OPINIÃO DO LEITOR
Vamos para a rua
Março de 1964 - o presidente João Goulart tenta implantar o regime comunista no Brasil. Seríamos uma nova Cuba. A família brasileira sai às ruas clamando por providências das nossas autoridades. Uma ruptura da ordem institucional suprime a nossa, então, frágil democracia por 21 anos. Março de 2016 - há 13 anos uma organização criminosa, liderada pelo PT, vem saqueando o País. Na efervescência dos escândalos, as investigações se aproximam do seu principal protagonista, o ex-presidente Lula. Agindo como uma perfeita subserviente, a presidente Dilma demite o ministro da Justiça a mando do próprio investigado, que exige blindagem para esconder as suas falcatruas. Uma extrema ousadia bem ao estilo de mafiosos. A crise política recrudesce e chega ao ápice da imoralidade pelo profundo envolvimento de políticos e autoridades em alta corrupção. Mais uma marca indelével na história da nossa República. O risco à nossa democracia é iminente. Portanto, o grito da população nas ruas é a grande arma contra a tirania dos canalhas que nos governam e será decisivo nesse 13 de março. O povo brasileiro precisa se dar conta da força que tem. O comodismo beira a covardia. E você aí que está alienado e conformado com essa situação, saia do sofá ou vai esperar que os vermelhos do Stédile invadam a sua casa e ditem os rumos da sua vida?
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) Londrina
Lula no ministério de Dilma?
A 24ª fase da Operação Lava Jato se aproximou muito da figura do ex-presidente da República que, de forma constrangedora, foi conduzido coercitivamente a prestar esclarecimentos para a Polícia Federal. A presidente Dilma se solidarizou ao "filho do Brasil" e o convidou a ocupar um cargo de ministério na sua gestão. A estratégia: assim que for nomeado ministro de Estado, o juiz Sérgio Moro é obrigado a transferir todas as investigações em andamento contra Lula para o STF, conforme determina a alínea "b" do inciso I do art. 102 da CF/1988. E até que o relator do caso tome ciência da situação e da legalidade das investigações realizadas, um eventual mandado de prisão cautelar contra ele está temporariamente suspenso. Com a palavra o saudoso sambista Bezerra da Silva: "Malandro é malandro, Mané é Mané, podes crer que é!".
RICARDO LAFFRANCHI (advogado) - Londrina
Lula que o Brasil não conhece
Em primeiro lugar uma pequena correção à carta do professor Rubens Cauduro (Opinião, 8/3): o livro escrito pelo ex-secretário de Justiça do 1º governo Lula Romeu Tuma Jr. é "Assassinato de reputações: um crime de estado", obra que todo brasileiro deveria ler, pois ali se encontra descrito quem na verdade era Lula, homem de confiança do dr. Romeu Tuma (pai), que revela que esse cidadão era o principal delator de seus "cumpanheros" quando havia greve, o local, o horário, etc. Se houvesse um filme sobre esse cidadão não deveria ser aquele "fabricado", certamente com recurso escuso, denominado "Lula, filho do Brasil", mas sim promover uma versão do livro "Assassinato de reputações" onde a verdade de suas condutas seriam reveladas, e esses baderneiros (a "tropa de choque do lulismo") iriam ter vergonha de sair às ruas para apoiá-lo. Na verdade, são pessoas que lucram financeiramente para tais atos, sem qualquer ideologia, pagos pelo "Instituto Lula", que nada mais é do que uma grande lavanderia de recursos desviados da Petrobras.
CARLOS HENRIQUE SCHIEFER (advogado) Londrina
PR-445: novela indigesta
Gostaria de saber onde estava esse povo que está interditando as obras dos viadutos da PR-445 quando a obra estava no começo? Agora com 99% das obras prontas eles aparecem para atrapalhar o término da duplicação. Nem que a vaca tussa a empreiteira vai destruir tudo e fazer de novo! Por favor, deixem finalizar logo essa obra. Quem anda todo dia por ali já está estressado de tanto desvio e buracos nas marginais. Se tiver que arrumar o que foi malfeito, tem que fazer tudo de novo. Liberem logo esse viaduto senão vai mais quatro anos pra acabar.
DJALMA SANTOS GOMES (empresário) - Londrina
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