Sugestão a Dilma: conheça o País

Dilma Rousseff - agora longe dos holofotes e do palanque federal - vai percorrer o País em campanha para tentar viabilizar sua volta à Presidência da República. Se continuar com o discurso de que houve golpe, foi injustiçada ou traída, não terá êxito. Se buscar o caminho da violência pública por meio das manifestações da sua militância, não terá êxito. Seu julgamento no plenário do Senado Federal, também será sem êxito, pois a oposição tem ampla maioria. Então, Dilma aproveite o tempo e os benefícios pagos por nós, e que lhe restam, para visitar os hospitais (não o Sírio Libanês onde se curou do câncer), viaje de ônibus ou caminhão pelas estradas federais (não use o avião da FAB), sinta a realidade dos assentamentos (esqueça o MST), acompanhe as mães nas cracolândias, os professores nas escolas ou creches (verá a farsa da "Pátria educadora"), entre nas filas dos Sines (entenderá que a CUT não faz nada pelos desempregados), no INSS converse com as pessoas (um afastado ou aposentado ainda quer viver), não se esqueça dos presídios (em Curitiba, encontrará vários amigos), veja como estão indo as obras do PAC, e o que foi projetado para a Copa (sentirá o peso da decepção), depois visite as igrejas, os templos, sinagogas e as mesquitas (perceberá a força da fé e da caridade), volte para Brasília e diga aos parceiros de partido que "este país" tem um único dono - o povo brasileiro.
JOSÉ TADEU (industriário) – Londrina




Todos golpistas?

A "presidenta" afastada Dilma Rousseff, seus defensores e seus aliados não se conformam com o seu afastamento, esperneiam e gritam aos quatro cantos do Brasil e agora do mundo, que foram vítimas de um grande golpe de Estado armado pela Câmara Federal, pelo Senado e, portanto, apoiado pelo Supremo Tribunal Federal. Se existe golpe é porque existem golpistas. Afirmam serem vítimas de uma grande farsa jurídica e política. Como leigo, pergunto a juristas se essa gravíssima e propalada acusação não merece resposta imediata e punição à altura, pelo perigo à sociedade, inclusive incentivando o povo à luta "até o fim" para reverter seu afastamento. Dessa maneira, a "ex-presidenta" e seus defensores que acusam publicamente até os ministros do STF de golpistas, não deveriam responder judicialmente por crimes de calúnia, difamação ou por crimes contra a honra? Nada lhes acontece? Ela vai, à nossa custa, continuar morando no Palácio da Alvorada com direito a servidores, seguranças e até avião da FAB à disposição. Gostaria muito de uma dura e imediata ação da Justiça, mostrando à população que pelo menos essa instituição tem de ser respeitada, condenando esses difamadores irresponsáveis a desfrutar das conhecidas mordomias de nossas penitenciárias e sem direito a tornozeleiras.
IVAN CHUBACI (comerciante) – Londrina




Elevado do Superbus

Estranhei a simulação fotográfica do elevado de concreto rasgando a rotatória do Monumento ao Viajante – cruzamento da Via Expressa com a Leste-Oeste -, Já que o Superbus consegue negociar curvas com raios relativamente apertados, além do próprio distribuidor circular de tráfego ali ser amplo o suficiente para alocar mais pistas ao nível do solo. Modais como esse, não duram mais que 20 anos, mas pontes podem durar 150 anos, o que requer nas especificações a maior sensibilidade possível na adoção de superestruturas. Já perdemos muito com a divisão física da cidade em duas na recente duplicação inacabada e com defeitos graves na PR-445, do Conjunto Jamile Dequech até Cambé, a qual deveria ser integralmente executada em trincheira, conectando definitivamente Londrina sem obstáculos. Agora, ficou impossível de ser transposta com a sucessão bisonha de viadutos e rampas.
CHRISTIAN STEAGALL-CONDÉ (arquiteto e urbanista) – Londrina




Horário da Biblioteca Infantil

Achei muito interessante a ideia da exposição montada na Biblioteca Infantil. No entanto, fico triste por saber que apenas uma parte das crianças de Londrina poderá usufruir dessa montagem. Porque a Biblioteca Infantil, agora, só abre de segunda à sexta-feira, no horário da tarde. Assim, apenas as crianças que estudam no período matutino poderão ir até lá ver a exposição e utilizar tudo o mais que a Biblioteca possa oferecer. As crianças que estudam no horário vespertino não mais poderão fazer isso. No meu entendimento, estabeleceu-se uma discriminação dentro do universo a ser atendido pela Biblioteca Infantil, afetando as crianças, que não entendem por que outros podem ir e elas não. Fica a sugestão para a secretária de Cultura: uma flexibilização de horários ou a abertura manhã/tarde em dias alternados poderá minimizar o incômodo e triste sentimento de exclusão gerado nos alunos do período da tarde. Que são, apenas, crianças.
NINA CARDOSO (psicóloga) - Londrina

mockup