Coleta de recicláveis
É o seguinte: existe uma lei que define o que é o lixo reciclável, demonstrando a diferença entre estes e o lixo orgânico e os rejeitos. Todo mundo (assim espero!) sabe fazer esta diferença e entende que a separação deste material colabora para um mundo menos poluído e ajuda uma parte da população, que trabalha nas cooperativas. Não existe nenhuma lei que determine que o lixo reciclável deve, necessariamente, ser colocado em "sacos verdes" para que possa ser recolhido, nenhuma norma da ABNT definindo que o verde é a cor do lixo reciclável. Isto é, apenas, uma forma que a CMTU encontrou para incentivar este tipo de coleta. Agora, como a CMTU não vai mais distribuir os "sacos verdes", levantam-se vozes várias de que haverá um decréscimo do volume do lixo a ser coletado porque as pessoas voltarão a colocá-lo junto aos rejeitos. No meu entender, quem fizer isto estará agindo de má-fé, porque tanto faz colocar o lixo reciclável em sacos verdes, azuis, pretos ou laranja com bolinhas roxas! O importante não é a cor do saco, mas o que há dentro dele, gente! Até sacolinhas de compras podem ser usadas, sem problemas. Estou achando que há algo mais nesta história do que apenas "gostar do saco verde". Melhor continuar fazendo a separação, como sempre se fez, e deixar de mimimi!
NINA CARDOSO (psicóloga) – Londrina

Corrupção na Copa e Olimpíada
O Brasil é continua sendo o país da vergonha, corrupção e desmando em todas a áreas. Sediamos uma Copa do Mundo e - não bastasse o acachapante goleada de 7 a 1 sofrida frente à Alemanha - temos aí um legado de incontáveis obras ainda inacabadas e que, fatalmente, não serão concluídas e jamais entregues ao uso da população. Dinheirama enterrada na incompetência e corrupção que assola a nação brasileira. E, às vésperas da Olimpíada no Rio de Janeiro (outro fiasco), já somos e seremos alvo de chacotas por muito tempo. Não conseguimos sequer viabilizar a aquisição de tornozeleiras eletrônicas para os poucos presos corruptos, comparativamente à epidemia de autores de atos de corrupção vivenciados no País. Uma das poucas coisas certas em tudo isso é que somos definitivamente o país do "jeitinho", da malandragem, do levar vantagem em tudo. Surgindo oportunidade em levarmos vantagem indevida, a regra é não perdermos a vez. Mudar o nosso conceito no tocante ao que é moral e imoral nas nossas tratativas diárias é medida de urgência nas nossas vidas, contrário senso, infelizmente a tendência é piorar o que já é extremamente ruim. O princípio constitucional da igualdade esculpido na Carta Magna do país continua sendo uma ficção científica. Para alguns privilegiados, a lei; para outros menos aquinhoados, o rigor da lei. No Brasil chegamos à triste realidade de que a corrupção é extremamente compensadora.
LOURIVAL BARBOSA (advogado) – Londrina

Iluminação pública
Em resposta ao leitor Moisés dos Santos (Opinião, 1/8), a Sercomtel Iluminação informa que a solicitação de nº 27.671, feita em 4 de janeiro deste ano, foi atendida no dia 11 do mesmo mês, com substituição de lâmpada no endereço citado (Rua Tremembés, em frente ao nº 1.791). A companhia não recebeu novos pedidos de reparos neste endereço, nem em nome do munícipe. Em nosso Serviço de Atendimento, os outros protocolos apontados pelo leitor, de números – 4.824, 4.691, 4.692, referem-se a endereços no Jardim Tókio, Jardim Bela Vista e Conjunto Parigot de Souza, respectivamente, e que também já foram concluídos. Como podem ter ocorrido novos problemas técnicos após o atendimento feito no início de janeiro na Rua Tremembés (em frente ao nº 1791), a Sercomtel Iluminação informa que fará vistoria no local. A empresa informa ainda que os equipamentos utilizados são homologados e que as equipes técnicas que atuam na manutenção são formadas pelo Senai, referência nacional na qualificação e capacitação de técnicos eletricistas.
ASSESSORIA DE IMPRENSA DA SERCOMTEL – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

mockup