municipal chegar em 5 minutos quando chamada, o problema não se resolve. Implantada por Barbosa Neto, a Lei Cidade Limpa gerou celeuma no início e hoje é aprovada pela população, demonstrando que o londrinense tem apreço por um visual "clean". Adianta tudo isto se pichadores enfeiam nossa cidade? Não podemos fazer com que menores pichadores se apresentem a uma autoridade, não uma vez ao mês por um ano, mas três vezes por semana durante 5 anos? Quando souberem que em Londrina quem é pego pichando sofre punição dura, a infração acaba.
ILDO YUKIO MARUBAYASHI (agricultor) – Londrina

Injúria racial
A matéria "Preso por desacato, candidato negro presta depoimento no MP" (Política, 27/8), nos chama atenção pela sua reincidência no Paraná. Percebe-se que, ao longo do tempo, isso tem se dado com frequência. Chama a atenção as condutas de abordagem, sempre com agressão física, moral, etc. Tem se percebido que falta treinamento humanitário. Será que essas autoridades, que devem exercer função de proteção e segurança, cumprem o dever? Precisamos de profissionais que garantam a segurança e a ordem pública, porém, com senso qualitativo de que o usuário se conforte com tais ações e não fique temeroso com tal atitude. Usar o bom senso irá contribuir - e bem - para que não haja mais tais ocorrências.
ALGIMIRO SANT’ANA (acadêmico de Enfermagem) - Londrina

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