Quieta Dilma!
Disse a presidente afastada (infelizmente, ainda, de forma temporária) Dilma Rousseff em um evento na capital mineira que "temos um ministério de velhos, ricos e brancos". Em primeiro plano, isso não tem significância nenhuma, podendo ser careca ou cabeludo, com dentes ou banguela, gordo ou magro, dentre outras qualificações físicas. O primordial é que o ministério seja composto de pessoas honestas e competentes. Agora, a presidente Dilma não tem moral nem para falar mal de si própria, cujo (des)governo foi o mais autêntico desastre para o país. O mínimo que lhe compete é ficar quietinha no seu canto (que estamos pagando), de cabeça baixa e envergonhada pela herança maldita deixada ao futuro presidente, seja lá quem for.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

Legado da Copa, de Dilma e Lula
Dias atrás foi divulgado um relatório informando que nosso país perdeu nos últimos 5 anos um número alarmante de 27 mil leitos hospitalares. Realmente, a última Copa Fifa 2014 nos deixou um grande legado: "Melhor ter Copa do que ter hospitais". Imagino quantos leitos poderiam ser instalados nesse Brasil com os valores aplicados nessas obras (muitas ainda não acabadas ou sabe lá quando terminarão). Mas sem problemas, vamos ter as Olimpíadas Rio 2016 que nos deixarão mais um legado. Obrigado Fifa, obrigado COI e um agradecimento especial ao sr. Lula e sra. Dilma. Obrigado pelo legado que nos deixaram... no fim do poço.
ROGEMAR MONTEIRO (servidor público) – Londrina

PT e seus donos da verdade
No artigo "A herança maldita", o médico Paulo André Chenso (Opinião, 14/5) expõe com maestria e lucidez a realidade que herdamos desses anos de PT e companheiros no comando do País. Diria algo mais, que o tom professoral presente nos "intelectuais" do PT, que se criaram em universidades, também entre profissionais liberais, estudiosos de ciência política, raras vezes apontam a realidade nua e crua que interessa ao povo saber, como foi exposta pelo artigo do ilustre médico. O povo ainda não aprendeu, apesar dessa dor na carne que se sente. As diferenças geopolíticas do Brasil são grandes. As carências muito claras. Nesse ambiente prosperam os populistas e nefastos teóricos que arruinam a nação com suas teses equivocadas. Importante que ao povo seja dada a oportunidade de bem conhecer os resultados dessas políticas populistas e demagógicas que arruinaram e continuam a arruinar a América Latina. Esse lastimável governo que se vai do Brasil é prova de que com o populismo assistencialista não se consegue resolver os problemas do país. As carências aparentemente atendidas, voltam com toda força, as políticas camufladas deixam com o tempo a claro as feridas, muitas delas impossíveis de serem curadas com as técnicas habituais. Enfim, o povo sofre muito mais. Aproveitemos essa dor de agora para consertarmos definitivamente o rumo de nossa pátria. Sem assistencialismo, sem demagogia e sem empoderamentos, enfim como uma nação escolada e que quer tomar rumos de progressos definitivos.
PAULO AFONSO MAGALHÃES NOLASCO (advogado) – Londrina

Previdência
Só funcionários públicos federais, estaduais e municipais recebem aposentadorias de R$ 30 mil, R$ 25 mil, R$ 20 mil, R$ 15 mil,R$ 10 mil, R$ 7 mil. Com isso, oneram o erário público. Já um trabalhador da iniciativa privada que ganha mal, vive mal, tem baixa escolaridade, mora mal e depende da saúde pública tem um teto para receber em até R$ 5 mil, mas pela média aplicada ninguém não recebe nem R$ 2,5 mil. Se contribuiu por mais de 40 anos em média de 9% do salário e a empresa mais 20% de um salário de R$ 1,2 mil, hoje ele acumularia uma soma de mais de mais de R$ 500 mil, aí recebe só R$ 2,5 mil fora o principal, se aposenta com 60 anos e morre com 75 anos. Quem é que ganha nessa Previdência? Essa conta nunca vai fechar. O correto seria limitar teto na Previdência para todos sem distinção, se público ou privado.
OSMAR CARVALHO (contador) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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