Asfalto
No mandato do ex-prefeito Luiz Eduardo Cheida (1993/1996) foram feitas licitações para pavimentação asfáltica em vários bairros. No Jardim Guararapes foi licitada a pior construtora: fez um asfalto ruim, desnivelado, massa asfáltica da pior categoria e não houve fiscalização adequada. Na gestão de Antonio Belinati (1997/2000) o asfalto foi refeito e veio o carnê para pagamento. Alguns moradores disseram que em reunião com a prefeitura ficou decidido que o asfalto não seria cobrado. Como já havia começado a pagar o carnê, paguei certinho todas as parcelas. Tempos depois, Belinati deu desconto de 50% para a maioria que ainda não havia pagado, resultado: paguei em dobro o péssimo serviço realizado e não tive reembolso. Hoje eu peço ao prefeito Alexandre Kireeff que nos dê um presente antes de deixar seu mandato: venha visitar os jardins Guararapes, Pérola e Monterrey para ver a situação que se encontra o asfalto destes bairros. O asfalto está se deteriorando e as pedras britadas pontudas que ficaram expostas estão cortando os pneus de carros. Não sei como ainda os ônibus estão trafegando por aqui. É uma calamidade só. Daqui a alguns dias virão aqueles candidatos a vereador prometendo resolver o problema e, após eleitos, somem deixando a população sem atendimento.
ANTONIO JOSÉ RODRIGUES (aposentado) – Londrina

Eleição para prefeito
Dá sensação de ética e moral o prefeito Alexandre Kireeff aos londrinenses. Mas afirmar que seu sucessor pegará situação financeira melhor do que ele recebeu, como fez o leitor Paulo M. Acquarole (Opinião, 29/7) é demais. O prefeito não fez a atualização da Planta de Valores quando dava e, agora, com as eleições, ninguém votará a favor de uma medida impopular. Será por que a maioria do 1º escalão, prefeito inclusive, seus amigos e parentes, possuem diversos imóveis e teriam seus IPTU aumentados? A prefeitura está à míngua. Já o leitor Adoniro P. Mathias (Opinião, 29/7) diz não saber por que Kireeff não participará da eleição. Explico: o salário não compensa para quem tem tanto patrimônio; ele precisaria sobrecarregar seus pares fora da prefeitura; como não fez atualização da Planta de Valores do IPTU agora não quer pegar a prefeitura sem dinheiro.
ILDO YUKIO MARUBAYASHI (agricultor) – Londrina

Santo Lula
"Eu não sabia", "Fui apunhalado pelas costas", "Não tem uma viva alma mais honesta do que eu neste país" e, agora, ao virar réu na Justiça: "Duvido que tenha alguém que seja mais cumpridor da lei do que eu, que respeite mais as instituições do que eu". Em consideração aos leitores da FOLHA, só tenho a dizer "Vá te catá, Lula!", porque o restante seria impublicável.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

Custo do trabalhador
Lamentável a tragédia aeronáutica que ocorreu em nossa cidade no último domingo, aos familiares e amigos dos envolvidos quero externar minhas condolências. Porém um outro ponto me chamou bastante atenção na notícia: a propriedade da aeronave. Será que os trabalhadores de qualquer cooperativa sabem e autorizam que, com seu dinheiro arrecadado com as mensalidades, com a reversão e com a contribuição sindical, seus representantes adquiram aviões? Qual é o grande trabalho que necessite urgência urgentíssima, que demande a necessidade de uma aeronave própria? Recentemente, vimos em todo o Brasil centrais de trabalhadores, ligadas ao sindicalismo, participando com carros, balões de gás hélio, faixa e cartazes e também financiando despesas de partidos políticos. Estes também são cabides de emprego que tiram dos trabalhadores e das empresas recursos e, por consequência, investimento em geração de novos empregos, qualidade no trabalho e dinheiro no bolso para consumo e realimentação da economia.
PAULO MAURICIO ACQUAROLE (aposentado) – Londrina

Correção
Diferentemente do publicado na matéria "Mercado da beleza cresce entre os homens" (Economia&Negócios, 4/8), o nome da empresa que lançou a linha de cosméticos masculinos Johnnie Black é Ponto 9 Cosméticos.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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