O barulho das ruas
Chegou a hora de uma reação forte da sociedade em relação aos aprontos que o moribundo governo petista nos submeteu. Esperar por nossas instituições políticas já não basta mais. Os sintomas de agonia já sentidos em todos os segmentos mostra um futuro negro se alguma coisa mais radical não for adotada já. O que nos apresenta para o momento são os movimentos de rua que o saudoso e gigante dr. Ulysses Guimarães dizia: "Políticos só temem o barulho das ruas". Essa oportunidade chegou. A passeada cívica programada para este dia 13 deve ser o momento decisivo e colocado nas ruas aquilo que queremos do Brasil para os nossos filhos e netos. Não sendo assim, talvez possamos caminhar para a catástrofe. Participe e engrosse o grito de basta de tanta bandalheira e incompetência.
WALTER COSTA BARROSO (cirurgião dentista) – Londrina

Desobediência civil no dia 13
Tem coisa melhor do que um protesto de rua? Talvez, essa seja a melhor forma de um indivíduo fazer valer a democracia, podendo dar sua opinião, pacifica e espontaneamente, acompanhado de sua família. Mas quando o protesto é muito grande as individualidades correm perigo de se perder. Podem surgir hordas cegas, acidentes e agressões ou o momento se transformar num mega oba-oba para alimentar um espetáculo ou interesses políticos. Deveríamos, talvez, ficar em silêncio nesse momento do ensurdecedor barulho no Brasil, sem se sentir traidor da pátria, fura greve ou defensor de heróis. Quem sabe uma inesperada desobediência civil de total silêncio seja muito mais forte para mudar um mundo político acostumado a incitar massas. Que pudéssemos questionar possíveis erros administrativos, corrupção, abuso e excesso de poder numa batalha pessoal, ativa, criativa e diária. Pensar na somatória de indivíduos conscientes e engajados. E ir à rua para protestar? Sim, constantemente sem precisar ser chamado, pensando que dependemos de tudo e de todos. Aí, quem sabe, a grande revolução será o real sentido da palavra gentileza.
DANIEL STEIDLE (educador ambiental) – Rolândia

Espetáculo cívico: rua neles!
Uma das consequências da 24ª Operação da Lava Jato foi a condução coercitiva de Lula para prestar depoimento. Tudo de acordo com a legislação penal brasileira. Jamais o megalomaníaco totem do PT se prontificaria a prestar esclarecimentos de livre vontade. Só na cabeça da militância apaniguada! Depois, Lula saiu atirando para todos os lados, sempre de acordo com a sua maneira arrogante e cínica, se colocando como vítima. Logo ele que foi o articulador e mentor do Mensalão, do Petrolão etc. Além de ser o maior responsável pelo assassinato de dezenas de reputações, pessoas que ousaram criticar o poder podre. Tergiversou sobre o sítio, sobre o triplex. Não explicou nada, não convenceu ninguém, a não ser os asseclas da horda comunista petista. Vale lembrar a fúnebre e inexplicável visita da bucéfala ao tartufo, no seu domicílio em São Bernardo do Campo, quando a presidente perdulária e obtusa cometeu crime de responsabilidade. Neste domingo vamos comparecer em massa na manifestação nacional, com ordem e respeito. Mostrar ao Poder Legislativo o caminho a ser seguido no processo do impeachment. Demonstrar ao TSE o nosso repúdio à forma espúria adotada para a reeleição e condenar veementemente o sistema de governo cleptocrata! Finalmente, num golpe patriótico de misericórdia, dar uma cacetada na cabeça da jararaca.
ROBERTO DELALIBERA (bacharel em Direito) – Londrina

E, agora, Dilma, vai mandar prender?
Lamentavelmente, tive o desprazer de ver os nobres camaradas de uma ideologia que já se mostrou inviável em outras nações praticarem atos de vandalismo contra o nosso maior símbolo: a bandeira nacional. Queimaram nossa bandeira (um crime federal), usando desculpas de que o país está sofrendo um golpe. Que golpe? Será que realmente fomos nós, brasileiros, que demos esse tal golpe ou foi quem está no governo federal com sua ideologia retrógrada, que levou outras nações e, por que não dizer, um continente inteiro à falência? Então, presidente Dilma, vai mandar prender seus camaradas? Se é que a senhora manda em alguma coisa ainda por aí!
ROGEMAR MONTEIRO (servidor público) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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