Diversão, arte e comércio em Londrina
Os comerciantes que reclamam da crise, estão demitindo e fechando as portas, mas cá entre nós, diversão, arte e o comércio em geral não são para pessoas que têm um salário controlado e pobre tudo inclina para famílias que têm um poder aquisitivo bem melhor. Na festa da Acel, por exemplo, estacionamento a R$ 13; e se levar uma criança em um brinquedo por 5 minutos mais R$ 10. Vamos ao Anfiteatro do Zerão assistir à Orquestra de Viola e uma garrafa de água 500ml é vendida a R$ 4; no mercado custa em torno de R$ 0,80 a garrafa. Se é para matar a sede, aguarda um pouco e toma água filtrada gelada em casa. Em muitos lugares uma xícara de cafezinho custa de R$ 4 a R$ 5; já um pacote de café 500g custa em torno de R$ 6 a R$ 7; nos mercados e feiras-livres frutas, verduras, legumes e outros produtos mesmo começando a estragar não importam em vender mais em conta, sem falar também que na ExpoLondrina não dá para encarar os preços dos produtos e alimentos, é somente olhar. Um quilo de feijão a R$ 13! Será isso mesmo e não é de primeira qualidade? Não entendo por que tanta ganância, especulação e exploração nos preços ao consumidor: o leite é pago ao produtor de 20% a 30% do preço que é comercializado; verduras e frutas chegam com preço bem abaixo no mercado que revende a preço exorbitante. Se não houvesse tanta exploração, as pessoas poderiam viver melhor. Tenho dó de ver muitas crianças passando vontade sem que os pais possam comprar algo.
ANTONIO JOSÉ RODRIGUES (aposentado) – Londrina

Pedágio: indignação nas urnas
Gostaria de manifestar o meu irrestrito apoio às pessoas que estão se manifestando em favor da moralidade e da Justiça, se posicionando contra a prorrogação dos contratos de pedágio e contra essa exploração absurda que já dura 19 anos. Não podemos admitir mais que vidas continuem sendo ceifadas nessas estradas quase rurais. Temos que banir essas concessionárias e manifestar nossa indignação nas urnas contra o governador do Estado e os políticos que defendem essas concessionárias. A combalida economia do Norte do Paraná não pode mais suportar esse custo imoral, que encarece, expressivamente, os produtos e serviços. A Folha de Londrina poderia informar com mais frequência a posição de cada político sobre esse assunto.
CLAUDECIR MURARO (administrador) - Cornélio Procópio

Dilma, fungos e parasitas
A presidente afastada Dilma Rousseff disse no Piauí, em uma de suas andanças com dinheiro da "vaquinha virtual", da qual tenho sérias dúvidas da origem do montante arrecadado, que "fungos e parasitas corroem a democracia". Eu até concordo com o verbo corroer no presente do indicativo, mas seria extremamente mais correto dizer que fungos e parasitas corroeram, não só a democracia, mas o Brasil como um todo, principalmente nesses últimos 12 anos de (des)governo petista. É a mais autêntica prática do provérbio lusitano "o sujo falando do mal lavado".
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

Contratação de servidores
Sobre a reportagem "Gestão Kireeff aumenta em 27% o quadro de servidores" (Economia, 18/7), informamos que a Autarquia Municipal de Saúde, durante a gestão dos institutos Atlântico e Gálatas, possuía 817 cargos terceirizados que foram substituídos por servidores concursados. Além disso, dos 177 guardas municipais empossados nesta administração, 133 foram para substituição de postos ocupados, até então, por uma empresa de segurança terceirizada. Dos 287 técnicos de gestão pública, empossados na atual gestão,168 correspondem à substituição de vagas já existentes.
NÚCLEO DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE LONDRINA

Correção
Diferentemente do informado no editorial "A crise dos municípios e a folha de pagamento" (Opinião, 18/7), os números sobre elevação de gastos com pessoal foram repassados à FOLHA pela Secretaria Municipal de Recursos Humanos.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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