O Reino Unido acordou
Por fim o Reino Unido (Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte) se liberta dos tentáculos da União Europeia! Por que isso é bom? Devemos ter em mente que os blocos econômicos (embora muito economistas e professores alegam que proporcionam aos países inseridos alianças rentáveis e desenvolvimento econômico mútuo) impõem regras que deverão ser nominadas e seguidas pelos países-membros. Até aqui tudo parece bem, pois não? No entanto, na maioria dos casos, tais imposições ferem a soberania dos países, as deliberações políticas de acordo com a visão e tradição da totalidade da nação, além de ditar diretrizes sobre imigração, moeda e muitos outros aspectos que dilaceram a autonomia dos países. É mister frisar que os países aderem aos blocos com uma relativa liberdade (com frequência sofrem extrema pressões internacionais e seus líderes governamentais optam, seja por ignorância, falta de rigidez, ou por má intenção mesmo), mas, por conseguinte, detêm de certa liberdade para escolherem se integrar ou não. A Inglaterra foi pioneira em desenvolvimento e sempre se manteve em âmbito socioeconômico a patamares altíssimos, nunca em sua história dependeu de coligações e submissões a regras de grupos para manter-se em destaque e, assim como os Estados Unidos, permanentemente aspirou autonomia e o bom funcionamento de suas instituições. Ao sair do União Europeia, a Inglaterra demostrou amor aos valores mais altos que sua pátria dispõe.
ANA CAROLINE PEDRAZANI LUCAS (universitária) – Londrina

Futebol ainda surpreende
O futebol sempre nos dá demonstrações que ainda não se ganha um jogo somente com o nome. Nesses dias, tivemos diversas demonstrações disso. Enquanto ficamos tendo como ídolos jogadores que hoje não têm o menor compromisso profissional, muito menos o interesse de representar o país. Os altos salários e muitos compromissos sociais, vislumbrados com este mundo, acham que não precisam do mais importante: reconhecimento do seu povo. O que os valentes jogadores da Islândia, derrotando os atletas ingleses, favoritos à vitoria, não só demonstraram após o jogo, raça, empatia com a torcida e envolveram o seu país de muito orgulho. Foi contagiante a forma com que celebraram a vitória. A vitória do esporte coletivo, uma grande lição para nossos jogadores brasileiros.
HEVERSON YOSHIO (bancário) – Joaquim Távora

Transporte coletivo
Superbus é desnecessário, diz o leitor Lidmar José Araújo (Opinião, 25/6). Desconhece a realidade de quem pega ônibus; que a prefeitura, para evitar o sucateamento da frota, prevê em contrato de concessão à compra de veículos novos; que não fazem mais veículos de modelo antigo. O transporte coletivo deveria ter triplicado a frota, dobrado os pontos e ser passe livre para todos. Passando a cada 15 minutos, com distância máxima, do ponto de partida e chegada, de 150 metros. Não havendo atrasos, aumentarão os usuários de ônibus. Menos carros nas ruas, gastaremos menos com asfalto, sinalização e fiscalização. Menos pessoas se acidentarão, economizaremos em postos de saúde, teremos aumento de produtividade, aproveitamento melhor do tempo. País desenvolvido não é aquele em que o pobre anda de carro, mas aquele em que o rico anda de ônibus.
ILDO YUKIO MARUBAYASHI (agricultor) - Londrina

Bezerra da Silva e o PT
Por mais inexperiente e inconsequente que seja, um magistrado não vai decretar a prisão sem provas do crime, ainda mais em se tratando de uma "figura" chamada Paulo Bernardo. Mas cá entre nós, a roubalheira é quase generalizada no meio político, mas no PT "se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão"!
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

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