Dilma, presidente do Brasil ou do PT?
Lamentável a atitude de uma mulher que se diz presidente do Brasil. Recentemente quando houve enchentes no Sul, ela resolveu comparecer muito tempo após o desastre. E, no último sábado, no dia seguinte à condução coercitiva do seu criador pela Polícia Federal, resolveu consolá-lo ou ser consolada em São Bernardo do Campo. Vale lembrar que o seu criador foi convidado duas vezes e negou comparecer na PF. Seria uma excelente oportunidade para esclarecer várias denúncias e dúvidas que pairam sobre a sua pessoa. Casos dos desvios da Petrobras, estádios de futebol, mensalão, o porquê da prisão dos amigos e assessores diretos presos, caso Celso Daniel, etc. Já que considera o homem mais honesto e decente, temos certeza que não haverá problema de expor os seus dados pessoais as autoridades. Voltando à visita da Dilma, naquele momento não seria justo utilizar os aparatos oficiais (avião, helicóptero, etc.) para visitar o seu criador, pois estava lá como um membro do partido. É louvável e admirável a sua fidelidade com o criador, pois até hoje ela o trata como presidente, deixando assim o seu cargo à sua disposição. É bom lembrar que é ele quem escolhe os ministros e assessores. Como cidadão que paga altos impostos, por pouco que seja, não concordo com esses gastos, pois moralmente deveriam ser pagos pelo seu partido.
VALDEMAR YAMASHIRO (engenheiro civil) – Londrina

Dia D
Vem aí o dia 13, para uns a marca de uma solução; para outros simplesmente a razão de satisfazer o desejo de somar com mais de centenas de outros e ter a segurança de que não está só. Portanto, a ordem é clara: vamos pra rua levar uma mensagem do que somos e do que queremos, mesmo tendo dúvida de um advento provedor, a ordem é "vamos".
ALGIMIRO SANT’ANA (acadêmico de Enfermagem)- Londrina

Hamilton Luiz Nassif
Uma das maiores alegrias que tive até hoje, sem dúvida, foi partilhar da amizade, carinho e respeito de Hamilton Luiz Nassif, um idealista, um pacifista, um homem que na simplicidade e ousadia dos que amam conseguia conquistar a todos com seu jeito de caipira e de refinado. No IPE foi consagrado e reconhecido com uma gestão ímpar. Onde passou espargiu a fé, o sorriso, a confiança e acima de tudo (abaixo apenas da família) ao LEC e às causas de nossa querida Londrina. O que Nassif mais deixou de legado foi a enormidade de coração, de doação e entrega de si mesmo pelas causas que abraçava. Conhecia o meio político, angariou respeito nesse círculo, o desportivo e caminhava às vezes com sorriso ímpar outras com expressão de dor nessa estrada misteriosa, linda, e às vezes tão difícil para todos chamada: vida. E agora nos deixou - com sentimento do vazio pela perda - mas sem dúvida - para o caminho que o Pai de todos escolheu para ele. Nassif vá em paz.
LUIZ EDGARD BUENO (escritor) – Londrina

Música sem Naná
Perdemos o batuque de Naná Vasconcelos! Mesmo tantas vezes nominado número um do mundo no universo da percussão instrumental, Naná nunca deixou de prestigiar o carnaval pernambucano; de participar dos festivais de música no país e também de incentivar a prática musical nas novas gerações. Naná prestigiou sobretudo crianças e jovens da periferia. A certeza de sua forte ligação com a juventude e de compreensão da necessidade de colaborar com a cidadania num país de tantas adversidades como o Brasil, tivemos quando ele veio realizar um show e depois um workshop em Londrina, em 2001. Naná foi apresentado ao grupo Batuque na Caixa (alunos e oficineiros) e aconteceu uma aula livre com profunda interação musical em dias que foram de grande e inesquecível aprendizado e amizade para todos. "Música se pode fazer brincando, brincando" foi uma frase que o mestre repetiu algumas vezes aos integrantes do Batuque. O legado de Naná passa pela seriedade e compromisso com a cultura brasileira integrando técnica e estudo ao aspecto intuitivo e miscigenado de nossa formação histórica.
ALDO MORAES (músico) - Londrina

Correção
Ao contrário do informado hoje na matéria "Comissão quer autonomia para UEL" (Cidades), o vereador Gustavo Richa é do PSDB.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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