Democracia x anarquia
Nos tempos de bancos escolares aprendi que democracia em demasia virava anarquia. Porém, naquela fase não tinha ideia do que seria essa anarquia. Os anos passaram e o País teve bons momentos de paz e tranquilidade pós-ditadura militar. Todavia, a nossa democracia foi contaminada por elementos de esquerda, comunistas de carteirinha e ociosos que nunca trabalharam, que passaram todo o tempo filosofando sem nada produzir para o Estado, tampouco para a sociedade. A partir daí, arrebanhados por líderes classistas, passaram a incomodar a todos, seja invadindo prédios públicos, invadindo propriedades privadas, rurais e urbanas, fechando praças de pedágios, trancando rodovias e tudo mais que uma anarquia possa estar configurada para perturbar a paz e a tranquilidade das pessoas de bem. Até quando? Onde anda o papel do Estado, segundo a Constituição Federal?
RUBENS PEDRO DA SILVA (aposentado) – Londrina

Não vai ter golpe!
Um país sucateado, milhões de brasileiros desempregados, inflação em alta, saúde num caos total, um governo incompetente, mentiroso e corrupto, uma gangue cujo chefe é o ex-presidente Lula e um monte de debiloides egocêntricos obcecados pelo poder: esse era o triste cenário do nosso país. Mas, graças a Deus, que a Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade do pedido do impeachment da presidente Dilma e oxalá que o Senado aprove também, pois não é mais possível esse bando de salteadores continuar conduzindo os destinos do nosso país. Os abestados do PT continuam insistindo que o processo do impeachment é um golpe de elites. Entretanto, o verdadeiro golpe foi dado quando o PT assumiu o comando do país, começando pelo Lula e depois com a incompetente Dilma. Acabaram com o sonho de milhões de brasileiros, de um emprego melhor, de uma educação sustentável, de uma saúde eficaz e de uma segurança confiável. Esse é o verdadeiro golpe. Com a saída da presidente, do PT e sua corja, acredito que não vai ter mais golpe. Fora Dilma, fora Lula e fora PT, não aguentamos mais vocês!
WANDERLEY RODRIGUES DO LAGO (empresário) – Londrina

O marketing do nada
O governo federal está propagando na televisão o pagamento do Bolsa Família através de crédito em poupança na Caixa como um novo benefício sensacional. Vamos analisar. O valor do Bolsa Família é ínfimo e dirigido a famílias com renda familiar muito baixa, este valor é insuficiente para uma compra mensal de alimento, então, qual a vantagem de não se gastar tudo de uma vez? A Caixa cobra taxas dos poupadores que efetuam mais de dois saques por mês e o mais interessante é que na propaganda do governo um coadjuvante ressalta que o saldo que sobra rende juros. Uma família com dificuldades financeiras recebe uma miséria e é estimulada a não comprar o que necessita para receber juros? É realmente o marketing do nada. É pura propaganda do governo com recursos públicos.
PAULO MAURÍCIO ACQUAROLE (aposentado) – Londrina

Segurança na Expô
Sou frequentador da Exposição de Londrina e acredito que a organização está esperando acontecer algum desastre em um dos shows. Fui em um dos shows e quanto à performance dos artistas não tenho do que reclamar: todos foram excelentes. No entanto, as instalações e segurança deixam a desejar, e muito. Qualquer show em estádios ou outras instalações se preocupam com a segurança e nunca permitem levar objetos que podem ser arremessados contra os artistas, como lata de cerveja, pau de selfie, frutas inteiras, guarda-chuva, etc. Esses objetos viram arma contra o artista caso forem arremessados. Outro detalhe: com a pista e as arquibancadas extremamente lotadas, as saídas de emergência ficam obstruídas. Não entendo como o Corpo de Bombeiros permite isso. Fica a dica, pois caso ocorra uma desgraça a organização não pode falar que foi falta de aviso. Temos que profissionalizar e rever alguns conceitos nesse tipo de evento.
ANTONIO RICARDO PACHECO (engenheiro mecânico) – Londrina

Aviso
■ Excepcionalmente, hoje, o caderno Cidades deixa de circular e o conteúdo de Economia está contido no Primeiro Caderno.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

mockup