‘Pecado original’
O tão propalado "pecado original" não está nas artimanhas do deputado Eduardo Cunha ou da oposição, "presidenta"! Está na cúpula do partido que a elegeu, financiado pelos desvios bilionários comandados pelo principal líder e seus asseclas, além do enriquecimento injustificável dos mesmos. Se a senhora não tem recursos no exterior, não se locupletou e tampouco participou diretamente do maior desvio de verba pública da História da República, deveria ao menos reconhecer que o seu partido o fez. E, sendo tão proba como tem reiterado, deveria abandoná-lo e renunciar, juntamente com seu vice. Ao menos restaria preservada a sua versão, embora não pudesse desfazer a imagem de uma marionete, sem a competência de sequer assumir o cargo com a coragem necessária para mudar os rumos de seu mandato. Se o TSE cumprisse seu papel, novas eleições já estariam programadas e nós teríamos a oportunidade de mostrar que, finalmente, aprendemos a votar.
ROBERTO Y. HIRAZAWA (engenheiro civil) - Londrina

Sai Dilma e muito mais!
O afastamento de Dilma Rousseff representa a saída do governo da incompetência e da mediocridade administrativas, do engodo, da vontade sistemática de mentir, do desgoverno, da arrogância, das atitudes inconsequentes e do permanente propósito em enganar e sabotar os brasileiros bem-intencionados. Com Dilma saem do Planalto, também, uma escória desqualificada, de comportamento rasteiro e dirigentes sindicais pelegos que nunca trabalharam e se transformaram em milionários, ocupando postos importantes nos governos petistas, mesmo desprovidos de dotes intelectuais básicos para exercê-los. Sem Dilma e o PT no poder, perde força o foro de São Paulo, a grande ameaça comunista do subcontinente americano, e o Brasil deixa de reverenciar o sanguinário ditador Fidel Castro, o presidente cocaleiro Evo Morales e o lixo autoritário Nicolás Maduro. Aliviados, repudiaremos definitivamente as pretensões da rançosa esquerda radical em implantar aqui a repugnante república bolivariana. Sem o PT, cessa a sangria do dinheiro público carreado para as mãos dos militantes remunerados, dos baderneiros e invasores desocupados com o intuito de promoverem desordem, prejuízos e o caos em bens públicos e privados. O impeachment da petista faz apear do poder o núcleo de uma organização criminosa responsável por operar o maior sistema de corrupção já visto no planeta. E, finalmente, meus ouvidos ficam agradecidos por não terem que escutar mais a palavra "presidenta".
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) – Londrina

O tempo dirá!
Pelas circunstâncias políticas, tudo leva a crer que o processo de impeachment contra a presidente Dilma seja consumado com sua cassação pela Câmara Alta do Congresso. Resta a nós, simples cidadãos, saber se este ato será de um capítulo contra a corrupção ou apenas mais uma página virada na luta pelo poder.
CÉLIO BORBA (artista plástico) – Curitiba

13 de maio: abolição?
Há 128 anos o Brasil extinguiu no papel o trabalho escravo, foi o último país a fazê-lo. Na prática ainda temos milhares de pessoas que em pleno século 21 ainda são submetidas a condições análogas ao trabalho servil. A Lei Áurea ainda não chegou a muitos rincões e o Estado brasileiro tem a obrigação legal de resgatar essas pessoas perdidas nas penumbras do tempo, garantindo a elas o direito à cidadania. A dívida social com essa parcela da população já passou da hora de ser paga, com juros e correção monetária.
TITO VALLE (advogado) - Londrina

Esclarecimento
A respeito da reportagem "PAD do City Shopping é concluído com pena branda" (Política, 12/5), a Corregedoria-geral do Município informa que a pena de suspensão aplicada aos servidores é considerada falta grave, conforme o Estatuto dos Servidores. A seguinte declaração - "O servidor apenas apontou dupla interpretação da legislação, opinou sobre qual interpretaria ser a correta e deixou a aplicação para a autoridade competente, não havendo qualquer indício que tenha agido com dolo" -, na verdade, foi feita pela corregedora adjunta no Relatório Final da Sindicância.
ALEXANDRE TRANNIN (corregedor-geral do Município) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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