OPINIÃO DO LEITOR
A realidade do jogo
Na realidade o jogo é o seguinte: ao assumir o poder, eu tenho a máquina de fazer dinheiro a que todos os cidadãos estão submetidos (impostos, taxas e contribuições). Então, para perpetuar o meu poder e o dos meus pares (o bálsamo da reeleição), vocês, grandes empresários, especialmente da construção civil, para contratar comigo (e eu pago bem e muito!) precisam financiar minhas campanhas eleitorais (leia-se extorsão). A regra do toma-lá-dá-cá é imperativa (leia-se corruptores). O povo, aquele que age sob o impulso das mídias, nada mais é do que a massa de manobra (comparecem as urnas e votam no embalo). Pão (isenção de tributos na cesta básica) e circo (JN, Novelas, Show do Faustão, BBB, The Voice, Mais Você) bastam ao povo. Em pano rápido, o jacobino Maximilien de Robespierre (1758/1794), líder da insurreição no Campo de Marte (1790) e considerado o incorruptível, além de pedir a condenação do rei Luís XVI, assim ensinava sobre as regras republicanas oriundas do iluminismo: "O domínio exercido pelo povo, magistrados desprovidos de orgulho, liberdade e igualdade para o governo da república; indivisibilidade em sua forma; virtude como seu princípio; ser Supremo como o seu culto. Quanto aos cidadãos, fraternidade em seus relacionamentos, probidade em sua conduta, bom senso como espírito, modéstia em suas ações públicas, que eles deveriam nortear para o bem do estado e não para eles mesmos." A nós, brasileiros: olhar para o passado para não errar no futuro.
RICARDO LAFFRANCHI (advogado) Londrina
Por um Brasil melhor
A sociedade do bem espera com ansiedade a votação de domingo, dia que começa a definição dos destinos de milhões de brasileiros. Chega de criar planos mirabolantes, de criar ilusões, de corrupções bilionárias, de dilapidar os fundos estatais, de mentiras deslavadas, de formação de milícias esquerdistas interesseiras que tentam ameaçar a paz, chega de governo sem credibilidade nacional e internacional. Vamos fazer o resgate da democracia e dar um não bem grande à ditadura do PT e sua turma. O Brasil merece um governante que olhe para seu povo, viva as dificuldades e problemas da nação, aí sim, o país caminhará para normalidade democrática que todos esperam. É enorme a responsabilidade de quem assumir este papel, pois as esperanças estão depositadas em mudanças radicais, como as pregadas pela Justiça Federal do Paraná, exemplificados pelo juiz Sérgio Moro, Ministério Público Federal e PF. A discussão de quem vai assumir, a legislação mostrará o caminho. Com todos os defeitos, vícios políticos e jurídicos da nação, não é possível esperar o salvador da pátria, mas sim, o líder que consiga a união da nação, a convergência política, resgatando a credibilidade perdida pelo governo atual e trazendo o país ao ritmo de normalidade política e administrativa. Uma luta de todos nós brasileiros que amamos essa pátria, uma luta por um Brasil melhor.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) Itambaracá
O cinéfilo fiel
Quero me congratular com a FOLHA e com o Carlos Eduardo Lourenço Jorge por sua volta ao jornal. Todos nós saímos ganhando muito. Ele é, sem dúvida, um dos melhores críticos de cinema do Brasil. Sou seu fã incondicional. Como citou ontem em sua coluna "O cinéfilo fiel" (Folha2): "A crítica é a arte de amar. É o fruto de uma paixão que não se deixa devorar por si mesma, mas que aspira ao controle de uma vigilante lucidez" (Jean Duchet).
JUNKER DE ASSIS GRASSIOTTO (engenheiro civil) - Londrina
Correção
Diferentemente do publicado na matéria "Obras mudam a cara da Saul Elkind" (Cidades 13/4), o contrato de financiamento de R$ 1,9 milhão integra um contrato maior, de R$ 14 milhões, para pavimentação de vias urbanas, que foi assinado pelo município de Londrina com a Fomento Paraná, uma instituição financeira de desenvolvimento do governo do Estado.
■ As cartas devem ter no máximo 700 caracteres e vir acompanhadas de nome completo, RG, endereço, cidade, telefone e profissão ou ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: opiniao@folhadelondrina.com.br





