Pedágio: hora de nos unirmos
Tenho guardado as manifestações de contrariedade ao pedágio nas estradas paranaenses, mas chegou também o dia de me manifestar. Parabenizo os autores dos dois artigos publicados no Espaço Aberto: "Pedágios: fatos e verdades", do advogado Almir R. Sudan ( 9/7) e "Silêncio do governador sobre o pedágio", do administrador Ludinei Picelli (14/7). Estranhamente, "o nosso governador" não tem sido claro com relação às evidências de um dos pedágios mais caros do Brasil. Não tenho certeza se não é o mais caro. É lamentável que os sindicatos das transportadoras e dos trabalhadores associados não se manifestem com paralisações nas faixas laterais, como acontece em todo o País, quando são contrariados. Agora é a hora de nos unirmos, todos os que usam as rodovias do Paraná. Queremos pagar, mas um preço justo.
ALVARO ALMEIDA (engenheiro agrônomo) – Londrina

Eu só queria entender!
Em 2007 o sr. Alberto Dualib renunciou à presidência do Corinthians deixando uma dívida em torno dos R$ 300 milhões. Andrés Sanches assumiu e, logo no primeiro ano de mandato, anunciou que a dívida já havia baixado para R$ 100 milhões. Até 2014, ano da Copa do Mundo, construiu um moderno centro de treinamentos, montou um plantel valiosíssimo, aliás, não condizente com nossa realidade econômica, por isso foi campeão de tudo, inclusive do Mundial de Clubes e, ainda de quebra, edificou uma moderna arena a um custo aproximado de R$ 1,4 bilhão. Quem vai pagar ou quem deveria pagar a conta? O Corinthians não tem cacife. Seria o BNDES, através de manobras contábeis, por exemplo? Ou a empreiteira que construiu o CT e o estádio? É importante lembrar que o sr. Andrés, hoje deputado federal do PT-SP era, não se sabe se ainda o é, amigo do ex-presidente Lula, corintiano declarado, que por sua vez é ou foi amigo do ex-presidente da empreiteira Odebrecht Marcelo Odebrecht, preso e investigado na Operação Lava Jato. Há indícios bastante estranhos nessa teia. Nada que não possa ser deslindado pelo juiz Sérgio Moro.
AGOSTINHO BACON (aposentado) – Cornélio Procópio

Roubo de celulares
Na terça-feira estive na Câmara de Londrina para resolver um assunto pessoal e resolvi dar uma olhadinha no plenário e ver o que os nossos vereadores estavam discutindo. Nada me chamou muito a atenção até que um deles levantou a questão de que, em Londrina, nos últimos tempos, está aumentando assustadoramente o roubo de celulares nas ruas e que é preciso uma ação conjunta mais efetiva da PM para que se evite tal fato. Quero dizer que, antes de se pedir que a Polícia Militar trace uma estratégia específica para esse tipo de delito deve-se solicitar à população que tenha mais atenção com o uso de seus aparelhos celulares. Se eu parar no Calçadão por alguns minutos, 9 em cada 10 pessoas que passarem por mim estarão com os seus celulares nas mãos, usando-os ou não, embora tenham bolsas, mochilas, pastas e sacolas onde eles poderiam estar muito bem acondicionados. A necessidade de mostrar ao mundo o fato de que possuem um celular e também a ânsia de querer saber tudo que acontece, instantaneamente, é tamanha que não olham para e por onde caminham, atravessam ruas sem olhar os sinais, esbarram em pessoas e coisas e, em paradas de ônibus, muitas vezes perdem a condução que esperam. É claro que o roubo não é aceitável, em nenhuma hipótese, mas também não se pode estimular os instintos alheios. Acho que ninguém deixa o carro destrancado ou a porta de casa aberta quando sai. Eu não o faço. E o meu celular sempre me acompanha - dentro da bolsa.
NINA CARDOSO (psicóloga) – Londrina

Tudo esclarecido
Encontro meu amigo na rua e, depois de breve cumprimento, ele me conta que sofreu um grave abalroamento automobilístico, ocasionado por um motorista irresponsável e com visíveis sinais de embriaguez. O acidente foi de tamanha monta que a seguradora o classificou como PT. Por não saber, pergunto a ele o que quer dizer PT e ele me esclareceu: PT quer dizer "Perda Total". Agora, para mim, ficou bem claro o que significa PT.
EDSON MEDARDO SCARCHETTI (aposentado) – Londrina

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