Opinião Atualizado em 01/05/2016, 23:00
OPINIÃO DO LEITOR
As repetitivas alegações da presidente da República e de sua bancada partidária, chamando o processo de impeachment de "golpe", trata-se de uma tentativa de chamar a atenção da massa eleitoral que lhe garantiu a reeleição. Isso ocorre por consequência de falhas de políticas educacionais que durante anos vem formando uma nação de pessoas que não possuem um censo crítico aguçado, ou seja, não têm a metodologia de questionar e analisar todo o contesto político, social e econômico que se passa em sua volta. Essas pessoas são chamadas de "analfabetos funcionais". O Brasil, infelizmente, é campeão em formar esse tipo de cidadão, pois é tudo que um governo que manipula a máquina pública quer, pois esse cidadão sabe ler e escrever e assim saberá votar, mas não possui o discernimento de questionar-se para quem está votando. Além disso, há a geração "nem-nem", ou seja, que nem quer estudar, nem trabalhar, muito menos pensar e questionar algo. No processo de impeachment não há nada de golpe, trata-se de um processo legal, previsto na Constituição Federal e esse em questão foi até legitimado pelo Supremo Tribunal Federal que determinou o rito do processo, que vem sendo cumprido passo a passo conforme dita a lei. Espero que essa página que está sendo escrita na história brasileira sirva de exemplo e aprendizado à futura geração de brasileiros para não voltarem a repetir os erros cometidos no passado.
MÁRCIO NUNES PAIVA (economista) Brasília (DF)
Tenho acompanhado dia a dia as mais diversas opiniões políticas acerca da atual situação política do Brasil, e todos concordamos em um ponto: como está não pode ficar! Todos queremos mudanças e que o que está acontecendo sirva de exemplo para quem quer que seja, que fique ou que assuma o timão do navio. Existe um ditado utilizado na caserna militar - "não há nada tão ruim que não possa ser piorado" e espero que este ditado fique apenas na caserna. Vamos rezar para que a Lei de Murphy não caia sobre nós. Existe ainda outro ditado que diz, "depois da tempestade vem a bonança", este sim gostaria de ver cumprido! Um ditado árabe diz: "Uma caminhada de mil léguas começa sempre com o primeiro passo". Então, que seja este então o primeiro e que todas as opiniões que aqui foram postadas e que quem as postou viva o que opinou, pois este ano teremos uma chance para começar a mudar a realidade política. Uma coisa que político entende é de voto e, talvez, escreveremos aqui elogios para agradecer as lutas de nossos políticos pensando realmente no povo dessa nação e não em seus bolsos.
ALEXANDRO CARLOS (policial militar) Londrina
Estava trafegando pela Via Expressa sentido zona sul em um local onde a velocidade limite é 70km/hora. Por descuido e erro meu, não observei a placa seguinte onde a velocidade limite é 60km/h, fui multado a 72km/h. Reconheço que errei, mas a minha indignação é como os agentes da CMTU aplicam as multas. Saíram dois agentes correndo em sentido à beirada da via (um homem e uma mulher que estavam escondidos na sombra atrás de uma árvore) com um aparelho manual na minha direção e quase que não conseguiram me fotografar. Na foto do auto de infração percebe-se que chegaram bem próximo de mim, não havia carro da CMTU estacionado na via (provavelmente escondido em outro local perto dali). Aí, diminuí a velocidade e fiquei observando pelo retrovisor o agente manuseando o aparelho e sorrindo. Muitas pessoas já comentaram que parece que os agentes são cobrados para multar os motoristas de qualquer forma e qualquer jeito. Agora fico pensando que pode ser até verdade que isso ocorra. Acredito que a Prefeitura de Londrina não precisa tanto de arrecadação a ponto de usar agentes sorrateiramente escondidos para aplicar multas. É comum vê-los também atrás de carros estacionados usando a mesma forma sorrateira.
ANTONIO JOSÉ RODRIGUES (aposentado) Londrina





