Fim da dúvida
Somos todos Bentinhos, da obra machadiana. E o governo petista uma Capitu política, com plena consciência de que um projeto de poder resolveria sua vida e de seus companheiros. Se em Dom Casmurro pairam inúmeras dúvidas e questões em aberto, hoje a nação tem a percepção de uma verdade que até pouco tempo era incerta: nunca na história do país um cidadão manipulou como fantoche boa parte da população, e literalmente acredita estar acima das instituições democráticas, comprometendo os alicerces do pacto federativo. Tenho consciência de que a liberação das escutas pelo juiz Sérgio Moro é ilícita, e que parte não poderá ser utilizada como prova no processo criminal – além de colocar em risco até mesmo o andamento da Lava Jato, pois dificilmente ele escapará de sanções administrativas. Todavia, agradeço a esse ato político – em contraposição à nomeação de Lula a Casa Civil e a decisão do STF sobre o rito do impeachment, para pôr um ponto final na incerteza de quão insignificantes nós somos perante aos nossos "líderes". Agora, é a hora de provarmos que não somos insignificantes!
SEBASTIÃO SEIJI TOKUNAGA (advogado) – Londrina

Esconderijo!
Que ótimo! Na hora de se esconder da Justiça, onde tem muito a explicar, o cidadão Luiz Inácio da Silva escolhe a Casa Civil como covil perfeito. Lembre-se, cidadão, que essa é a "cadeira maldita" de todos os governos petistas, de onde todos os que lhe foram designados saíram de forma não muito honrosa. Não é, José Dirceu? Sendo assim, cabe-nos, esperançosos cidadãos brasileiros, aguardar apenas um pouco mais para que a "maldição" da citada pasta se confirme e mais um seja de lá retirado, conforme manda a lei. E isto se dará em um tempo muito, muito breve, podem ter certeza!
NINA CARDOSO (psicóloga) – Londrina

Afronta
O PT mais uma vez conseguiu mostrar a que veio. A nomeação de Lula para ministro da Casa Civil é uma afronta à nossa inteligência. "A gente faz o diabo pra se manter no poder", foi dito na última campanha. Foi nomeado, sem sombra de dúvida, o mais ignorante ministro que teve esta Nação, não importando a pasta. Conseguimos ter um ministro que um dia se gabou de nunca ter lido um livro. Salve-se quem puder.
JOSÉ ROBERTO DIAS (aposentado) - Londrina
Operação Lava Jato
Por esses dois anos de atuação, o juiz Sérgio Moro e todos os envolvidos nesse trabalho ímpar da Operação Lava Jato, merecem todo nosso respeito e gratidão. Poucos brasileiros fizeram tanto por nossa Nação, quanto esses brilhantes Procuradores, Polícia Federal, juiz Moro e equipe sediada em Curitiba. O Paraná, o Brasil e mais que isso - a família brasileira - muito deve a esse trabalho maravilhoso.
LUIZ EDGARD BUENO (escritor) - Londrina

Corrupto de estimação
Buscado pela Justiça para pagar pelos seus crimes, o bandido de estimação de parcela da nossa população, conseguiu abrigo junto aos seus iguais instalado no Poder Executivo Federal. Usando costumeiramente o palavreado chulo que aprendeu no meio depravado dos sindicalistas "chupins" e pelegos, desafia com arrogância descomunal a tudo e a todos. Com o atrevimento de um tirano, insulta e coloca sob suspeita a integridade moral dos ministros da Corte Suprema. Também é desrespeitoso com os brasileiros que não aceitam seus arroubos despóticos, reivindicando o status de um ser superior, acima da lei e intocável. Sua verborrágica oratória agrada e faz vibrar os otários que o seguem. Suas mentiras satisfazem aos incautos e pobres coitados, desprovidos de uma visão mais acurada da real situação do País e que se deleitam com as migalhas do seu banquete. Suas atitudes são apoiadas pelos fanatizados, pela "esquerda caviar" e por uma turba de ociosos e improdutivos que, como ele, nunca trabalharam e vivem às custas de verbas sindicais, extorquidas do dinheiro suado dos trabalhadores brasileiros. Ultimamente, age como um meliante em fuga constante da polícia. E a inútil mandatária mor da República, que lhe deu salvo conduto e as chaves do palácio para fugir da lei, tem a petulância de bater no peito e dizer: "Sou honesta, ninguém prova nada contra mim". Seria cômico, se não fosse trágico.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) – Londrina

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