OPINIÃO DO LEITOR
A bola da vez são os inválidos
Depois que Dilma roubou a aposentadoria dos velhinhos, o governo Michel Temer se superou: pretende roubar a aposentadoria dos inválidos, deficientes físicos e incapazes. O ministro Henrique Meireles anunciou um pente fino nessas aposentadorias, não com o propósito de corrigir distorções, mas para roubar sete bilhões desses desaventurados, uma vez que anunciou a necessidade de atingir a meta de R$ 7 bilhões de economia. Certamente, irá encontrar maneiras de desaposentar paraplégicos com o argumento de que podem trabalhar muito bem tendo apenas os braços. Ou tetraplégicos argumentando que podem pintar quadros com a boca e vendê-los nos calçadões. Imaginem, então, aqueles que têm deficiências incapacitantes menos graves? A verdade é que não tendo de onde tirar dinheiro, porque os outros roubaram tudo, agora é preciso fazer caixa para continuar a alimentar os políticos corruptos, malandros e lesa pátria que estão em Brasília, a capital dos propineiros e ladrões do povo brasileiro, ou seja, mais do mesmo. Fui para rua para tirar Dilma e seu partido do poder. Conclamo a todos e particularmente aos líderes dos movimentos, que levaram milhões de pessoas às ruas, que façamos uma grande manifestação para afastar essa camarilha de políticos que está em Brasília, de Dilma a Temer, e de alguma forma realizar uma Assembleia Nacional Constituinte e, de fato, passar o Brasil a limpo, começando uma nova história, limpa, bonita e honesta de nosso querido Brasil. O povo brasileiro merece isso.
LOURIS CLEIDE LOURENÇO (aposentada) Londrina
Sucessão
A população brasileira vive expectativa de moralização na administração pública e conta, no Judiciário, com a brilhante atuação do juiz Sérgio Moro. A incompetente e suspeitíssima Dilma Rousseff está em processo de cassação e com ela vai levando de roldão toda a quadrilha do PT que deu inúmeros exemplos ao mundo de como promover corrupção. Porém, foi eleito o novo presidente da Câmara que por ora será o vice-presidente da República. Para decepção, os candidatos que se apresentaram, com raríssimas exceções, ou se sustentam na malfadada imunidade parlamentar com inúmeros processos no STF, ou se tornam suspeitos por declararem simpatia pelo deputado afastado Eduardo Cunha, comprovado corrupto de longa data. Temos no Congresso muitos parlamentares com ilibada reputação, mas onde se escondem esses homens íntegros no momento em que o país mais precisa deles? Que moralização será implementada naquela Casa com os candidatos que se apresentam? Esse é um daqueles momentos em que a sociedade organizada teria que se manifestar publicamente em defesa do futuro da pátria, mas lamentavelmente se omite por dependências ou subserviências.
JOÃO CATARIN (economiário) Londrina
Bom senso
O bom senso deve prevalecer sempre. Difícil para os moradores da periferia é aceitar os desmandos. Votamos em políticos elitistas sem nenhum compromisso com o povo. Tornam-se burgueses, imaginam a cidade apenas pela Gleba Palhano, condomínios de luxo, sequer conhecem os problemas ou os moradores. Por que não criam o "reinado dos bacanas"? Todos os investimentos são para eles? Precisamos escolher melhorar o nível dos nossos representantes. Não podemos concordar que grupos dominem o ramo de supermercados, num verdadeiro monopólio, ou permanecermos abandonados. Somos povo, temos a força e o voto como garantia. Querem viver bem? Jamais com o IPTU dos trabalhadores!
MOISÉS DOS SANTOS (entregador de gás) Londrina
Mais cargos comissionados?
O governador Beto Richa deveria ter um mínimo de bom senso e decência não encaminhando à Assembleia Legislativa a autorização para criação de 43 cargos comissionados para o Teatro Guaíra. Até parece que nos hospitais universitários, nas escolas, nas polícias Civil e Militar, dentre outras áreas, estão sobrando servidores, daí a não prioridade de novas contratações nestas pastas. É um verdadeiro chute no traseiro dos paranaenses, uma afronta à população e uma explícita falta de vergonha por parte do Executivo estadual.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé
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