Luto na Odontologia
O falecimento ontem do professor doutor Luiz Walter é uma perda irreparável para todos. Ele foi um apaixonado pela Odontologia, pela UEL, por Londrina e sobretudo pelas crianças. Foi um dos percursores do curso de Odontologia da UEL e o idealizador e criador da Clínica de Bebês. O legado que nos deixa é imensurável, pois a prevenção na Odontologia pode ser resumida em duas fases: a anterior e a posterior ao professor Luiz Walter, pois a Clínica de Bebês é referência nacional e internacional. Tive a honra de ter sido seu aluno, depois colega, mais sobretudo de poder desfrutar de sua amizade e de sua família. Descanse em paz, professor.
JOSÉ ROBERTO PINTO (diretor da Clínica Odontológica da UEL) – Londrina

Obrigado Luiz Walter
Londrina amanheceu de luto nesta quarta-feira com a notícia da morte do dr. Luiz Reinaldo de Figueiredo Walter. A classe odontológica e nossa UEL, onde Luiz Walter era professor livre docente com as melhores láureas possíveis, lamentam a perda. Ele foi um inovador e tornou-se nome internacional o que muito nos orgulhava como amigo e mestre. Nós, que fomos seus alunos, devemos muito ao seu talento e determinação em romper barreiras. Quem não se lembra em sua saga de criar Clínica de Bebês, na qual as pessoas pobres pudessem levar seus pequenos filhos e receber orientações e os primeiros tratamentos dentários? Luiz Walter se foi e deixou um modelo exemplar de cidadão e profissional ético. Era antes de tudo um professor educador. Fora essas qualidades, Luiz nos deixa uma eterna lembrança como esportista e atleta. Quem foi aluno dele deve se lembrar quando ia para o futebol conosco, debaixo dos três paus era uma segurança total. Assim se vai um pilar de nossa Odontologia. Sem a sua participação seguramente nunca teríamos conquistado o grau de reconhecimento de Londrina ter um dos melhores centros odontológicos do Brasil.
WALTER COSTA BARROSO (cirurgião-dentista) – Londrina

Educação já era!
Sobre a brilhante exposição da professora Marilene Rabelo Soriani no artigo "Educação na UTI" (Espaço Aberto, 25/7), tive o privilégio de estudar na extinta Escola de Aplicação Santo Thomaz de Aquino, em Sertanópolis, isto na década de setenta, na qual a distinta professora era a diretora da instituição. Só discordo do título do artigo, pois ao meu entendimento a educação já está no necrotério há tempos, que falta apenas sepultá-la.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

Feijão: Conab esclarece
Sobre o questionamento do leitor Wanderley R. do Lago (Opinião, 27/7) que acusa o governo federal de "incapacidade de regular e distribuir estoques", a Conab informa que: a doação para Cuba foi feita em outubro do ano passado, com produto da safra de 2013/2014. Na ocasião, foram enviadas 625,4 toneladas de feijão para atendimento ao Programa de Doação Humanitária de Alimentos. Esse tipo de ação está prevista na Lei 12.429, de 20 de agosto de 2011, que autoriza o governo federal a doar estoques públicos de alimentos para assistência humanitária internacional. Trata-se de uma ação do Programa Mundial de Alimentos, coordenada no Brasil pelo Ministério das Relações Exteriores. No mesmo ano, a Conab também doou mais de 9 mil toneladas de feijão em todo o Brasil para atendimento a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. O feijão é um produto perecível e não é possível a manutenção de estoques por períodos longos. Estima-se que no prazo máximo de seis meses, após sua armazenagem, o produto ganhe cor e perde valor de mercado. Portanto, não cabe relacionar a doação ocorrida no ano passado com a situação atual, que é resultado de múltiplos componentes de mercado, agravados pelos problemas climáticos enfrentados recentemente no país, como períodos de chuva na Região Sul e seca no Nordeste, reflexos do El Niño, na 1ª safra de feijão, o que afetou a qualidade do produto. Já a estiagem de março e abril deste ano fez com que a produção da 2ª safra de feijão fosse inferior ao esperado.
GERÊNCIA DE IMPRENSA DA COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO – Brasília (DF)

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

mockup