Opinião Atualizado em 25/06/2016, 23:00
OPINIÃO DO LEITOR
Em Manaus, o Exército brasileiro "apagou" a onça Juma horas depois dela ser apresentada à chama da tocha olímpica, alegando que o animal tinha escapado da jaula. O gorila Harambe foi morto devido à negligência dos pais de uma criança de 4 anos, que a deixaram atravessar a cerca de proteção e cair de uma altura de três metros num zoológico dos EUA. A deputada do parlamento britânico Jo Cox (nativa) foi morta por um membro da mesma espécie, porém radical nacionalista, pois ela defendia a permanência e entrada de estrangeiros em seu país (espécies exóticas). Embora o homem seja caracterizado como animal racional, alguns filósofos já o declararam como um animal doente, ou seja, que precisa ser tratado. O que temos visto, infelizmente, é a proliferação do "Homo estupidus" ou mesmo do "Homo corruptus". Algumas espécies perigosas, com tornozeleiras eletrônicas, têm se multiplicado mesmo em cativeiro, inclusive ameaçando indivíduos da mesma raça. Cabe ao "Homo sapiens", com sua sabedoria, preservar as espécies éticas da ameaça de extinção.
AMARILDO PASINI (professor) Londrina
Tão patriota ou mais que qualquer brasileiro, Stefan Zweig, romancista, poeta e jornalista austríaco que aqui viveu a partir de 1920, admirado com as belezas e potencialidades do Brasil, disse que este seria o país do futuro. Nem ele e nem nós imaginaríamos que esse futuro chegasse tão nebuloso e tão comprometido, face a um governo corrupto despido dos mais elementares princípios da ética e da moral, que acabaram por contagiar todo um sistema. Mas não há bem que sempre dure e nem mal que não se acabe. Chegou a hora de separar-se o joio do trigo. Brasília - centro da parasitose nacional - excedeu-se nesse "esplendor" a ponto de tornar o país praticamente ingovernável. Põe em risco a estabilidade do regime pelo excesso de liberdade que toca às raias da licenciosidade e da libertinagem.
ANTÔNIO SCARPARI DAMETTO (aposentado) Londrina
Há alguns anos o ex-presidente Lula criou, de acordo com a designação do seu partido, uma imaginária classe social a qual ele resolveu chamar de classe "C". Na época quem tinha um mínimo de bom senso logo percebeu que tal investida nada mais era do que uma artimanha eleitoreira. Nessa ocasião, como em um vaticínio, escrevi nesta seção que tal procedimento estava parecendo um pai que ganhou seu primeiro cartão de crédito e comprou todos os presentes que seus filhos desejavam e disse também que esperava que na hora que viesse a fatura ele não ficasse louco para poder saldá-la. Na ocasião, a todos, com a aquiescência do sistema financeiro, foi oferecido carro zero Km em até 72 meses sem entrada o que demonstrava uma atitude imatura de quem deveria ser uma fonte de bom senso. Talvez, a taxa hoje permitida de 450% aa nos cartões de crédito possa ser a contrapartida dessa aberração financeira. Nessa mesma ocasião foram assinados contratos para a Copa do Mundo de futebol com a promessa de gastar centenas de milhões de reais em construção e reformas de estádios e melhorias em suas infraestruturas viárias. Muitas obras foram executadas outras não e o nosso futebolzinho deu um sonoro vexame, mas as verbas e seus aditivos foram todas consumidos e muitas dívidas ficaram pendentes. O mesmo está acontecendo com as Olimpíadas; faltando um mês e meio para seu início, está com várias obras atrasadas e o estado do Rio de Janeiro em uma calamitosa situação financeira, pois não está podendo nem arcar com a folha de pagamento quanto mais fazer obras para inglês ver. A fatura chegou. E agora José?
EDSON MEDARDO SCARCHETTI (bacharel em Teologia) Londrina
O título correto da matéria publicada ontem na página 3 do Folha2 é "Um rio em nossas vidas".
Na matéria "Ex-ministro foi beneficiado no esquema AMA/Comurb" (Política, 24/06), há uma informação incorreta quando se afirma que o deputado federal Alex Canziani (PTB) recebeu dinheiro desviado por meio de licitações fraudulentas na campanha eleitoral de 1998. A afirmação não procede justamente porque nada existe que comprove o fato "afirmado" como verdadeiro, assim como não há nenhuma decisão judicial neste sentido.
Assessoria de Imprensa do deputado federal Alex Canziani





