Vergonha nacional
Estou indignado com o que estamos assistindo na mídia nacional com a discussão sobre o afastamento da presidente Dilma. Assistimos parlamentares defendendo que nada de errado aconteceu porque outros governos (FHC, etc.) também fizeram o mesmo! Isso é estarrecedor, pois se o governo do PT fez o que fez nos últimos anos, qualquer outro que vier a administrar o Brasil poderá também roubar e matar milhões de pessoas por falta de saúde, infraestrutura, segurança e outras mazelas que não poderá ser considerado crime? O Brasil das pessoas de bem não pode aceitar tudo isso passivamente. Temos de cobrar dos nossos representantes honestidade e respeito para com o povo. O Brasil não merece tanto desrespeito.
JOSÉ PEDRO DA SILVA (contabilista) - Icaraíma

Imunidade ou impunidade?
O artigo 53 da Magna Carta diz que os deputados e senadores são invioláveis, civil e penalmente por qualquer de suas opiniões, palavras e votos. No parágrafo primeiro diz que não poderão ser presos, exceto por crimes inafiançáveis e serão julgados pelo STF. Entretanto, utilizam dessa imunidade parlamentar para cometer crimes, usando essa prerrogativa legal para se proteger. E causa à sociedade um sentimento de revolta pela total impunidade. Essa lástima é reforçada pela história. Muitos políticos usam dessa couraça para cometer crimes bárbaros, tanto contra a vida quanto contra a administração pública, sabendo que não vão sofrer nenhuma punição. É inexplicável um candidato gastar milhões na campanha e, se eleito, ganhar um salário que não vai cobrir o que gastou para se eleger. Os candidatos ficam endividados e depois vão fazer negociatas com os contratos públicos para recuperar o dinheiro utilizado. Quanto maior for o custo de sua eleição, mais contratos e percentuais o candidato vai exigir como propina para recuperar o "prejuízo" da campanha. Quando raramente o político é cassado, ninguém questiona o fruto da corrupção e nem o ressarcimento aos cofres públicos. É preciso que os eleitores façam o próprio julgamento nas urnas. Votar é um direito e um dever que pode mudar o cenário atual da política no Brasil.
OSMAR CARVALHO (contador) – Londrina

Aonde estamos?
Estamos estagnados diante desse cenário político. Já não sabemos até que ponto fazemos parte da história. Será que os futuros adultos terão lembranças que, diante desses tão emaranhados cheios de controvérsias, existiam cidadãos dignos, honestos e que procuravam lutar em favor de um bem-estar patriota? Porque se na história for registrado esse panorama político que está se apresentando, apesar de termos nossas vozes embutidas, seremos considerados como tais se apresentam. O que está se deslanchando é o mais esmero absurdo dos emaranhados casos sem caráter, deixando a imagem e se fazendo passar que somos uma corja convincente. Brasileiros, aonde estamos? Cadê a nossa voz? O que pretendemos ouvir daqui uns vinte anos? O que iremos relatar aos futuros governantes de nosso país?
ALGIMIRO SANT’ANA (acadêmico de Enfermagem) – Londrina

Quem quer dinheiro? Quem quer cargo?
É isso, exatamente que a presidente Dilma está fazendo. É uma vergonha usar o dinheiro do povo para fins próprios. A distribuição de dinheiro e cargos para os políticos tem como objetivo evitar o impeachment que foi praticamente selado com a debandada do PMDB do Planalto.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

Sobre iluminação
Com relação ao questionamento do leitor Rubens Barbosa Júnior (Opinião, 6/4), a Sercomtel Iluminação informa que neste ano contratou 30 empregados públicos, dos 43 aprovados por concurso e que adquiriu 11 veículos por meio de procedimento licitatório para a melhoria dos serviços. Informa ainda que as luminárias públicas estão expostas às condições climáticas, que podem interferir no seu pleno funcionamento. A instalação de braços e luminárias na BR-369, depende do auxílio da Polícia Rodoviária Federal para sua execução, e tais atividades já estão programadas.
SANDRO PAULO MARQUES DE NÓBREGA (diretor de Operações da Sercomtel Iluminação) – Londrina

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