Ideia de gerico
Atrás do Shopping Catuaí, na Avenida Terras de Santana, há um terminal urbano. A CMTU, segundo informação, colocou duas grades na calçada por onde passam os pedestres impedindo que os mesmos utilizem a calçada. Assim, os pedestres que quiserem passar têm que desviar entre os ônibus estacionados e pela rua, sob perigo de atropelamento, seguir seu caminho. A calçada é um direito legal dos pedestres e um órgão da prefeitura simplesmente impede a passagem deles. Uma verdadeira ideia de gerico. Solicito a imediata retirada dessas grades do local. Outra coisa, quando é que a prefeitura irá fazer a sinalização horizontal na Avenida Leônia Milito entre o viaduto da PR-445 e a rotatória da Ayrton Senna?
SIDNEY GIROTTO (médico) – Londrina

Começou mas se pode parar
Esclarecendo o leitor Luiz Alberico Pioto (Opinião, 31/5): quando essas pessoas aparecerem já falando como candidatos, faça o seguinte: anote o nome completo, o partido, vá até o TRE e registre o fato. Assim, quando forem fazer o registro da tal figura, será impugnado logo de saída por propaganda antecipada. Campanha só começa em 16 de agosto. Lei 13.165/2015, de 29/9/15.
NINA CARDOSO (psicóloga) – Londrina

Discursos de ódio
Quem lê a reportagem "Discursos de ódio silenciam o mito da cordialidade" (Reportagem, 29/5) se questiona: de que mito se trata? Seria uma referência às reflexões de Sérgio Buarque de Holanda? Não. Fosse, saberiam, veículo e repórter Carolina Avansini, que cordialidade vem de "cor", movido pelo coração. Saberiam, portanto, que ser cordial é tanto ser prestativo quanto rival. É proteger e auxiliar os íntimos tanto quanto eliminar os outros. Fosse, saberiam que a cordialidade não admite discordância, apenas obediência. Saberiam que piadinhas sobre o "dízimo" e a "família tradicional" não rivalizam com a silenciosa morte dos favelados, negros, mulheres e LGBTs deste país. Fosse, não endossariam o silêncio.
DANIEL GUERRINI (professor) – Londrina

Aumento no movimento na rodoviaria
Excelente a matéria "Venda on-line de passagens de ônibus cresce 150%" (Economia&Negócios, 31/5). Como muitos empresários, estudantes e outros usuários de voos regulares para Curitiba e que, devido aos cancelamentos das companhias aéreas, passaram a frequentar nossa bonita rodoviária, notei o quanto ela está precisando da atenção das autoridades competentes sobre a segurança no local e adequação nas infraestruturas. Percebesse muitos desocupados, vendedores ambulantes, pedintes, pessoas dormindo inadequadamente nos corredores. Quanto à estrutura, percebesse a falta de câmaras de segurança em alguns pontos, infiltração de água das chuvas, lojas fechadas que poderiam ajudar no orçamento do local, além da prestação de serviço aos usuários.
CARLOS PICCHI JR. (empresário) – Londrina

Zona Azul está uma ‘zona’
Desde a primeira implantação da Zona Azul em Cornélio Procópio, jamais se percebeu eficiência administrativa, até mesmo em razão das constantes idas e vindas. Há alguns meses, por exemplo, mais uma vez o sistema está desativado. Isso tudo nos enseja a questionar a razão de tamanha inconstância. Quais as dificuldades para se manter o sistema? São indagações recorrentes no seio da comunidade. Comenta-se que está em curso um novo processo de licitação. Até aí tudo bem, mas, por que então tanta delonga para uma definição? Se a demora está acontecendo em razão de um elaborado estudo visando consolidação do serviço, aí tudo bem. Vamos ter paciência e aguardar mais um pouco. Por outro lado, apesar de o sistema estar literalmente desativado, entendo que as demarcações que ainda existem têm que ser obedecidas e respeitadas, até porque estão voltando os cones, cavaletes, cadeiras e outros objetos usados para se apropriar de uma vaga. Uma Zona Azul bem implantada e administrada deve voltar logo, porque a "zona", que não é a azul, está aqui fincada.
AGOSTINHO BACON (bancário aposentado) - Cornélio Procópio

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