Reajuste do funcionalismo público
Em primeiro lugar, não que os funcionários públicos - sejam do Executivo, Legislativo ou Judiciário - não mereçam aumentos salariais e o pagamento de seus atrasados. Mais este não é o momento, jamais, de recebimento de seus reajustes. Cuja soma seria de um impacto de R$ 50 bilhões e, segundo informações, já estariam aprovados, pelo valor solicitado do governo , ao Congresso Nacional , no valor de R$ 170 bilhões, para utilização ao seu bel-prazer! No momento o país passa por uma das maiores crises políticas e econômicas, senão a maior. Seria, sim, de bom alvitre que o governo procurasse sanar o desemprego, amenizasse o problema da saúde e segurança. Aí, sim, seria uma gestão atacando os problemas essenciais, com propostas e ações que pudéssemos confiar e torcer para que este novo governo interino, tivesse seriedade e gestão competente. A sociedade brasileira continua atônita com esses descalabros e uma gestão temerária, pois também seria uma afronta a todos os demais trabalhadores brasileiros. Está difícil acreditar!
LEONILDO PRODOMO (aposentado) - Porecatu

Pura decepção
Deu-se a largada da propaganda política para as eleições de outubro que se avizinha. Vale dizer: tudo vai se repetir. Dádivas mirabolantes surgirão por parte dos candidatos que, ao final, não as cumprirão. Tudo se resume nisso, disso não sairá e disso não passará. As promessas não sairão do campo da abstração. O povo, pobre povo, só lhe resta fartar-se com seu simples voto, naquele que não irá cumprir jamais seus compromissos de campanha. Vale ressaltar obtemperando: a ladainha se arrasta sorrateira, armada, louca por um bote; matreiro, exibicionista, orgulhoso e presunçoso, em dias de verdade cuja busca, tantas vezes irreal pela justiça se refugia em campos extensos sem uma pedra para sentar, sem um momento de pensar, sem uma gota para beber e sem nada a oferecer.
ANTONIO FRANCISCO DA SILVA (advogado) – Ibiporã

Queremos uma Londrina segura
Segurança é o que mais precisamos. É a nossa prioridade. Não adianta termos trabalho, educação, habitação e saúde se estivermos numa cadeira de rodas, sobre um leito de uma cama. Isto sem falar que a falta de segurança poderá ceifar as nossas vidas. Ter segurança é uma questão de querer. E nós queremos, certo? Então, vamos exigir essa prioridade dos candidatos a prefeito de nossa cidade. Que segurança é dever do Estado todos nós sabemos, o que poucos sabem que segurança é responsabilidade de cada um de nós. Qualquer ação diferenciada na segurança traz resultados significativos. Vejam: um simples slogan "O bandido ao ouvir o nome Londrina deve ter arrepios", já traz resultados positivos. E mais, os bandidos não são otários, agem com informações e históricos, com isso, as cidades com os maiores índices de bandidagem são as suas preferidas. Vamos unir as nossas polícias, os cidadãos, o Executivo e Legislativo nessa missão.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

Respeito à lei
Em resposta à leitora Edna Hermeto Dias (Opinião, 24/8), a CMTU esclarece o seu posicionamento, comunicado à imprensa, sobre o Uber ser um serviço não regulamentado no município e o condutor do veículo estar sujeito à fiscalização e penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro, conforme o Artigo 231: "Transitar com o veículo efetuando o transporte remunerado de pessoas, quando não for licenciado para esse fim". Trata-se de uma infração média, com multa no valor de R$ 85,13 e perda de quatro pontos na carteira de habilitação.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA CMTU - Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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