OPINIÃO DO LEITOR
Brasil, uma triste realidade
O Brasil vem perdendo posições de destaque positivos nos últimos anos aceleradamente. Isso é uma realidade. Chegamos ao fundo do poço? Não. Se Dilma sair, tudo melhora? Não. No País temos uma pessoa, uma agremiação ou sequer uma instituição idônea que tenha a moral para chamar para si a responsabilidade de chamar "os atuais pseudos briguentos", literalmente, às falas? Não. O que fazer? Temos que ter a coragem de admitir que "recomeçar" é imprescindível. O país está em queda livre em todos os sentidos: na economia e nos mais amplos sentidos da moralidade, da honestidade e da responsabilidade. Se Dilma sair, a queda livre vai continuar e tem que ser gradativamente desacelerada, em primeiro lugar, até ser contida, para só aí ser revertida. Isso pode acontecer em dois anos. Sim, se e só se, o seu substituto se despir de toda vaidade e demonstrar à população disposição de recolocar o país "nos trilhos", doa a quem doer, em nome do bem comum da população. Aí, e só aí, terá apoio e forças para aguentar a gritaria estrondosa, dos que se acostumaram a fazer nada e ganhar muito, a levar vantagem em tudo e sempre saírem impunes. O barulho vai ser ensurdecedor, mas a população e as poucas boas lideranças políticas que temos, mais uma vez com sabedoria e paciência vão vencer.
MARCOS DE CASTRO FALLEIROS (físico) Londrina
WhatsApp
Em um passado não tão distante assim nos comunicávamos por carta; assunto urgente era telegrama. Entre um envio e uma resposta, iam se dias. Conversar por telefone era um problema: ou usava-se o do vizinho como recado, ou se aguardava na fila do orelhão. O mundo andava a passos lentos e o dia rendia. O mundo evoluiu e, com ele, a comunicação. O que era para agilizar deixou o dia mais curto: informações chegam a cada segundo, o estresse aumentou, o trabalho aumentou, apenas o dia continuou com 24 horas. Hoje somos escravos da comunicação instantânea. Essa mesma agilidade que faz o mundo girar mais depressa também faz com que pessoas mal-intencionadas usem o mesmo meio para prejudicar o próximo. Criminalizam o que era para ser uma ferramenta para nos divertir, passarmos o tempo, namorar, trabalhar, nos comunicar instantaneamente, encurtar distâncias, ser usada para o bem. E agora os bons pagam pelos maus! Uma nação inteira foi prejudicada pelo bloqueio do WhatsApp. Os motivos são aceitáveis, mas não foi muito dura a punição? Não havia outros meios de punir os responsáveis? E se mesmo com esse bloqueio judicial os responsáveis pelo aplicativo ainda não colaborarem com a Justiça?
ALEXANDRO CARLOS (policial militar) Londrina
O pé de mulungu
Nós, da família Sperandio, apreciamos muito a lembrança do meu avô João Sperandio na crônica "O pé de mulungu" na coluna "Dedo de Prosa" (Folha Rural, 30/4), escrita pelo leitor Gerson Antonio Melatti. Agradecemos que seus esforços ainda sejam valorizados e desejamos que seus sucessores mantenham o mesmo orgulho da jardinagem e conservação das plantas e flores do belo campus da UEL, como tinha o "seu João". E que possamos sempre admirar os pés de mulungu, as perobas, as araucárias, as paineiras, os ipês...
RAFAELA SPERANDIO CHAMMÉ CATERINA (jornalista) São Paulo
Acesf esclarece
Sobre o questionamento do leitor Alvino de Souza (Opinião, 5/5), a Acesf esclarece que houve uma situação pontual de vandalismo no Cemitério Padre Anchieta, em março deste ano, quando foram furtadas placas de alguns jazigos. Na época, a Autarquia procurou as autoridades policiais, que detiveram dois indivíduos suspeitos dos furtos. Boa parte das placas foi recuperada e está à disposição dos familiares na sede administrativa do cemitério. Informamos que a Acesf está aumentando a altura do muro do cemitério, no intuito de coibir a ação de vândalos. Além disso, a Secretaria de Defesa Social está reforçando as rondas em todos os cemitérios de Londrina.
NÚCLEO DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA DE LONDRINA
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