Tarifa mínima da Sanepar
Inicialmente quero parabenizar o vereador Roberto Fu, e os demais vereadores que o apoiaram, pela emenda de exclusão de tarifa mínima de consumo da Sanepar e espero que o prefeito mantenha-a. É o mais óbvio e sensato pagar apenas o que se consome. Pena que não foi mantida a redução do serviço de esgoto e do equipamento eliminador de ar da tubulação. O que, aliás, deveria partir da própria Sanepar. O argumento do gerente regional da Sanepar em Londrina (Política, 19/3) não é consistente. Não é por que todos (os estados) fazem (ou "praticamente o país todo faz") que precisamos continuar fazendo. Tudo pode mudar, nada é permanente, e essa mudança pode começar por Londrina. Fico imaginando uma hipotética notícia futuramente diante da emenda aprovada pela Câmara de Londrina e mantida pelo prefeito (baseada no que foi dito na matéria): "A Organização Mundial de Saúde (OMS) indica o valor de dez metros cúbicos como adequado ao consumo familiar, porém (acrescenta) a cobrança deve ser justa, feita apenas sobre aquilo que foi consumido".
GERSON JORGE APARECIDO LOPES (médico) – Londrina

Um país em declínio
"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto", disse o jurista Rui Barbosa (1849-1923). Essa citação reflete a situação atual de nosso país. Se quisermos sair desse abismo e caos econômico, político e moral devemos mudar a forma de agir, pensar e votar, sermos mais críticos, éticos e responsáveis com tudo que nos envolve direta ou indiretamente. Para que isso se torne realidade, é necessário união, interesse e sensibilidade de cada cidadão brasileiro na luta diária e constante contra toda e qualquer forma de corrupção e injustiça, criando assim um ambiente favorável para o efeito dessa bela e ao mesmo tempo irônica frase que consta em nossa bandeira nacional: "Ordem e progresso".
DOUGLAS H. REGINATO (assistente administrativo/financeiro) – Andirá

Chega de tantos impostos
Já pagamos tanta CPMF para a saúde, e esse dinheiro está aonde? A saúde está caminhando para a falência. Não dá para suportar ver doentes com câncer sem remédio e sem tratamento, filas para pegar uma senha para fazer uma consulta. Até quando? O governo teria dinheiro para pagar as dívidas, cortando as mordomias dos políticos e magistrados e não aumentando os salários de Brasília, estados e municípios. Diminuir o excesso de tantos partidos políticos. Não generalizando, quantos querem ganhar altos salários e não trabalhar? Não dá para aceitar o Brasil nessa situação de falta de respeito para com os brasileiros.
OLGA MARQUES DA SILVA (bancária aposentada) – Londrina

‘Fecha Londrina’
Em relação à reportagem "Empresários prometem parar pelo impeachment" (Economia&Negócios, 19/3), a Acil informa que o "Fecha Londrina" é um movimento da sociedade civil organizada da cidade liderado pela entidade. São 20 instituições envolvidas na causa com grande abrangência e representatividade em todos os segmentos do setor produtivo. Na verdade, elas são parceiras na empreitada. Justamente pela abrangência e importância do movimento e pela tradição da sociedade civil de Londrina em promover manifestações cívicas, a utilização do termo "adesistas" (que pode ser interpretado como uma participação oportunista no evento) na reportagem é inapropriada.
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE LONDRINA (Acil) – Londrina

N.R.: Em relação ao termo "adesistas", a reportagem esclarece que em momento algum houve a intenção de desqualificar o movimento, e foi usado meramente para se referir às entidades que aderiram à manifestação.

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