Togas sujas
Não se contentando com o ataque indireto ao bolso do contribuinte, via assalto aos cofres do erário, os petistas enfiaram a mão diretamente na carteira de servidores, subtraindo valores dos seus holerites, para saciarem a sua sanha de roubar o máximo possível. A crueldade petista não tem limites e não escolhe suas vítimas, mesmo que seja para privar velhinhos aposentados e endividados de seus remédios e da sagrada alimentação. Com essas atitudes, desumanas e de odiosa perversidade, se igualam a assaltantes de rua que encostam o cano do revólver em suas inocentes vítimas para roubá-las. Foi assim nos descontos fraudulentos dos empréstimos consignados. Está sendo assim com funcionários dos Correios que terão que arcar com descontos extras em seus holerites até o ano 2039, para cobrir um rombo bilionário deixado por dirigentes petistas do seu fundo de pensão, o Postalis. A Operação Custo Brasil (consignados) prendeu o ex-ministro Paulo Bernardo. Todavia, o ministro Dias Toffoli voltou à sua origem petista e deu-lhe a liberdade. No mínimo, deveria ter a nobreza de se declarar impedido para tal julgamento. De outra parte, a Operação Saqueador levou à cadeia contraventores já condenados e empreiteiros ladrões, responsáveis por desvios milionários em obras públicas. Porém, estranha e surpreendentemente, um desembargador do TRF do Rio de Janeiro imediatamente beneficiou-lhes com a prisão domiciliar, em acintoso menosprezo ao eficiente trabalho da Polícia Federal. Os togas sujas continuam espalhando a impunidade.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) – Londrina

Lágrimas de crocodilo!
Caso mentir efetivamente aumentasse o nariz, o deputado federal Eduardo Cunha só conseguiria ficar dentro de um veículo se o vidro de uma das portas estivesse aberto. Além de mentiroso, é hipócrita e fingido. Chorar é mais uma forma de tentar enganar as pessoas ingênuas. Quem deveria estar chorando seriam os brasileiros por todo o desvio de recursos públicos provocado por esse cidadão, que culminou com a morte e o sofrimento de milhares de pessoas pela falta de hospitais, médicos, medicamentos, etc. Fora Cunha e sua tropa.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

Amor e perdão
Sobre o artigo "Falando de Amor e Perdão", do advogado Inácio Gomes da Silva (Espaço Aberto, 3/7), entendo que amor é como dinheiro: pouco causa frustrações e muito provoca a soberba e a destruição do ser. Falar em amor – gênero das virtudes – e não se lembrar do egoísmo não tem sentido. Amor e egoísmo representam as duas forças que Deus criador introduziu em sua criatura preferida – ser humano – e toda a evolução da criatura predileta do Criador relaciona-se diretamente ao comportamento desses sentimentos. Amor transportado para o mundo real significa respeito e responsabilidade, que resumido em ética define o objetivo destinado para a sua criatura: buscar O belo e o justo. O Império Romano desabou graças à imoralidade, idolatria e superstição. O Lulismo não está sendo diferente. A soberba de Lula e seus seguidores fizeram com que se julgassem impunes pelo fato de terem nomeados a maioria de quem um dia poderiam ser seus julgadores. Joaquim Barbosa foi nomeado para o Supremo pela cor de sua pele. Lula com toda a sua soberba queria ser o primeiro presidente a nomear um negro para a mais alta Corte do País, mas se esqueceu de examinar o currículo de Joaquim Barbosa. A soberba produz no ser humano uma determinada energia que serve de escudo para evitar as virtudes. Gratidão, um dos maiores requisitos do amor – lado espiritual – simplesmente é expulsa pela soberba, assim como o altruísmo e todas as demais virtudes que o Criador colocou à disposição da sua criatura para se defender do egoísmo. Portanto, amor não é apenas sexo ou conduta adotada em relacionamento. Amor é empatia como forma de desenvolver o altruísmo; amor é perdoar nossos semelhantes e a nós mesmos, é o melhor e mais barato remédio não apenas para a espiritualidade como para o próprio corpo no momento que coloca em funcionamento regular todos os nossos órgãos.
ANTONIO CARLOS CANTONI (advogado) - Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

mockup