Pressão pelo impeachment

Mais que 70% dos eleitores de Londrina são a favor da saída da presidente Dilma por várias razões. No final deste mês vamos ter a votação na Câmara dos Deputados, serão necessários mais de 300 votos a favor do impeachment. Está na hora de pressionarmos nossos deputados a votar em favor do povo. O Paraná tem 30 deputados federais. Londrina tem três representantes: Luiz Carlos Hauly (PSDB), Alex Canziani (PTB) e Marcelo Belinati (PP). Os dois últimos pertencem a partidos que apoiam o governo. Vamos cobrar para que votem a favor da população que os elegeu. Mandem e-mails, postem em redes sociais, telefonem, escrevam para o jornal para que eles sintam sua responsabilidade em relação a seus eleitores. Hauly e Alex serão candidatos à reeleição em 2018. E Marcelo Belinati, candidato a prefeito ainda este ano. Devemos ficar atentos para ver como eles votarão e para não esquecer, pois na próxima vez que forem candidatos recebam o merecido.
THEOPHILO PARANAENSE COUTINHO GOMES (engenheiro civil) – Londrina

O que o PT quer para nós

Notícia que chega da Venezuela anuncia que aquele país vai decretar feriado às sextas-feiras para economizar energia. Uma medida deprimente e constrangedora para o quinto maior produtor de petróleo do mundo. Esse é o verdadeiro atestado de incompetência para Nicolás Maduro e seu criador Hugo Chavez, ferrenho defensor do bolivarianismo, que um dia sonhou dominar a América do Sul. E é isso que o PT quer para nós, conforme obscuras diretrizes acordadas no Foro de São Paulo. E vejam as semelhanças. Chavez permaneceu no poder por 14 anos e dele saiu porque morreu. Deixou o seu nefasto legado para um inexpressivo substituto que está destruindo a Venezuela, levando-a ao colapso econômico e à derrocada política e social. Por aqui, Lula sempre teve a intenção de permanecer no poder além dos oito anos. Resolveu não apostar nas suas tentadoras propostas ditatoriais e elegeu a incompetente Dilma Rousseff para ocupar o seu lugar até ele voltar. Em consequência, a tragédia e o calvário dos brasileiros estão aí expostos. Se não mudarmos essa situação, num futuro não muito distante chegaremos ao caos total. Brasileiros morrendo nas filas dos hospitais já é uma realidade cotidiana. Um assustador contingente de desempregados e a atividade econômica paralisando dia após dia é um cenário desolador no País. Por isso, torna-se imperioso o impeachment da presidente e uma certeira cacetada na cabeça da jararaca.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina

Cuidar do planeta, nossa responsabilidade

Faço parte de uma geração que destruiu, em parte, o planeta. Meu livro de Geografia, da década de 70, estampava na capa um enorme trator derrubando árvores da Floresta Amazônica. Naquela época, tudo era permitido em nome do "progresso": queimar, desmatar, perfurar, escavar, poluir, descartar e enterrar coisas na terra, sem questionar até que ponto o planeta suportaria ser explorado e degradado. Em decorrência, grandes e pequenos acidentes ecológicos aconteceram e continuarão acontecendo, prejudicando e alterando o equilíbrio do ecossistema. Percebo que nossos estudantes têm conhecimento e consciência ecológica, mas na prática, na maioria das vezes, não realizam ações simples e concretas que favoreçam a preservação ambiental. Isso acontece também em todos os segmentos da sociedade, tornando-se algo cultural o descompromisso com a preservação do meio ambiente. A campanha da fraternidade de 2016 tem como tema Casa comum, nossa responsabilidade e chama a atenção para que todos cuidem do planeta de forma responsável. É necessário que todos possamos refletir e debater esse assunto. Que cada um se sensibilize e repense sobre as atitudes antiecológicas, praticadas no dia a dia e que ferem o planeta. Adotar práticas sustentáveis no ambiente familiar, escolar e na comunidade onde vivemos, pode salvar a nossa casa comum. Precisamos agir rápido, enquanto há tempo.
APARECIDA VIEIRA REMES (professora) – Borrazópolis

Correção
Diferentemente do que foi publicado na matéria "Abertura da ExpoLondrina vira ato pelo impeachment (Economia/09-04), o prefeito Alexandre Kireeff afirmou que a presidente Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade e que desaforo inaceitável é o silêncio da presidente diante das manifestações do Movimento Sem-Terra.

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